| Omelete com milho verde e queijo branco
Omelete Caipira
Ingredientes
1 tablete de MAGGI® Caldo de Galinha
4 colheres (sopa) de Leite Líquido MOLICO®
5 ovos
1 xícara (chá) de milho verde em conserva
meia xícara (chá) de queijo minas fresco picado
1 colher (sopa) de salsa picada
1 colher (sopa) de manteiga
Modo de Preparo
Em um recipiente, dissolva o Caldo MAGGI no Leite MOLICO
quente e reserve. Em outro recipiente bata os ovos com o auxílio de um garfo e
acrescente o Caldo MAGGI dissolvido. Misture o milho verde, o queijo e a salsa.
Em uma frigideira grande, aqueça a manteiga e despeje a mistura. Doure até que
a parte de cima esteja cozida. Dobre a omelete ao meio ou vire- a com o auxílio
de um prato. Deixe dourar e sirva a seguir.
DICA:
- Sirva acompanhada de salada.
Sobre a receita
Rendimento: 5 porções
Categoria da Receita: Acompanhamentos
Tipo de Prato: Legumes e verduras, Massas Salgadas
Tempo de Preparo: 15 min.
Tempo Total de Preparo: 15 min.
Nível de Dificuldade: Fácil
Custo: $ - Baixo
Fonte-http://www.nestle.com.br/site/cozinha/receitas/Omelete_Caipira.aspx
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sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
Omelete Caipira
terça-feira, 29 de outubro de 2013
Nhoque de Milho Verde
| Nhoque de milho verde: experimente essa delícia |
Ingredientes
.6 espigas de milho
.2 xícaras (chá) de leite
.10 colheres (sopa) de farinha de trigo
.Sal a gosto
.queijo parmesão ralado a gosto
Modo de preparo
Lave as espigas e corte os grãos. No liquidificador, bata o milho, o leite, a farinha de trigo e o sal. Passe a mistura na peneira, coloque em uma panela e leve ao fogo brando, mexendo sem parar até engrossar e soltar do fundo da panela. Deixe esfriar. Trabalhe a massa com as mãos polvilhadas com farinha de trigo. Faça rolinhos e corte os nhoques. Cozinhe-os aos poucos em bastante água fervendo e retire- os com uma escumadeira, assim que subirem à superfície. Coloque em um refratário, cubra com o molho de sua preferência e polvilhe o queijo ralado. Sirva em seguida.
Dica:
conforme for retirando o nhoque da água, escorra e coloque-os em um refratário untado com um pouco de azeite ou óleo.
Foto: Ormuzd Alves
Preparo: Demorado (acima de 45 minutos)
Rendimento: 4 porções
Dificuldade: Fácil
Categoria: Massa
Calorias: 438 por porção
Fonte - http://mdemulher.abril.com.br/culinaria/receitas/receita-de-nhoque-milho-verde-546362.shtml
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
MINI-QUICHE DE QUEIJO COM MILHO VERDE
| MINI-QUICHE DE QUEIJO COM MILHO VERDE |
Ingredientes:
1 pacote de Disco de Massa Folhada
Arosa nº 8
Margarina (para untar)
Queijo ralado para polvilhar
Recheio:
2 pacotes de Suflê de Queijo Arosa
300 g
2 latas de milho verde
2 colher (sopa) de salsinha
processada
Modo de preparo:
Preparo: 1. Descongele os pacotes de Suflê de Queijo Arosa conforme as
instruções da embalagem. 2. Misture o suflê de queijo e o milho verde escorrido.
3. Leve ao fogo misturando sempre até engrossar. Desligue o fogo e acrescente a
salsinha. Deixe esfriar. Montagem: 1. Unte com um pouco de margarina as
forminhas, tipo para empada. 2. Acomode os discos de Massa Folhada nº 8 dentro
das forminhas e coloque uma colher de sopa de recheio já frio no centro de cada
disco 3. Polvilhe o queijo ralado. 4. Leve para assar em forno pré-aquecido (180
ºC) até ficarem douradas (aproximadamente 25 minutos).
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Tempo de Preparo: 40 minutos
Rendimento: 33 discos de massa folhada
Fonte - http://arosa.com.br/site/mini-quiche-de-queijo-com-milho-verde/
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
Bolo de Milho
| Bolo de Milho |
INGREDIENTES
Bolo de Milho:
1 xícara de chá de leite desnatado
250g de milho cozido
1 pacote de creme de cebola
1 xícara de chá de azeite
3 ovos
480g farinha de trigo
½ fermento em pó
Orégano
Iogurte:
320g de iogurte desnatado
160ml de leite desnatado
12 morangos
Adoçante a gosto
MODO DE PREPARO
Modo de Preparo Bolo de Milho:
Bata no liquidificar o leite, o milho, o creme de cebola o azeite e os ovos e a farinha de trigo. Acrescente o fermento e misture delicadamente. Unte a assadeira e derrame a massa e polvilhe com orégano. Pré aqueça o forno a 180 graus e asse por 50 minutos.
Dicas e informações adicionais
Reserve metade do milho e misture delicadamente quando for adicionar o fermento. Fazendo isso, quando cortar o bolo, os milhos ficarão à vista!
CRÉDITOS
Chef Luiz Otávio Lavrador - Maria Mariah Gastronomia
Fonte - http://www.revistain.com.br/culinaria/light/bolo_de_milho
segunda-feira, 1 de julho de 2013
Pipoca
A pipoca
Rubem Alves
A culinária me fascina. De vez em quando eu até me até atrevo a cozinhar. Mas o fato é que sou mais competente com as palavras do que com as panelas.
Por isso tenho mais escrito sobre comidas que cozinhado. Dedico-me a algo que poderia ter o nome de "culinária literária". Já escrevi sobre as mais variadas entidades do mundo da cozinha: cebolas, ora-pro-nobis, picadinho de carne com tomate feijão e arroz, bacalhoada, suflês, sopas, churrascos.
Cheguei mesmo a dedicar metade de um livro poético-filosófico a uma meditação sobre o filme A Festa de Babette que é uma celebração da comida como ritual de feitiçaria. Sabedor das minhas limitações e competências, nunca escrevi como chef. Escrevi como filósofo, poeta, psicanalista e teólogo — porque a culinária estimula todas essas funções do pensamento.
As comidas, para mim, são entidades oníricas.
Provocam a minha capacidade de sonhar. Nunca imaginei, entretanto, que chegaria um dia em que a pipoca iria me fazer sonhar. Pois foi precisamente isso que aconteceu.
A pipoca, milho mirrado, grãos redondos e duros, me pareceu uma simples molecagem, brincadeira deliciosa, sem dimensões metafísicas ou psicanalíticas. Entretanto, dias atrás, conversando com uma paciente, ela mencionou a pipoca. E algo inesperado na minha mente aconteceu. Minhas idéias começaram a estourar como pipoca. Percebi, então, a relação metafórica entre a pipoca e o ato de pensar. Um bom pensamento nasce como uma pipoca que estoura, de forma inesperada e imprevisível.
A pipoca se revelou a mim, então, como um extraordinário objeto poético. Poético porque, ao pensar nelas, as pipocas, meu pensamento se pôs a dar estouros e pulos como aqueles das pipocas dentro de uma panela. Lembrei-me do sentido religioso da pipoca. A pipoca tem sentido religioso? Pois tem.
Para os cristãos, religiosos são o pão e o vinho, que simbolizam o corpo e o sangue de Cristo, a mistura de vida e alegria (porque vida, só vida, sem alegria, não é vida...). Pão e vinho devem ser bebidos juntos. Vida e alegria devem existir juntas.
Lembrei-me, então, de lição que aprendi com a Mãe Stella, sábia poderosa do Candomblé baiano: que a pipoca é a comida sagrada do Candomblé...
A pipoca é um milho mirrado, subdesenvolvido.
Fosse eu agricultor ignorante, e se no meio dos meus milhos graúdos aparecessem aquelas espigas nanicas, eu ficaria bravo e trataria de me livrar delas. Pois o fato é que, sob o ponto de vista de tamanho, os milhos da pipoca não podem competir com os milhos normais. Não sei como isso aconteceu, mas o fato é que houve alguém que teve a idéia de debulhar as espigas e colocá-las numa panela sobre o fogo, esperando que assim os grãos amolecessem e pudessem ser comidos.
Havendo fracassado a experiência com água, tentou a gordura. O que aconteceu, ninguém jamais poderia ter imaginado.
Repentinamente os grãos começaram a estourar, saltavam da panela com uma enorme barulheira. Mas o extraordinário era o que acontecia com eles: os grãos duros quebra-dentes se transformavam em flores brancas e macias que até as crianças podiam comer. O estouro das pipocas se transformou, então, de uma simples operação culinária, em uma festa, brincadeira, molecagem, para os risos de todos, especialmente as crianças. É muito divertido ver o estouro das pipocas!
E o que é que isso tem a ver com o Candomblé? É que a transformação do milho duro em pipoca macia é símbolo da grande transformação porque devem passar os homens para que eles venham a ser o que devem ser. O milho da pipoca não é o que deve ser. Ele deve ser aquilo que acontece depois do estouro. O milho da pipoca somos nós: duros, quebra-dentes, impróprios para comer, pelo poder do fogo podemos, repentinamente, nos transformar em outra coisa — voltar a ser crianças! Mas a transformação só acontece pelo poder do fogo.
Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho de pipoca, para sempre.
Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo fica do mesmo jeito, a vida inteira. São pessoas de uma mesmice e dureza assombrosa. Só que elas não percebem. Acham que o seu jeito de ser é o melhor jeito de ser.
Mas, de repente, vem o fogo. O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos. Dor. Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, ficar doente, perder um emprego, ficar pobre. Pode ser fogo de dentro. Pânico, medo, ansiedade, depressão — sofrimentos cujas causas ignoramos.Há sempre o recurso aos remédios. Apagar o fogo. Sem fogo o sofrimento diminui. E com isso a possibilidade da grande transformação.
Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro ficando cada vez mais quente, pense que sua hora chegou: vai morrer. De dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar destino diferente. Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada. A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz. Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo, a grande transformação acontece: PUF!! — e ela aparece como outra coisa, completamente diferente, que ela mesma nunca havia sonhado. É a lagarta rastejante e feia que surge do casulo como borboleta voante.
Na simbologia cristã o milagre do milho de pipoca está representado pela morte e ressurreição de Cristo: a ressurreição é o estouro do milho de pipoca. É preciso deixar de ser de um jeito para ser de outro.
"Morre e transforma-te!" — dizia Goethe.
Em Minas, todo mundo sabe o que é piruá. Falando sobre os piruás com os paulistas, descobri que eles ignoram o que seja. Alguns, inclusive, acharam que era gozação minha, que piruá é palavra inexistente. Cheguei a ser forçado a me valer do Aurélio para confirmar o meu conhecimento da língua. Piruá é o milho de pipoca que se recusa a estourar.
Meu amigo William, extraordinário professor pesquisador da Unicamp, especializou-se em milhos, e desvendou cientificamente o assombro do estouro da pipoca. Com certeza ele tem uma explicação científica para os piruás. Mas, no mundo da poesia, as explicações científicas não valem.
Por exemplo: em Minas "piruá" é o nome que se dá às mulheres que não conseguiram casar. Minha prima, passada dos quarenta, lamentava: "Fiquei piruá!" Mas acho que o poder metafórico dos piruás é maior.
Piruás são aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem.
Ignoram o dito de Jesus: "Quem preservar a sua vida perdê-la-á".A sua presunção e o seu medo são a dura casca do milho que não estoura. O destino delas é triste. Vão ficar duras a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca macia. Não vão dar alegria para ninguém. Terminado o estouro alegre da pipoca, no fundo a panela ficam os piruás que não servem para nada. Seu destino é o lixo.
Quanto às pipocas que estouraram, são adultos que voltaram a ser crianças e que sabem que a vida é uma grande brincadeira...
"Nunca imaginei que chegaria um dia em que a pipoca iria me fazer sonhar. Pois foi precisamente isso que aconteceu".
O texto acima foi extraído do jornal "Correio Popular", de Campinas (SP), onde o escritor mantém coluna bissemanal.
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Quirera, milho quebrado e socado no pilão
Ingredientes
300 grs de quirera de milho (ou canjiquinha)
4 colheres de sopa de óleo de milho
2 cebolas picadas
3 dentes de alho picados
1 kg de costelinha defumada
1 ramo de manjerona fresca picada
sal a gosto
pimenta do reino a gosto
salsinha batida a gosto
cebolinha picada a gosto
Modo de preparo
Lavar bem a quirera e deixar de molho em água por 1 hora. Numa panela de ferro, dourar a cebola e o alho em um pouco de óleo. Juntar a costelinha e fritar de ambos os lados. Acrescentar água e cozinhar até que a carne esteja bem cozida. Juntar a quirera e cozinhar em fogo brando, mexendo para não grudar no fundo da panela. O ponto da quirera deve ser al dente e ainda úmida. No final do cozimento, temperar com o sal, a pimenta e a manjerona. Checar o gosto. Antes de servir, salpicar a salsinha e a cebolinha por cima da quirera. As guarnições ideais para acompanhá-la são feijão e couve refogada.
Fonte - brasilsabor.com.br
Curiosidade : Hoje comemora-se o dia mundial do compositor.
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