Mostrando postagens com marcador Queijo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Queijo. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Lasanha de Abobrinha

Olá, como vai você?

Sem palavras, IMPERDÍVEL!

Anote a Receita:


Lasanha de Abobrinha
Ingredientes

1 rolo de massa para pastel (500 g)
2 a 3 abobrinhas italianas grandes
80 g de queijo mussarela ou minas temperado com alho e pimenta fatiada
80 g de queijo parmesão ralado
350 g de queijo mussarela fatiada
Azeite

Modo de Preparo

Fatie a abobrinha em rodelas de aproximadamente 3 mm
Escalde-as em água fervente por 5 minutos
Corte a massa do pastel no formato da assadeira (rendem por volta de 5 fatias)
Unte a assadeira com azeite e monte as camadas (quatro, se possível) na seguinte ordem uma camada de massa;
Uma de abobrinha (sem deixar muitos espaços);
Polvilhe o parmesão ralado;
Faça um fio de azeite que caia em todas as rodelas de abobrinha;
Uma camada de mussarela;
Repita o processo até finalizar com uma camada de massa de pastel e o queijo temperado por cima, polvilhando, também, o parmesão para enfeitar
Pré-aqueça o forno à 200ºC e asse por 20 a 25 minutos, até o queijo derreter e a parte de cima dourar e ficar levemente crocante

Foto-Fonte: http://www.receitassupreme.com/receita-de-lasanha-de-abobrinha-com-queijo-gratinada/

terça-feira, 27 de maio de 2014

Chips De Parmesão Com Abobrinha E Cenoura

Olá, como vai?.
A gente vive atrás de receitas diferentes.... Esses chips de parmesão com abobrinha e cenoura é uma delas para você surpreender seus convidados.

chips parmesão abobrinha e cenoura
Chips De Parmesão Com Abobrinha E Cenoura

Ele leva apenas três ingredientes e você  também pode servir de entrada ou acompanhando a salada, no lugar dos famosos croutons. A dica para a receita dar certo é usar parmesão fresco. O ideal é que você compre o pedaço e  rale, ok?

Ingredientes:

2 xícaras de parmesão ralado
1 xícara de cenoura ralada
1 xícara de abobrinha ralada

chips parmesão abobrinha e cenoura

 Modo de preparo:

Rale o parmesão, a abobrinha e a cenoura. Depois que ralar os legumes, pressione-os com papel toalha para retirar o excesso de umidade. Misture os três ingredientes.

Forre uma assadeira com papel manteiga e forme bolinhos da mistura em cima da assadeira.

chips parmesão abobrinha e cenoura

 O importante é que o parmesão fique bem espalhado, pois ele serve de "cola" para os outros ingredientes.
Asse os chips em um forno a 370 graus, por 8 minutos. Retire e espere 5 minutos para tirá-los da assadeira.

chips parmesão abobrinha e cenoura



Fonte - Fonte - http://vilamulher.com.br/receitas/nova-cozinha/chips-de-parmesao-com-abobrinha-e-cenoura-4-1-75-1544.html
Foto - dinner-mom.

Por Helena Dias

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Crepe de Bleu D'Auvergne

Olá,  o  Bleu d'Auvergne é um queijo de Denominação de Origem Controlada de caráter forte semelhante à sua terra de origem.
É a região dos vulcões que nos oferece esta delícia com sabor aromático e generoso.

Crepe de Bleu D'Auvergne

INGREDIENTES

Para Massa

1 ovo
250 ml de leite
3 colheres (sopa) de farinha de trigo
50 g de manteiga derretida
1 pitada de sal

Para o Recheio

200 g de queijo Bleu d’Auvergne
100 g de macadâmias torradas
50 g de damascos
50 ml de creme de leite fresco

MODO DE PREPARO

Massa:

1 - Em um saladeiro grande, misture todos os ingredientes com o auxílio de um “fouet” (utensílio usado para bater ingredientes) até obter um líquido homogêneo. Leve à geladeira e deixe descansar por 30 minutos.

2 - Enquanto isso prepare o recheio (veja a receita abaixo).

3 - Depois do tempo do descanso da massa e com o recheio já preparado, aqueça uma frigideira antiaderente de fundo grosso e espalhe um pouquinho de óleo ou de manteiga.

4 - Mexa bem a massa. Com uma mão, levante a frigideira e com a outra, coloque a massa com uma concha média (que também serve de medida). Faça um movimento circular com a frigideira para cobrir todo o fundo. Leve-a à fogo baixo e, quando as bolhas começarem a aparecer, vire a massa com auxílio de uma espátula para dourar do outro lado. O processo todo leva menos de 3 minutos por disco. Transfira para um prato, espalhe mais um pouquinho de manteiga ou óleo na frigideira e repita o procedimento, até a massa acabar.

Recheio:

Em uma tigela grande, amasse o Bleu d’Auvergne com um garfo e misture os demais ingredientes.

Montagem:

1 – Preaqueça o forno a 160°C.

2 – Coloque cerca de 2 colheres (sopa) de recheio na ponta da última panqueca da pilha. Enrole pressionando para que o recheio fique firme. Transfira para um refratário grande e repita o procedimento com os outros discos de panqueca.

3 – Leve ao forno por cerca de 3 minutos ou até dourar. Sirva com pedaços de queijo, macadâmias e pedaços de damasco sobre as crepes. Regue com um fio de azeite de oliva.

RENDIMENTO APROXIMADO
Serve: 4 pessoas
CRÉDITOS
chef Renato Carioni
Fonte - http://www.revistain.com.br/culinaria/outros/crepe_de_bleu_dauvergne.html
Fonte - http://www.president.pt/queijos-franceses/queijo-azul-bleu-dauvergne#.U2e0JoFdVRI

sábado, 3 de maio de 2014

Quiche de Espinafre com Queijo Estepe


Quiche de Espinafre com Queijo Estepe
Quiche de Espinafre com Queijo Estepe

Ingredientes

Para a Massa:
300 gramas de farinha de trigo
150 gramas de manteiga em cubinhos
2 ovos
1 colher (chá) de sal

Para o Recheio:
2 colheres (sopa) de óleo
2 dentes de alho fatiados
1 cebola fatiada
1 maço de folhas de espinafre escaldadas, picadas e escorridas
sal e pimenta do reino a gosto
100 gramas de queijo estepe ralado
100 gramas de queijo branco ralado
150 gramas de creme de leite fresco
½ xícara (chá) de leite
2 ovos
Quiche de Espinafre com Queijo Estepe
Modo de preparo

Para a massa, coloque todos os ítens em um processador e bata até que se obtenha uma massa homogênea. Se desejar, faça com as mãos em uma vasilha. Em seguida, embrulhe a massa em filme plástico e leve para a geladeira por aproximadamente 30 minutos. Retire a massa, abra com um rolo e coloque sobre uma assadeira. Reserve.

Para o recheio, refogue no óleo e em uma panela o alho e a cebola. Coloque o espinafre, tempere e reserve em uma peneira para escorrer. Em um bowl, coloque o creme de leite, o leite, os ovos, os queijos, tempere, bata com um fouet, acrescente o espinafre reservado e coloque na assadeira com a massa reservada. Polvilhe mais queijo por cima e leve ao forno quente (180ºC) por aproximadamente 45 minutos ou até que fique bem firme e dourada.

Fonte - http://diadia.band.uol.com.br/receita/22753/Quiche-de-Espinafre-com-Queijo-Estepe.html

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Bolo Doce de Parmesão

boloparmesao
Bolo Doce de Parmesão

Bolo Doce de Parmesão

Sim, parmesão – assim como quase todos os queijos-  pode ser usado em receitas doces. Este bolo é um exemplo disso! Fica delicioso e perfeito para quem não gosta de excesso de açúcar.


Ingredientes
2 xícaras de farinha de trigo
2 colheres de chá de fermento em pó
½ colher de chá de sal
1 xícara de parmesão finamente ralado
1 xícara de manteiga sem sal em temperatura ambiente
2 xícaras de açúcar
6 ovos levemente batidos
2 xícaras de creme de leite fresco
½ xícara de cream cheese

Como fazer
Em uma tigela grande, misture a farinha, o fermento e o sal. Adicione o parmesão e reserve.
Em outra tigela, usando uma batedeira, misture a manteiga e o açúcar até que vire um creme sedoso. Coloque em velocidade média e adicione os ovos batidos, aos poucos, e bata tudo por cerca de 4 minutos.  Coloque o cream cheese e bata só até incorporar. Também aos poucos, e revesando, vá adicionado a mistura de farinha e o creme de leite até tudo ficar homogêneo. Coloque a massa em uma forma média retangular, untada com manteiga e farinha e leve ao forno médio, preaquecido, por 45 minutos ou até que a parte de cima fique morena.
Para servir, espere esfriar completamente e desenforme o bolo. Retire as beiradas e jogue-as fora. Corte em pedaços retangulares e, se quiser, cubra com chantilly e morangos.
Fonte-http://gastrolandia.uol.com.br/receitas/bolo-doce-de-parmesao/

sábado, 26 de abril de 2014

Pudim da Canastra

Pudim de queijo da Serra (R$ 15)
Pudim da Canastra


Este pudim usa como base o delicioso queijo brasileiro Serra da Canastra – se você quiser, use o queijo Serro. Também fica ótimo. Receita do Jacarandá

Ingredientes

6 ovos
250g de açúcar
20g de farinha de trigo
20g de manteiga
330g de leite
70g de creme de leite
500g de queijo da canastra fresco ralado (se estiver muito curado, vai ficar salgado demais)
Raspas de 6 limões

Como fazer o pudim

Colocar o açúcar numa panela em fogo baixo, deixar derreter sem pegar muita cor. Reservar. Em uma batedeira colocar os ovos para bater. Quando começar a ganhar volume adicionar a calda de açúcar (já morna)
Adicionar a farinha e a manteiga. Logo depois o leite e o creme de leite. Quando estiver homogêneo passar toda a mistura para o liquidificador. Acrescentar o queijo e bater. Adicionar as raspas de limão, sem bater no liquidificador para não amargar. Mexendo apenas com uma colher.

Passar a mistura para a forma com a calda. Cobrir com filme plástico. Assar em banho maria, no forno a 180° (é importante que a água já esteja bem quente quando entrar no forno). Se possível, colocar uma outra forma ao contrário, sobre o banho maria, para o vapor ficar mais concentrado. Assar por aproximadamente 1 hora, até o pudim firmar. Retirar do forno, deixar esfriar dentro do próprio banho maria. Recomendamos servir com licor de cachaça

Ingredientes para a calda

300g de açúcar
200g de água

Como fazer

Em uma panela colocar o açúcar para derreter. Quando estiver na cor dourada adicionar a água, mexendo bem até ficar uma calda homogênea. Dispor a calda no fundo e no começo das laterais da forma. Reservar. (recomendamos utilizar a forma de bolo inglês)
Fonte e Foto - http://gastrolandia.uol.com.br/receitas/pudim-da-canastra/



domingo, 2 de março de 2014

Queijo de Castanha de Caju


Queijo de Castanha-de-Caju (vegana)
Queijo de Castanha-de-Caju (vegana)


Ingredientes

1 xícara de castanha-de-caju
1/2 xícara de leite de soja em pó
1/3 de xícara de levedo de cerveja
1 colher (sobremesa) de alho em pó
1 colher (sobremesa) de sal grosso
1 colher (sopa) de shoyu (opcional)

600 ml de água fervente
2 colheres (sopa) rasas de ágar-ágar

Preparo

Numa vasilha grande, misture bem os ingredientes (com exceção da água e da ágar-ágar). Ferva os 600 ml de água, e quando estiver fervendo, coloque a ágar-ágar, mexa imediatamente e continuamente mexendo durante aproximadamente 1 minuto. Em seguida, misture este liquido aos ingredientes secos e bata com o auxílio de um mixer ou no liquidificador até desaparecerem todos os grumos. Está pronta a mistura. Despeje-a em dois recipientes plásticos que servirão como forma e leve para refrigerar. Após cerca de 1 hora estará na consistência certa e pronto para consumir. Mantenha refrigerado.

Dica - Este queijo pode ser consumido exatamente como está, fatiado no pão, em cubos na salada, ou ralado em pizzas e outros pratos. Pode ir ao forno, embora não derreta como o queijo tradicional. É super simples de fazer, muito saboroso e aromático, vale a pena experimentar.

Nota - Não tendo leite de soja em pó, pode usar leite de soja (sem açúcar) no lugar da água.
Fonte-http://www.cantinhovegetariano.com.br/

sábado, 15 de fevereiro de 2014

A casa do queijo

acasadoqueijo1

A casa do queijo



Quem passa por lá, aos sábados, se surpreende com o entra e sai de um mar de gente em busca de produtos nacionais de alta qualidade, vindos diretamente dos produtores. No meio desse burburinho, há até quem saque uma garrafa de vinho para acompanhar a degustação, ali mesmo na loja ou na calçada na frente dela. Não, não estamos no Marais, em Paris, mas no bairro da Vila Madalena, em São Paulo. É lá onde, há pouco mais de seis meses, foi a aberta A Queijaria, especializada nas peças artesanais, das mais diversas origens – mas todas produzidas no Brasil.



A ideia foi de Fernando Soares de Oliveira, sócio e sonhador, que deixou as salas de uma universidade onde dava aulas de sociologia para transformar a própria vida e a de pequenos produtores de São Paulo, Minas Gerais, Pernambuco e Rio Grande do Sul – por enquanto. Durante cinco anos ele viajou interior adentro em busca de histórias, sabores e originalidade. Viu de tudo e surpreendeu-se com o potencial queijeiro que descobriu. A primeira viagem aconteceu em 2008, quando o até então professor decidiu ir para um lugar tranquilo e desconhecido: São Roque de Minas, região da Canastra.



No percurso, ele ouviu falar em um curioso produtor de laticínios: seu Zé Mario. “Não tinha muita coisa para fazer em São Roque e eu não podia ir embora sem comer um verdadeiro queijo Minas”. Foi, então, conhecer o mestre- queijeiro e não sabia que viveria uma experiência marcante.



A história de Fernando com o queijo vem da infância, das lembranças e dos momentos que passava com seu avô, seu Antônio. Ele conta que os dois sempre comiam juntos um extraordinário queijo da Canastra. Era o avô que comprava o produto e, depois que ele morreu, Fernando nunca mais encontrou nada parecido. Pelo menos até comer o queijo de Zé Mario. “Todas as lembranças que eu tinha com meu avô vieram com um simples pedaço que coloquei na boca. Chorei de emoção”, conta.


Depois desse encontro, ele passou a fazer parte da história e da casa de Zé Mario. Conheceu os filhos e as visitas ao fazendeiro ficaram mais frequentes. Foi ali o início de tudo. Fernando começou a ajudar o queijeiro a entrar nas normas de higiene e fabricação, iniciando assim o processo de legalização da produção.


O professor de sociologia percebeu que cada queijo que Zé Mário produzia tinha uma alma, uma memória familiar. O retorno dos filhos do queijeiro para trabalhar na fazenda foi o maior resultado do resgate social promovido pelas mudanças na pequena produção de queijos da Canastra. Daí em diante, toda viagem de Fernando para Minas resultava num porta-malas repleto de encomendas para os amigos. E foi após
perceber que existia uma demanda pelos queijos artesanais que ele decidiu montar um site, chamado Queijo Artesanal.


Além dos laticínios, o professor voltava de São Roque com uma bagagem de conhecimento muito especial: “Aprendia cada vez mais sobre os processos de produção e maturação com Zé Mario. Aquilo me deu vontade de conhecer mais sobre os queijos do Brasil”. Decidiu, então, viajar em busca de novos tesouros e boas histórias.



Após reunir um número importante de produtores, ele resolveu abrir a loja. Mas já sabia que o caminho não era tão simples como parecia. Precisava se adequar à “lei dos queijos”, de 1952, que proíbe a comercialização de queijos de leite cru de um Estado para o outro (veja quadro). Fez isso e, hoje, A Queijaria já vende mais de 70 tipos exclusivos, todos produzidos no Brasil. “O que eu pretendo não é só comercializar queijos, é fazer um resgate social com um produto que faz parte da mesa dos brasileiros, mas que é esquecido ou muitas vezes explorado de forma indevida.”
Fonte - http://www.gula.com.br/gula-indica/a-casa-do-queijo

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Bleu D'Auvergne

Bleu D'Auvergne

Descrição
O Bleu d'Auvergne é um queijo de Denominação de Origem Controlada de caráter forte semelhante à sua terra de origem.
É a região dos vulcões que nos oferece esta delícia com sabor aromático e generoso.
Características especiais
D.O.C. desde 1975.
Cilindro com diâmetro de 20 cm e altura entre 8 e 10 cm.
Pesa cerca de 2,5 kg.
50% de gordura.
A sua pasta, cor marfim, apresenta bolor regular com tendência azulada.
Produção: 6.130 toneladas.
Gastronomia
O Bleu d'Auvergne combina bem com um tinto d'Auvergne como o Bondes ou com um Cahors.
É o ingrediente de vários pratos deliciosos: a mousse de Bleu d'Auvergne com nozes, couve-flor e brócolos com Bleu ou os aperitivos de Alvernia.
Produção
O leite é misturado com penicillium, bolores microscópicos que estão na origem do Bleu. Para produzir um Bleu d'Auvergne são necessários cerca de 23 litros de leite.
A coalhada uma vez cortada é agitada suavemente para formar um revestimento final: também se diz que se "cobrem" os grãos de coalhada colocados em moldes.
Neste ponto, entra a fase de salga: no "fundo" e na parte superior do queijo adiciona-se o sal grosso que penetra lentamente na massa.
Para se desenvolver, o Bleu necessita de oxigênio: é por isso que o queijo é perfurado com agulhas, quando entra na cave, para facilitar a penetração do ar na parte interna. Durante pelo menos 4 semanas, o Bleu d'Auvergne é curado em caves frescas e húmidas para assumir com o passar dos dias a sua cremosidade e sabor caracteristicos.
Em 1848, Antoine Roussel, da região de Laqueuille no norte da região de Puy-de-Dôme, onde existiam grutas que permitiam a cura de Bleu, melhora as práticas locais de trabalho: é o início da generalização do aquecimento do leite (a pasteurização), que permite uma melhor regularidade, da inserção de bolor azul através de um pedaço de pão de centeio bolorento e moído, da perfuração com agulhas grandes... e da cura a frio.
Área geográfica
A área de produção inclui os montes do Cantal, o Mont-Dore e o Cézallier, ou seja o Puy-de-Dôme, o Cantal e alguns municípios do Alto Loire, Lozère, Corrèze e Lot.
Os seus solos vulcânicos possuem uma terra rica e são por excelência ocupados por pastagens.
Lá, as vacas alimentam-se de uma grande e variada flora: em particular, genciana, símbolo indiscutível da Auvergne.

Fonte - http://www.president.pt/queijos-franceses/queijo-azul-bleu-dauvergne#.U2e0JoFdVRI

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Omelete Caipira

detalhe receita
Omelete com milho verde e queijo branco



Omelete Caipira

Ingredientes

1 tablete de MAGGI® Caldo de Galinha
4 colheres (sopa) de Leite Líquido MOLICO®
5 ovos
1 xícara (chá) de milho verde em conserva
meia xícara (chá) de queijo minas fresco picado
1 colher (sopa) de salsa picada
1 colher (sopa) de manteiga

Modo de Preparo

Em um recipiente, dissolva o Caldo MAGGI no Leite MOLICO quente e reserve. Em outro recipiente bata os ovos com o auxílio de um garfo e acrescente o Caldo MAGGI dissolvido. Misture o milho verde, o queijo e a salsa. Em uma frigideira grande, aqueça a manteiga e despeje a mistura. Doure até que a parte de cima esteja cozida. Dobre a omelete ao meio ou vire- a com o auxílio de um prato. Deixe dourar e sirva a seguir.

DICA:

- Sirva acompanhada de salada.

Sobre a receita

Rendimento: 5 porções
Categoria da Receita: Acompanhamentos
Tipo de Prato: Legumes e verduras, Massas Salgadas
Tempo de Preparo: 15 min.
Tempo Total de Preparo: 15 min.
Nível de Dificuldade: Fácil
Custo: $ - Baixo

Fonte-http://www.nestle.com.br/site/cozinha/receitas/Omelete_Caipira.aspx

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Viciados em Queijo

tipos queijos Curiosidades sobre queijos    Você Sabia Que Catupiry é um Requeijão


Achar alguém que não gosta de queijo é tarefa difícil. Independente do sabor, da origem, ou do preço, o fato é que o ingrediente fica bom com quase tudo. Derretido, em cubos, ralado, fatiado, na lasanha ou na pizza – ao contrário do que ditam as boas regras de alimentação saudável, quando se trata de queijo o bom mesmo é pecar pelo excesso.

O paladar do brasileiro
Segundo os especialistas ouvidos, a mozzarela ainda é o queijo mais consumido no Brasil, e um dos mais aceitos também em todo o mundo. “Os tipos mais comuns são a mozzarela fresca de búfala e também aquela que se usa nas pizzas. Acho que a influência da imigração italiana é o principal motivo da popularização deste queijo”, observa Alain.

Na opinião do especialista, a preferência não tem a ver com preço ou acesso, mas sim, ao aspecto cultural. “Geralmente, os queijos de cheiro forte não são atraentes pra o brasileiro, mas também é uma questão de acostumar o paladar. Na França, há tanta variedade de queijo que é possível comer um tipo diferente a cada dia do ano”, pontua.

Custo x benefício
Para os viciados em queijo, opções não faltam nas gôndolas dos supermercados. Mas como o “apego” a queijos mais comuns na mesa do brasileiro, como mozzarela, queijo prato e queijo branco, ainda é forte, algumas outras opções com preço parecido acabam passando desapercebido, observa Mireille. “Temos muitos queijos que são o mesmo preço da mozzarela, como o provolone, o maasdam”, recomenda a especialista.

Na opinião da consultora, alguns grupos de queijo vem crescendo muito no Brasil. “ Os queijos duros estão com os preços caindo porque estamos importando muito. Outra categoria que cresce muito é o queijo de cabra, que são ótimos pois são metabolizados muito mais rápido do que os queijos normais, além de ter um teor de gordura muito baixo. Alguns são mais caros, mas tem marcas mais acessíveis no mercado”.

Marcos Madeiro, gerente comercial Brasil da Allfood, indica, para quem quer experimentar novos sabores, o queijo Manchego. “É um queijo espanhol com um sabor muito diferenciado, mas que é pouco conhecido por aqui. Alguns queijos franceses, como o Brie de Meaux, Brie de Nangis, Coulommiers, Grand Mogol, Gratte Paille, são queijos que não são tão caros e possuem características únicas”, reforça.

Curiosidades
De acordo com o chef Alain, os dois queijos mais caros do mundo vêm de países frios. “O queijo de alce chega a custar, em média, US$ 1.000 por quilo. E tem um roquefort feito na Suécia, que nem é comercializado, é totalmente artesanal, de altíssima qualidade. Se fosse vendido, o quilo custaria cerca de 500 euros”, analisa.

Outra particularidade sobre queijo que o chef notou desde que chegou ao Brasil foi uma diferença expressiva entre o fondue feito por aqui e o que é produzido na França. Segundo o especialista, o brasileiro gosta da textura cremosa, e, por isso, usa muito amido de milho. O francês, ao contrário, só aprova um fondue se ele formar um fio. “Quanto mais fio fizer o fondue, mais elogiado ele é. Quer dizer que o queijo é de boa qualidade. E as crianças costumam brincar com o fio, ‘costurando’ com pedaços de pão”.

Estes especialistas falam dos principais queijos nacionais e internacionais, que podem ser encontrados nas prateleiras brasileiras em preços variados. Confira as principais características e combinações de cada um e tente escolher o que mais tem a ver com o seu paladar:
Fonte - http://alimentacaoforadolar.com.br/para-os-viciados-em-queijo
Foto - http://essaseoutras.xpg.uol.com.br/

domingo, 24 de novembro de 2013

Queijo da Serra da Canastra

Queijo da Serra da Canastra, produto do ano

O queijo da Serra da Canastra foi escolhido o produto do ano pelo Prêmio Paladar,  promovido pelo jornal O Estado de S. Paulo, que envolveu um time de 13 jurados, um mês de visitas a restaurantes e gastos de R$ 70 mil, para eleger os melhores pratos da temporada de 2013/2014 de São Paulo. Em cerimônia para 400 convidados, em que estiveram presentes os principais nomes da gastronomia paulistana, foram anunciados os ganhadores da oitava edição do prêmio, entre eles o de produto do ano.

A escolha reconhece a luta pelo produto artesanal da Canastra, que também está presente  em outras regiões de Minas Gerais, como o Serro, e áreas menos conhecidas no resto do País. Segundo Ana Massochi, entusiasta do queijo da canastra e proprietária dos restaurantes Martín Fierro, La Frontera e Jacarandá na capital paulista, o prêmio é importantíssimo para o queijo da Serra da Canastra e todos os outros produzidos em regiões próximas. “Estavam na cerimônia a elite da gastronomia de São Paulo, entre cozinheiros, jornalistas e gourmets. Esse prêmio é importante para o queijo e para os produtores”, disse.

Apesar de não esperar a escolha, Ana lembrou que o Paladar também pode ser considerado um entusiasta e apoiador do queijo da Canastra, tendo já produzido boas reportagens sobre o tema e incluído o produto no evento Cozinhas do Brasil. Ana serve em seus restaurantes pratos que incluem o produto, e no Jacarandá também é possível comprar queijo de leite cru.

No evento do Paladar, o prêmio foi recebido pelo presidente da Associação de Produtores de Queijo da Serra da Canastra, João Leite. Exultante, ele agradeceu em nome de todos os produtores.

Estima-se que 10 mil produtores produzem queijos distintos em Minas Gerais e cerca de 20 mil queijos são feitos por dia, de acordo com relatos de produtores e queijeiros (profissionais que que pegam o queijo nas queijarias e  estabelecimentos dos produtores e vendem em outros lugares).

Leia a íntegra da reportagem sobre o prêmio publicada no blog do Paladar:

Não é só de pratos que se faz o Prêmio Paladar. Todo ano, também são eleitos a personalidade e o produto do ano. Em 2013, o queijo da Serra da Canastra virou símbolo da luta para que o produtor e o produto de qualidade sejam reconhecidos, legalizados e distribuídos livremente pelo País. Por isso, foi escolhido o Produto do Ano do Prêmio Paladar.

O uso pelos chefs e a venda em São Paulo (já nem está mais tão difícil encontrá-los na cidade) acabaram legitimando os queijos produzidos na Canastra, em Minas, por aqui. Mas foram necessários anos de campanhas, mobilização dos produtores e até um documentário sobre a proibição da venda de queijos mineiros tradicionais para as coisas começarem a mudar.

No meio deste ano, os mineiros conseguiram a aprovação de uma nova norma que reconhece a inspeção estadual do queijo como equivalente à federal (feita pelo conhecido SIF, o Serviço de Inspeção Federal). Na prática, isso significa que os produtores que tiverem o selo do Instituto Mineiro Agropecuário poderão vender seus queijos frescos e curados no Brasil inteiro.

A inauguração de um centro de maturação em Medeiros, na Serra da Canastra, em agosto, foi outro marco no processo de legalização do passaporte da produção. Construído com investimento do Ministério do Desenvolvimento Agrário e órgãos do Estado de Minas, o centro – embora ainda tenha capacidade limitada – vai permitir aos pequenos produtores cumprir as regras determinadas pela legislação e submeter o produto ao prazo de maturação exigido por lei.

Os queijos da Serra da Canastra são elaborados conforme a tradição local, em geral por pequenos produtores que perpetuam uma cultura centenária. São mineiros autênticos. Essa é a nossa contribuição para reforçar a importância deste produto brasileiro artesanal e ajudar a abrir o caminho para uma cultura gastronômica mais amadurecida, quer dizer, curada.

14 de novembro de 2013     3 Commentários
Por Redação Paladar e SerTãoBras
FOTO: Fernando Sciarra/Estadão
Fonte-http://www.sertaobras.org.br/queijo-2/queijo-da-serra-da-canastra-produto-do-ano/


quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Bresse Bleu




Originalmente chamado de “Bresse Bleu”, este queijo foi desenvolvido em Bresse, na França na década de 40.Trata-se, portanto, de um queijo moderno, cuja formulação e processo de fabricação combinam dois tipos diferentes de fungos, o “penicillium roquefortii” na massa do queijo e o “penicillium candidum” em sua casca, revelando um produto final com as seguintes características:

Forma: cilíndrica e pequena (270g)
Aspecto: recoberta de mofo branco
Textura: macia e untosa, com alguma distribuição de mofo azul aflorado.
Sabor: suave e ligeiramente salgado, destacando-se o sabor dos mofos combinados, nem tão intenso quanto um gorgonzola, nem tão suave quanto um queijo Brie
Aroma: fúngico e intenso, convidando para o consumo repetido.
Combinação: Bleu de Bresse combina com vinho tinto suave (leve).
Dicas de consumo: coma-o com pães, torradas ou simplesmente puro como um “appetizer”.
Fonte-http://www.tirolez.com
Foto-bourgplus.fr

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

MINI-QUICHE DE QUEIJO COM MILHO VERDE

MINI-QUICHE DE QUEIJO COM MILHO VERDE

Ingredientes:
1 pacote de Disco de Massa Folhada
Arosa nº 8
Margarina (para untar)
Queijo ralado para polvilhar



Recheio:
2 pacotes de Suflê de Queijo Arosa
300 g
2 latas de milho verde
2 colher (sopa) de salsinha
processada

Modo de preparo:
Preparo: 1. Descongele os pacotes de Suflê de Queijo Arosa conforme as
instruções da embalagem. 2. Misture o suflê de queijo e o milho verde escorrido.
3. Leve ao fogo misturando sempre até engrossar. Desligue o fogo e acrescente a
salsinha. Deixe esfriar. Montagem: 1. Unte com um pouco de margarina as
forminhas, tipo para empada. 2. Acomode os discos de Massa Folhada nº 8 dentro
das forminhas e coloque uma colher de sopa de recheio já frio no centro de cada
disco 3. Polvilhe o queijo ralado. 4. Leve para assar em forno pré-aquecido (180
ºC) até ficarem douradas (aproximadamente 25 minutos).
-
Tempo de Preparo: 40 minutos
Rendimento: 33 discos de massa folhada
Fonte - http://arosa.com.br/site/mini-quiche-de-queijo-com-milho-verde/

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Provoleta

O Bolinho Provoleta, dica do chef Edu Guedes (Foto: Divulgação)
Provoleta

Ingredientes
1 colher (sopa) de margarina
2 xícaras (chá) de farinha de trigo
1 cubo de caldo de galinha
1 xícara (chá) de água
1 xícara (chá) de leite
Sal a gosto
 ½ kg de queijo tipo provolone cortado em cubos
 2 xícaras (chá) de farinha de rosca
 óleo, o suficiente


Modo de Preparo
Aqueça a margarina, acrescente e misture bem a farinha de trigo. Em seguida, sem parar de mexer, acrescente o caldo de galinha dissolvido na água, o leite, o sal e deixe cozinhar no fogo médio até que obtenha uma massa firme. Deixe esfriar.

Pegue um pedaço de queijo e envolva-o com esta massa formando um cubo. Faça o mesmo com o restante do queijo. Passe os cubos na farinha de rosca, frite no óleo quente até que estejam dourados e coloque sobre papel absorvente
Fonte - http://receitas.eduguedes.com.br/provoleta/

domingo, 13 de outubro de 2013

Empadinha de Queijo

Empadinha de Queijo

Ingredientes:

Ingredientes da Massa:
250 g de farinha de trigo
2 gemas
1/2 colher (chá) de sal
125 a 150 ml de óleo de soja, canola ou girassol

Modo de Preparo da Massa:

Misture todos os ingredientes até que fique uma massa homogênea. Coloque de início apenas 125 ml de óleo e se a massa ficar muito seca, acrescente o restante. Forre forminhas de empada e reserve.

Ingredientes do Recheio de Queijo:

1 caixinha de Creme de Leite Mococa

2 ovos

100 g de queijo parmesão de boa qualidade

Orégano à gosto

Modo de Preparo do Recheio:

Mistura todos os ingredientes com auxílio de um fuê. Encha as forminhas de modo que o recheio fique quase na borda. Asse em forno pré-aquecido na temperatura 180ºC por 25 à 30 minutos, ou até que as empadinhas fiquem coradas.

Rendimento:

12 unidades usando forminhas de 8 cm de diâmetro

Mauro Rebelo

Fonte-http://www.mococa.com.br/

sábado, 28 de setembro de 2013

Origem do Omelete

Fazer omelete é fácil, mas quem foi que inventou esse prato simples e salvador?

Omelete de queijo
Omelete de queijo e pimentão com molho: delícia de ovos de dar água na boca



Ingredientes:

. 1 colher (sopa) de óleo
. 1/2 pimentão vermelho picado
. 1/2 pimentão verde picado
. 1/4 de xícara (chá) de cebola picada
. Sal e pimenta a gosto
. 4 ovos
. 1/2 xícara (chá) de queijo branco cortado em cubos
. Salsa picada a gosto
. 1/2 xícara (chá) de molho de tomate

Modo de preparo:

Em uma frigideira antiadente, aqueça o óleo e ponha os pimentões e a cebola. Tempere com sal, pimenta e cozinhe por cinco minutos no fogo brando ou até ficarem macios. Reserve. Bata bem os ovos com um pouco de sal, coloque na frigideira untada com óleo e aquecida. Tampe a frigideira e deixe cozinhar no fogo baixo durante seis minutos. Quando a omelete estiver firme e a parte de cima ainda um pouco úmida, distribua, na metade da omelete, os pimentões e o queijo. Com uma espátula, dobre a omelete, tampe a frigideira e deixe no fogo por mais três minutos ou até o queijo derreter. Salpique a salsa e sirva com o molho de tomate.



Toda a versatilidade do omelete

Fazer omelete é fácil, mas quem foi que inventou esse prato simples e salvador? Saiba curiosidades sobre a delícia!

Incrementado, o omelete pode ganhar legumes, queijos e outros ingredientes especiais

A origem da omelete é controversa. Segundo uma pesquisa realizada na Universidade de Cambridge (Inglaterra), por exemplo, os ingleses reivindicam a paternidade da receita para o médico Oswald Mellet, que teria sido dono de um restaurante com pratos à base de ovos e em cuja placa da entrada lia-se "Dr. O. Mellet".

Há quem acredite ainda que a omelete tenha sido criada na Pérsia (atual Irã) e chamada de kookoo (lê-se kuku). Esse prato teria viajado pelo Oriente Médio, norte da África e Europa, e recebido muitas adaptações. Na França do século 17, ela foi batizada de omelette, uma variação de lamelle, que significa pequena lâmina.

Aliás, os franceses tornaram-se mestres no preparo da omelete, especialmente a baveuse, mais cremosa por dentro, servida como entrada, primeiro prato ou sobremesa (a versão doce). A receita mais célebre deles é a de Madame Annette Poulard, servida até hoje no hotel-restaurante Mère Poulard, aberto por ela e o marido no sopé do Mont Saint Michel, na Normandia.

Já na Espanha, usam diversos ingredientes misturados aos ovos crus e a chamam de tortilla, nome que recebe também no Marrocos.

Publicado em 14/01/2013
Virgínia Lamarco
Conteúdo MdeMulher
Foto: Ormuzd Alves
Fonte-http://mdemulher.abril.com.br/culinaria/reportagem/be-a-ba-da-cozinha/toda-versatilidade-omelete-730954.shtml

domingo, 21 de julho de 2013

Queijo de Figo




Queijo de Figo

Ingredientes:

300g figos secos*
300g de amêndoas*
250g de passas*
30g de farinha de alfarroba
água q.b.
½ colher de chá de funcho em pó
½ colher de chá de funcho em grão
* demolhados uma noite

Preparação:
O primeiro passo para executar esta sobremesa é arranjar uma cinta metálica ou de outro material para conformar o bolo. A seguir tritura a amêndoa à qual acrescenta a farinha de alfarroba e o funcho. Tritura depois os figos e as passas grosseiramente. Mistura tudo até criar consistência de massa. Convém amassar com as mãos durante algum tempo pois assim permitimos que o óleos próprios dos ingredientes se tornem mais disponíveis e ajudem a aglomerar os ingredientes. Se mesmo assim a massa estiver demasiado seca acrescenta um pouco de água. Por fim coloca a mistura na forma e pressiona para que ganhe a forma de queijo. Deixa secar, de preferência coloca algumas horas ao sol (não directo) a secar, e está pronto a servir.

Curiosidade:
Originalmente este é um doce tradicional do sul de Portugal, mas costuma ser feito com os ingredientes torrados. Este doce é também conhecido por queijo de maio, pois é costume comer-se no feriado de 1º de Maio, dia em que as pessoas costumam ir passear para o campo levando-o no seu farnel.

Obs.: No lugar da água pode usar geleia de arroz, de milho ou de agave.

Autoria: Hugo Dunkel (receita pertencente ao 2º premiado da 1ª edição do Concurso de Menus Vegetarianos, promovido pelo Centro Vegetariano)

Fonte-Copyright Centro Vegetariano. Reprodução permitida desde que indicando o endereço: http://www.centrovegetariano.org/receitas/Article-793-Queijo-de-Figo.html

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Arupiara

Queijo artesanal da fazenda onde Ariano Suassuna cria cabras chegam ao Recife



Primo e camarada de Ariano Suassuna, Manoel Dantas Vilar é quase tão (se não for mais) nacionalista quanto o escritor. “Na minha fazenda, eu não permito imitar receita de francês. Leite bom é leite de cabra nativa do Nordeste”, costuma dizer ele, criador de cabras e dono de três prêmios no último concurso de queijos do Nordeste.
    Novidades no mercado recifense, os queijos de cabra de Manelito chamam atenção já pela origem: são feitos na famosa fazenda Carnaúba, na cidade paraibana de Taperoá, na qual o mestre armorial encontra sossego e inspiração.
    Foi Ariano, aliás, quem batizou os queijos do laticínio pioneiro na produção de queijos de cabra no Nordeste, uma produção que começou ainda em 1979. “Tio Ariano botou o nome de Grupiara, que significa veio de diamantes, porque diz que o laticínio é o diamante da fazenda”, diz Joaquim Dantas Vilar, um dos filhos de Manelito e hoje à frente da produção dos queijos que procuram demarcar uma nova identidade no Nordeste. “Realmente, a gente não tenta nem quer imitar nenhum queijo europeu”, diz.
    Feitos de leite de pasteurização lenta, o que agride menos a cultura láctea responsável por sabor e textura, os queijos são maturados e podem, para facilitar o entendimento, ser comparados a um cablanca.
    “Em casa, a gente costuma servir queijo com até um ano de maturação para as visitas. Mas para vender, e gente não matura tanto, porque os custos seriam muito altos”, diz Joaquim. Os queijos que chegam com a marca ao mercado são brevemente maturados, não mais que um mês.
    O queijo tipo cablanca serve apenas como comparação. Porque as texturas e sabor dos queijos de Taperoá são diferentes, como se mais fundidos, o que os situam como relativamente inéditos. “Com o tratamento térmico, a textura fica diferente”, reforça Joaquim.
    As cabras usadas são, entre outras, a parda sertaneja, a moxotó, a azul, a repartida, a graúna, a marota e a canindé. De europeia, apenas a raça muciana, de origem espanhola. “Elas conseguem fornecer um leite uniforme”, diz ele, que tem o produto analisado pela Universidade Federal Rural de Pernambuco.
    “O teor de sólido do leite dessas cabras sertanejas é maior que a das cabras europeias”, aponta. Enquanto o rendimento das raças estrangeiras é de dez litro de leite para cada quilo de queijo, o das brasileiras chega a sete para um. A produção de leite de cabra na fazenda já foi de 600 mil litros por dia. Hoje, com a seca, oscila entre 450 e 500 litros. “Compramos leite dos fornecedores para completar a produção”, diz. 
    Os queijos da Grupiara são divididos em três tipos. Como nomes (claro) inéditos e sem reverência europeia, o tipo branco é chamado de arupiara e recebe um segundo tratamento térmico além da pasteurização.
    Os do tipo cariri são temperados com ervas e vegetais. Todos rigorosamente da região: aroeira, marmeleiro, alfazema e cumaru. “Um francês chegou querendo vender a painho as ervas francesas, querendo dar um tom a mais nos nossos queijos. Mas ele recusou. Acha que temos que valorizar o que temos no próprio Sertão”.
    Tem também uma pasta, temperada com alho e cebola (que deve estar em pelo menos seis horas de temperatura ambiente para exibir a potência de sabor e aroma).
    Mais conhecidos na Paraíba, os queijos da Grupiara podem ser encontrados em boxes dos mercados da Madalena e da Encruzilhada e, em breve, em delicatessens como a Casa dos Frios. A embalagem com 250 gramas custa cerca de R$ 14. O caráter sertanejo desses queijos tem, inclusive, auxílio luxuoso do próprio Ariano Suassuna. As embalagens são estampadas com iluminugravuras do escritor. Desenhos de cabras, naturalmente. “A cabra pode ser um caminho para a revitalização política, literária e econômica do Sertão do Nordeste”, diz Ariano Suassuna, enxergando, obviamente, bem mais que queijo naquele pedaço de leite de cabra fermentado e coagulado.
Fazenda Carnaúba. Telefone: (83) 3463-2585 e 9615-6140. e-mail: grupiara@hotmail.com.br
jconline.ne10.uol.com.br

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Biscoito de Queijo Estepe



Ingredientes:

250g de queijo tipo estepe ralado no ralo grosso
4 colheres (sopa) manteiga
1 colher (chá) de molho inglês
1 pitada de sal
1 xícara (chá) de farinha de trigo

Modo de Fazer:

Em uma tigela, misture o queijo, a manteiga, o molho inglês e o sal. Acrescente a farinha de trigo e misture bem. Unte e enfarinhe uma assadeira grande. Reserve. Pré-aqueça o forno em temperatura média (180ºC).
Entre duas folhas de filme plástico, abra a massa com o rolo, na espessura de 0,5 cm. corte em tiras ou no formato desejado com o cortador de biscoitos. Coloque na assadeira e leve ao forno por cerca de 12 minutos.

Dica:
Para dar um toque mais sofisticado, passe os biscoitos no açúcar de confeiteiro.
Fonte - cybercook.terra.com.br