Olá, como vai você?
"Comer, comer é o melhor para poder… emagrecer!
A-ha! Duvido que vocês achavam que a frase do título terminaria assim! Sempre que alguém quer emagrecer o primeiro pensamento é fechar a boca. Mas você não precisa abandonar os alimentos de que mais gosta para emagrecer.
Então… não precisa! O truque é incluir os alimentos que liberam gordura. A ciência mostra que esses superingredientes promovem perda de peso e podem ser usados para recriar pratos básicos. Aproveite ovos, iogurte natural, vinagre e ervas e prepare uma deliciosa salada magra de batatas. É supersimples e super-rápida! Você vai precisar de:
1 kg de batatas roxas cozidas e picadas
5 ovos cozidos e picados
¾ de xícara de iogurte natural com 2% de gordura
3 talos de aipo picados
½ cebola roxa picada
1 colher (sopa) de mostarda de Dijon
1 colher (sopa) de vinagre de maçã
1 xícara de ervas picadas
1 colher (chá) de sal e outra de pimenta
É tão fácil que vou precisar apenas de uma linha para descrever como prepará-la: misture tudo e sirva sozinho ou como acompanhamento. :D
A receita serve 6 pessoas, dá para a família toda.
Depois fala aqui para a gente se você gostou, tá? :)
Por Midori Faria "
Fonte - http://blog.selecoes.com.br/comer-comer-e-o-melhor-para-poder-emagrecer/
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terça-feira, 2 de junho de 2015
quarta-feira, 28 de maio de 2014
Papinha de Carne, Abóbora, Batata e Couve
Olá, como vai?
Em homenagem ao nosso pequeno Duniel estou
abrindo um espaço aqui, no nosso blog, dedicado a este universo maravilhoso que
é a alimentação do bebê. Aqui, vou postar receitinhas deliciosas para os nossos
tão amados filhotes. A mamãe do Duni é uma verdadeira "mamãe gourmet", muito
caprichosa, sabe que quanto mais frescos estiverem os legumes, as verduras e as
frutas, melhor será para a saúde e o paladar do seu bebê. Inclusive, se você tiver
a opção de usar orgânicos, melhor ainda, pois contém menos substâncias tóxicas.
Vamos à primeira receitinha:
| Papinha de Carne, Abóbora, Batata e Couve |
Ingredientes -
1 colher de sobremesa de óleo vegetal
1 colher de chá de cebola picada
2 colheres de sopa de carne moída
1 batata pequena cortada em cubos pequenos
2 colheres de sopa de abóbora cortada em cubos pequenos
2 colheres de sopa de couve picada
Modo de preparo -
Em uma panela, aqueça o óleo e refogue a cebola e a carne moída. Acrescente em seguida a batata e a abóbora. Cubra com água, tampe a panela e cozinhe até que todos os ingredientes estejam bem macios e com um pouco de caldo. Junte a couve e cozinhe por mais 5 minutos. Amasse todos os ingredientes com um garfo e sirva.
** Rendimento: 1 ou 2 porções
Importante: para saber a consistência ideal dos alimentos para cada fase de seu bebê, consulte um médico pediatra ou um nutricionista.
Fonte - http://www.revistasaboresdosul.com.br/receita/explore/papinha-de-carne-abobora-batata-e-couve
domingo, 29 de dezembro de 2013
Nhoque Integral de Batata ou Mandioquinha
| Nhoque Integral de Batata ou Mandioquinha |
Descrição: Prepare hoje mesmo esse Nhoque integral de batata e mandioquinha que é uma excelente fonte de carboidratos integrais e fibras para deixar sua dieta mais saborosa
Ingredientes:
480 g de batatas ou mandioquinha
1/2 xícara (chá) de farinha de trigo integral
2 colheres (sopa) de farinha de trigo integral para polvilhar
Azeite para dar “liga” na massa
folhas de manjericão a gosto
Como Fazer:
1. Coloque água numa panela grande e leve ao fogo para ferver. Acrescente as batatas e cozinhe por 30 minutos ou até que fiquem macias. Verifique o ponto, espetando com um garfo.
2. Retire as batatas da água e passe por um espremedor. Adicione a farinha e o alecrim picado às batatas espremidas. Trabalhe a mistura com as mãos e o azeite até obter uma massa lisa e uniforme.
3. Polvilhe um pouco de farinha de trigo sobre uma superfície lisa. Pegue uma porção da massa e faça um rolinho. Corte o rolinho em pedaços (2 cm), com uma faca afiada. Repita a operação com toda a massa.
4. Coloque os nhoques numa assadeira enfarinhada, tomando cuidado para não colocar um sobre o outro, evitando assim que grudem. Reserve.
5. Comece a preparar o molho.
6. Depois que o molho estiver pronto, comece a cozinhar os nhoques. Numa panela grande, leve 3 litros de água com 1 colher (sopa) de sal ao fogo alto. Quando ferver, coloque um pouco dos nhoques para cozinhar. Conforme forem subindo à superfície, retire com uma escumadeira e coloque numa tigela com 1/2 xícara (chá) de água e 2 colheres (sopa) de azeite. Repita o procedimento até que todos os nhoques estejam cozidos. Reserve.
7. Aqueça o molho e distribua sobre os nhoques. Polvilhe manjericão e sirva a seguir.
PARA O MOLHO DE TOMATE
Ingredientes:
4 tomates frescos e maduros
1/2 cebola picada
2 colheres (chá) de orégano
4 colheres (chá) de azeite de oliva
Como Fazer:
Cozinhe até engrossar um pouco, distribua sobre o nhoque e sirva!
Fonte -http://www.projetovidatoda.com/nhoque-integral-de-batata-e-mandioquinha/
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
Batata Sautée Com Pimenta-Cambuci:
| Batata sautée com pimenta-cambuci: o acompanhamento perfeito para a carne de panela |
Ingredientes
. 1 Kg de batata descascadas e cortadas em quatro
. 12 pimentas cambuci cortadas ao meio e sem sementes
. 1/4 de xícara (chá) de azeite
. Sal a gosto
. Salsa picada a gosto
Modo de Preparo
Cozinhe as batatas até ficarem macias, com cuidado para não desmanchar. Em uma frigideira grande, aqueça o azeite e frite as pimentas cambuci por 5 minutos, junte as batatas, tempere com o sal, a pimenta, a salsa e doure-as mexendo delicadamente. Sirva em seguida.
Dica: A pimenta-cambuci, também conhecida como chapéu de frade é levemente aromática e doce com um toque de acidez. Seu sabor é mais semelhante ao pimentão do que ao das pimentas.
Foto: Ormuzd Alves
Tipo de prato: Acompanhamento
Preparo: Rápido (até 30 minutos)
Rendimento: 8 porções
Dificuldade: Fácil
Categoria: Refogado
Calorias: 172 por porção
Fonte - http://mdemulher.abril.com.br/culinaria/receitas/receita-de-batata-saute-pimenta-cambuci-484021.shtml
segunda-feira, 29 de abril de 2013
Nhoque Italiano
| Nhoque Italiano |
Ingredientes
Nhoque
500 g de batata roxa
100 g de parmesão ralado
100 g de farinha de trigo
Sal, à gosto
Molho
1 kg de tomates maduros
1 cebola média picada
2 dentes de alho picados
1 folha de louro
Modo de Fazer
Nhoque: cozinhe a batata sem a casca, retire da panela e amasse. Misture a batata com o queijo, o sal e deixe esfriar. Depois de frio, coloque a farinha aos poucos misturando devagar até desgrudar da mão. Modele e corte em cubos. Em uma panela, coloque água suficiente para cobrir, deixe ferver e coloque os nhoques para cozinhar por cerca de 2 minutos ou até boiar. Retire e reserve.
Molho de tomate: lave bem os tomates. Com uma faca, faça um corte em “X” na base de cada tomate cru. Coloque os tomates em uma panela com água fervendo por 30 segundos. Em outra tigela, coloque água e gelo. Com uma escumadeira, retire os tomates da panela e mergulhe-os na tigela com água e gelo. Pelo “X” feito nos tomates, puxe a pele como se fossem quatro folhas. O choque térmico faz com que a pele se desprenda facilmente. Para extrair as sementes, corte os tomates na metade, horizontalmente, e, com o dedo indicador, retire-as com o suco que as envolve. Não enxágüe os tomates, pois a água pode até tirar as últimas sementes, mas leva junto parte do sabor. Corte os tomates em cubinhos. Em uma panela grande, coloque o azeite e leve ao fogo baixo para aquecer. Quando estiver quente, junte a cebola e refogue por 2 minutos, mexendo sempre, ou até que fique transparente. Acrescente o alho picado e refogue por mais 1 minuto, sem parar de mexer. Em seguida, coloque todo o tomate picado na panela e misture bem. Acrescente a água quente e a folha de louro ao molho. Mexa bem e tempere com sal e pimenta-do-reino. Tampe a panela e deixe o molho cozinhar por cerca de 1 hora em fogo médio. Mexa de vez em quando, para não grudar, e verifique a água. Adicione um pouquinho de água quente, caso seja necessário. Desligue o fogo.
Fonte-http://receitas.eduguedes.com.br
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Quiche de Batata, Tomate e Manjericão
| Quiche de batata, tomate e manjericão: requinte para sua recepção! |
Ingredientes
. 1 1/2 xícara (chá) de farinha de trigo
. 1/2 xícara (chá) de manteiga gelada
. 5 ovos
. 2 colheres (sopa) de água gelada
. 2 colheres (sopa) de azeite
. 5 batatas médias descascadas e cortadas em rodelas de 0,5 cm
. Sal e pimenta-do-reino a gosto
. 10 minicebolas cortadas em quatro gomos
. 1 xícara (chá) de leite
. 10 tomates-cereja cortados ao meio
. 1 xícara (chá) de queijo gruyère ralado grosso
. 1/2 xícara (chá) de folhas de manjericão rasgadas
Modo de preparo
1. Numa superfície, coloque a farinha, o sal e a manteiga. Pique a manteiga. Mexa até obter uma farofa úmida.
2. Faça uma depressão no centro e acrescente 1 ovo e a água. Misture com um garfo e amasse até obter uma bola.
3. Embrulhe em papel-filme e reserve na geladeira por 30 minutos.
4. Para o recheio, aqueça metade do azeite. Junte a batata e refogue até ficar macia, porém, firme. Tempere com sal e pimenta e transfira para uma tigela.
5. Na mesma frigideira, coloque o azeite restante e aqueça. Ponha a minicebola e refogue até dourar. Tempere com sal e pimenta e reserve.
6. Aqueça o forno a 180 ºC.
7. Forre o fundo e a lateral de uma forma de 25 cm de diâmetro com fundo removível com a massa reservada e, com a ajuda de um garfo, faça furos no fundo da massa.
8. Forre a massa com papel-alumínio e preencha com grãos de feijão. Leve ao forno por 15 minutos e retire o papel. Asse até dourar ligeiramente. Retire do forno e mantenha-o ligado.
9. Numa tigela, misture o leite com os 4 ovos e bata. Adicione a batata, a minicebola, o tomate, o queijo e o manjericão e tempere com sal e pimenta.
10. Coloque o recheio na forma e leve novamente a massa ao forno por 25 minutos ou até o recheio ficar firme na borda. Sirva.
Fonte-mdemulher.abril.com.br
Foto: Eduardo Delfim
Tipo de prato: Entrada
Preparo: Demorado (acima de 45 minutos)
Rendimento: 12 porções
Dificuldade: Difícil
Categoria: Torta salgada e quiche
Calorias: 472 por porção
domingo, 29 de janeiro de 2012
História do Nhoque
Olá, como vai ?
Vamos conhecer um pouco sobre o Nhoque ?
O sociólogo paulista Gabriel Bolaffi, no livro A Saga da Comida, lançado em 2000, diz significar "algo como pelota, isto é, uma pelotinha de farinha amassada com água".
Desejo a você um lindo dia!
Ingredientes:
Molho:
· 1/4 de xícara (chá) de azeite
· 4 dentes de alho picados
· 1 cebola grande picada
· 1/3 de xícara (chá) de passas brancas
· 3 latas de tomate pelado
· Sal e pimenta calabresa a gosto
Nhoque
· 7 batatas médias
· 8 xícaras (chá) de água
· 1 ovo
· 1 xícara (chá) de farinha de trigo
· 1 pitada de sal
· 1/4 de xícara (chá) de manjericão picado
· 1/4 de xícara (chá) de queijo parmesão ralado
Modo de preparo:
Molho:
Aqueça o azeite e frite o alho e a cebola até dourarem. Junte as passas e o tomate. Deixe ferver. Abaixe o fogo, tampe e cozinhe por 20 minutos. Tempere com o sal e a pimenta. Mexa, retire do fogo e reserve.
Nhoque:
Em uma panela, ponha a batata e cubra com a água. Cozinhe em fogo alto até ficar macia. Escorra e passe por um espremedor apoiado sobre uma tigela grande. À parte, encha outra panela grande com bastante água e ferva em fogo alto. Faça uma depressão no centro da massa de batata e junte o ovo, a farinha e o sal. Amasse até obter uma mistura homogênea. Polvilhe uma superfície lisa com farinha. Retire porções da massa, faça rolinhos com 1,5 cm de espessura e corte em pedaços de 2 cm de comprimento. Aperte cada um levemente com um garfo. Cozinhe na água quente. Quando subirem à superfície, retire do fogo. Ponha em uma travessa.Despeje o molho, decore com o manjericão e o parmesão.
História do Nhoque
O simpático costume de comer nhoque no dia 29 poder ser recente, mas a história do prato é bastante antiga. Foi certamente o primeiro tipo de massa caseira - apesar do renomado gastrônomo Pellegrino Artusi, autor do clássico italiano A Ciência na Cozinha e a Arte de Comer Bem, publicado em 1891, não o enquadrar nessa categoria. O espaguete, o ravióli e companhia são posteriores. Supõe-se que o nhoque exista desde os antigos gregos e romanos.
Na Itália, chamaram-no primeiramente de macarrão. Na Idade Média, porém, já era conhecido com o nome atual. Em português, escreve-se nhoque. Fica parecendo vocábulo de ascendência tupi-guarani. Em italiano, grafa-se "gnocchi". O sociólogo paulista Gabriel Bolaffi, no livro A Saga da Comida, lançado em 2000, diz significar "algo como pelota, isto é, uma pelotinha de farinha amassada com água".
Mudando conforme os ingredientes da massa e do molho, o nhoque começou a ser elaborado com várias farinhas, sobretudo de trigo, arroz e inclusive com miolo de pão. Misturadas com água, temperadas com sal e cozidas na água, propiciaram alimentos substanciosos. Anos depois, a massa foi enriquecida com espinafre, queijo, castanha, carne ou peixe. Após a introdução do milho na Itália, em meados do século 16, surgiu o nhoque de polenta. Mas foi a chegada da batata, entre os séculos 16 e 17, que mudou a história do prato.
Tornou-se seu ingrediente supremo, embora continuem prestigiados os nhoques de farinha de trigo e semolina. Os sicilianos criaram uma receita exemplar. Seu nhoque mais famoso usa farinha de trigo, ricota de ovelha; no molho, uva passa, manjericão fresco e "pinoli". A receita dos romanos leva semolina, cozinha no leite e vai ao forno com queijo parmesão.
No passado, o nhoque era uma preparação característica das cozinhas do norte e centro da Itália. Hoje, caiu em domínio nacional. Venceu até a resistência dos napolitanos, adeptos irredutíveis do espaguete e outras massas de fio longo. Alastrou-se aos países vizinhos. Na Alemanha existe um prato assemelhado. É o "spätzle", que acompanha caça ou carne assada. Também é preparado gratinado e servido em sopas. A Hungria repete a receita, mudando o nome para "galuska", que se harmoniza com o "goulash", um ensopado de carne conhecido desde o século 9.º. Ambos são feitos com farinha de trigo.
No Brasil, o chef francês Laurent Suaudeau criou uma obra-prima que outros cozinheiros copiam: nhoque de milho verde. A imaginação gastronômica desconhece limites. Outros cozinheiros em atividade no país desenvolveram nhoques de batata-doce, mandioca e mandioquinha.
Em qualquer receita, a massa também comporta recheios. O ingrediente mais comum é o queijo. Na região italiana do Friuli, coloca-se uma ameixa dentro do nhoque gigante de batata. Essa curiosa combinação é atribuída à influência da vizinha Áustria. Elaborações cortadas em fragmentos arredondados, frutos secos como a noz, amêndoa, castanha e avelã, sementes de frutas frescas como a romã, o bago da uva, cereais como a lentilha, alimentam o corpo e espírito em diversas culturas. Não por acaso são comidas de bom augúrio na passagem do ano. Essas referências explicariam o sucesso do prato de todo dia 29. Para o comilão, entretanto, a verdadeira fortuna é saborear nhoque.
Conta a lenda que São Pantaleão, num certo dia 29 de dezembro, vestido de andarilho, perambulava por um vilarejo da Itália. Faminto, bateu a porta de uma casa e pediu comida.
A família era grande e pobre. Apesar disso, eles dividiram o nhoque que comiam com o andarilho. Cada um recebeu 7 massinhas. São Pantaleão comeu, agradeceu a acolhida e se foi. Quando foram recolher os pratos, descobriram que embaixo de cada um havia bastante dinheiro.
Desde então, acredita-se que todo dia 29 comer nhoque traz fortuna.
Segundo o ritual deve-se colocar uma nota embaixo do prato, comer os primeiros sete nhoques em pé, fazer um pedido antes de comer cada um deles.
Fonte: www.fabenemassas.com.br
Fonte: www.italiaoggi.com.br
Fonte-http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/historia-do-nhoque/historia-do-nhoque.php
Foto: Duca Valery
Curiosidade : Hoje,comemora-se:
Vamos conhecer um pouco sobre o Nhoque ?
O sociólogo paulista Gabriel Bolaffi, no livro A Saga da Comida, lançado em 2000, diz significar "algo como pelota, isto é, uma pelotinha de farinha amassada com água".
Desejo a você um lindo dia!
| Nhoque com molho de tomate: sucesso garantido |
Ingredientes:
Molho:
· 1/4 de xícara (chá) de azeite
· 4 dentes de alho picados
· 1 cebola grande picada
· 1/3 de xícara (chá) de passas brancas
· 3 latas de tomate pelado
· Sal e pimenta calabresa a gosto
Nhoque
· 7 batatas médias
· 8 xícaras (chá) de água
· 1 ovo
· 1 xícara (chá) de farinha de trigo
· 1 pitada de sal
· 1/4 de xícara (chá) de manjericão picado
· 1/4 de xícara (chá) de queijo parmesão ralado
Modo de preparo:
Molho:
Aqueça o azeite e frite o alho e a cebola até dourarem. Junte as passas e o tomate. Deixe ferver. Abaixe o fogo, tampe e cozinhe por 20 minutos. Tempere com o sal e a pimenta. Mexa, retire do fogo e reserve.
Nhoque:
Em uma panela, ponha a batata e cubra com a água. Cozinhe em fogo alto até ficar macia. Escorra e passe por um espremedor apoiado sobre uma tigela grande. À parte, encha outra panela grande com bastante água e ferva em fogo alto. Faça uma depressão no centro da massa de batata e junte o ovo, a farinha e o sal. Amasse até obter uma mistura homogênea. Polvilhe uma superfície lisa com farinha. Retire porções da massa, faça rolinhos com 1,5 cm de espessura e corte em pedaços de 2 cm de comprimento. Aperte cada um levemente com um garfo. Cozinhe na água quente. Quando subirem à superfície, retire do fogo. Ponha em uma travessa.Despeje o molho, decore com o manjericão e o parmesão.
História do Nhoque
O simpático costume de comer nhoque no dia 29 poder ser recente, mas a história do prato é bastante antiga. Foi certamente o primeiro tipo de massa caseira - apesar do renomado gastrônomo Pellegrino Artusi, autor do clássico italiano A Ciência na Cozinha e a Arte de Comer Bem, publicado em 1891, não o enquadrar nessa categoria. O espaguete, o ravióli e companhia são posteriores. Supõe-se que o nhoque exista desde os antigos gregos e romanos.
Na Itália, chamaram-no primeiramente de macarrão. Na Idade Média, porém, já era conhecido com o nome atual. Em português, escreve-se nhoque. Fica parecendo vocábulo de ascendência tupi-guarani. Em italiano, grafa-se "gnocchi". O sociólogo paulista Gabriel Bolaffi, no livro A Saga da Comida, lançado em 2000, diz significar "algo como pelota, isto é, uma pelotinha de farinha amassada com água".
Mudando conforme os ingredientes da massa e do molho, o nhoque começou a ser elaborado com várias farinhas, sobretudo de trigo, arroz e inclusive com miolo de pão. Misturadas com água, temperadas com sal e cozidas na água, propiciaram alimentos substanciosos. Anos depois, a massa foi enriquecida com espinafre, queijo, castanha, carne ou peixe. Após a introdução do milho na Itália, em meados do século 16, surgiu o nhoque de polenta. Mas foi a chegada da batata, entre os séculos 16 e 17, que mudou a história do prato.
Tornou-se seu ingrediente supremo, embora continuem prestigiados os nhoques de farinha de trigo e semolina. Os sicilianos criaram uma receita exemplar. Seu nhoque mais famoso usa farinha de trigo, ricota de ovelha; no molho, uva passa, manjericão fresco e "pinoli". A receita dos romanos leva semolina, cozinha no leite e vai ao forno com queijo parmesão.
No passado, o nhoque era uma preparação característica das cozinhas do norte e centro da Itália. Hoje, caiu em domínio nacional. Venceu até a resistência dos napolitanos, adeptos irredutíveis do espaguete e outras massas de fio longo. Alastrou-se aos países vizinhos. Na Alemanha existe um prato assemelhado. É o "spätzle", que acompanha caça ou carne assada. Também é preparado gratinado e servido em sopas. A Hungria repete a receita, mudando o nome para "galuska", que se harmoniza com o "goulash", um ensopado de carne conhecido desde o século 9.º. Ambos são feitos com farinha de trigo.
No Brasil, o chef francês Laurent Suaudeau criou uma obra-prima que outros cozinheiros copiam: nhoque de milho verde. A imaginação gastronômica desconhece limites. Outros cozinheiros em atividade no país desenvolveram nhoques de batata-doce, mandioca e mandioquinha.
Em qualquer receita, a massa também comporta recheios. O ingrediente mais comum é o queijo. Na região italiana do Friuli, coloca-se uma ameixa dentro do nhoque gigante de batata. Essa curiosa combinação é atribuída à influência da vizinha Áustria. Elaborações cortadas em fragmentos arredondados, frutos secos como a noz, amêndoa, castanha e avelã, sementes de frutas frescas como a romã, o bago da uva, cereais como a lentilha, alimentam o corpo e espírito em diversas culturas. Não por acaso são comidas de bom augúrio na passagem do ano. Essas referências explicariam o sucesso do prato de todo dia 29. Para o comilão, entretanto, a verdadeira fortuna é saborear nhoque.
Conta a lenda que São Pantaleão, num certo dia 29 de dezembro, vestido de andarilho, perambulava por um vilarejo da Itália. Faminto, bateu a porta de uma casa e pediu comida.
A família era grande e pobre. Apesar disso, eles dividiram o nhoque que comiam com o andarilho. Cada um recebeu 7 massinhas. São Pantaleão comeu, agradeceu a acolhida e se foi. Quando foram recolher os pratos, descobriram que embaixo de cada um havia bastante dinheiro.
Desde então, acredita-se que todo dia 29 comer nhoque traz fortuna.
Segundo o ritual deve-se colocar uma nota embaixo do prato, comer os primeiros sete nhoques em pé, fazer um pedido antes de comer cada um deles.
Fonte: www.fabenemassas.com.br
Fonte: www.italiaoggi.com.br
Fonte-http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/historia-do-nhoque/historia-do-nhoque.php
Foto: Duca Valery
Curiosidade : Hoje,comemora-se:
- Dia do Jornalista
domingo, 22 de janeiro de 2012
Batata
Olá, como vai ?
Descubra as qualidades nutricionais desse tubérculo.
Desejo a você um lindo dia!
Desejo a você um lindo dia!
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| Flor da Batata |
Deliciosa, mas pouco nutritiva. Por muito tempo a batata foi vista assim. Quanto engano! Estudos recentes vêm mostrando que ela esconde um monte de atributos
1. Batata-inglesa: é a mais comum; 2. Batata doce: rica em fibras, é boa para o intestino; 3. Yacon: tem gosto de pera
A batata é o acompanhamento certo para o bacalhau, a carne assada e uma infinidade de pratos. Desde que foi levada da América do Sul para a Europa pelos espanhóis, no século XVI, esse alimento tem sido visto como um delicioso amontoado de amido que mata a fome. E nada mais. Na última década, porém, métodos mais acurados de análise de substâncias químicas passaram a enxergar no tubérculo uma porção de componentes altamente nutritivos, alguns até capazes de prevenir doenças.
Uma dessas novidades é a patatina, uma das proteínas mais abundantes na batata. "Ela ajuda a formar a membrana celular, mantendo-a íntegra", explica a nutricionista Vanderlí Marchiori, consultora da Associação Paulista de Nutrição. Um trabalho publicado em 2003 no Journal of Agricultural and Food Chemistry, dos Estados Unidos, comprovou que, pelo menos nos testes de laboratório, a patatina age como antioxidante. Ou seja, ela anula a ação dos radicais livres, moléculas instáveis de oxigênio que atacam as células.
Pode soar a exagero, mas por baixo da casca esconde-se uma pequena farmácia. "Uma substância que merece ser destacada é a quercetina, antioxidante capaz de inibir o crescimento de tumores de mama", completa Vanderlí. "A batata apresenta também quantidades apreciáveis de triptofano e lítio, que agem nos quadros de depressão", emenda Douglas Carignani Júnior, cirurgião e membro da Associação Brasileira de Nutrologia. Quanto aos valores nutricionais em si, não fica nada a dever a outros vegetais. É rica em fibras, vitamina C e todas as do complexo B, principalmente a B16, que atua na formação das células do organismo.
O tipo mais comum de batata é a inglesa, vendida nos supermercados. Ela se divide em subtipos com tamanhos diferentes, mas todos têm qualidades nutricionais semelhantes. E há ainda outras espécies que, apesar de pertencerem a famílias distintas, são parecidas no formato e nas virtudes nutricionais com a inglesa. É o caso da batata-doce, da vermelha e do yacon.
A batata, seja qual for o tipo, é rica em carboidratos. Por isso o ideal é não combiná-la com outras fontes, como o arroz ou o macarrão a mistura fica muito calórica. Cuidado, também, com os molhos e os complementos, capazes de torná-la ainda mais "gorda", assim como o modo de preparo. "Os pratos mais saudáveis são os feitos com a batata cozida ou assada", diz a nutricionista Márcia Vitolo, da Faculdade de Ciências Médicas de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. "O calor não destrói suas proteínas." O comum é descascá-la antes do preparo, mas é na casca que mora a maior parte das fibras. Por outro lado, ela também guarda agrotóxicos, caso o produto não seja orgânico. "A batata está entre os quatro alimentos mais contaminados", diz Vanderlí Marchiori. Para retirar ao menos parte do veneno, é bom escovar bem o tubérculo.
Manchas verdes na casca resultam de uma substância chamada solanina, produto de uma reação natural do tubérculo com a luz. É bom removê-la porque pode causar diarréia. Depois de preparado o prato, não importa a receita, nada de levá-lo ao freezer. A batata é composta por 80% de água. Durante o congelamento, a água se separa da parte sólida. E aí, ao aquecer o prato, surge como resíduo um caldo estranho e sem sabor.
Tire proveito da batata
A nutricionista Vanderlí Marchiori dá estas dicas para preservar seus nutrientes
Assada: é uma das formas mais saudáveis, desde que você use pouco óleo e não retire a casca. É ideal para acompanhar carnes.
Frita: é o modo menos recomendável de preparo, porque a alta temperatura produz substâncias que fazem mal. O melhor é assar as batatas pré-cozidas em vez de fritá-las.
Cozida: deve ser preparada com a casca bem lavada, pois ela funciona como uma barreira contra a saída dos nutrientes. Pode ser usada em saladas e purê.
Crua: a batata precisa do calor para amolecer e perder a piretrina, substância que pode causar náusea. A exceção é o yacon, que deve ser comido cru.
A nutricionista Vanderlí Marchiori dá estas dicas para preservar seus nutrientes
Assada: é uma das formas mais saudáveis, desde que você use pouco óleo e não retire a casca. É ideal para acompanhar carnes.
Frita: é o modo menos recomendável de preparo, porque a alta temperatura produz substâncias que fazem mal. O melhor é assar as batatas pré-cozidas em vez de fritá-las.
Cozida: deve ser preparada com a casca bem lavada, pois ela funciona como uma barreira contra a saída dos nutrientes. Pode ser usada em saladas e purê.
Crua: a batata precisa do calor para amolecer e perder a piretrina, substância que pode causar náusea. A exceção é o yacon, que deve ser comido cru.
Por Ana Gonzaga
Foto: Dercílio
Fonte - http://mdemulher.abril.com.br/saude/reportagem/alimenta-saude/batata-descubra-suas-qualidades-nutricionais-753722.shtml
Curiosidade: Hoje, comemora-se:
- Dia do Senado
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