| Castanha de caju
Fonte de minerais, como ferro, cálcio, fósforo e sódio, e de gorduras insaturadas, essa parte do caju contém um aminoácido chamado argimino, que alarga as artérias e assim diminui a pressão sanguínea, protegendo todo o sistema cardiovascular. Segundo a nutricionista Maria Carla Leone, a castanha de caju contém grande quantidade de gorduras insaturadas que aumentam os níveis de colesterol bom, o HDL, no sangue.
Consumo diário: três unidades. Castanha de caju
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quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Castanha de caju
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
Caciocavallo

De origem italiana, era feito inicialmente com leite de jumenta e consistia em um dos principais alimentos para o povo nômade. Resulta de uma coalhada emersa em água muito quente, que transforma a massa numa pasta elástica. Consistência dura.
O Queijo Cáccio Cavalo possui a mesma massa e sabor semelhante ao do queijo provolone. A diferença está na preparação: é utilizado um leite mais magro. O nome “Caccio Cavallo” é resultado do processo de secagem: os queijos são amarrados aos pares por um barbante e pendurados numa vara de madeira “a cavallo” para secar.
guianoivosonline.com.b
terça-feira, 4 de setembro de 2012
Mascarpone

Cremoso
Mascarpone
Características: sabor suave, ligeiramente agridoceOrigem: Itália
Leite: vaca
Sirva com/Combina com: recheio de torta de frutas vermelhas
Fonte: Mireille Sauron, consultora de queijos do Pão de Açúcar; chef Alain Uzan; Marcos Madeiro, gerente comercial Brasil da Allfood; Carolina Duarte, nutricionista da Tirolez
Foto: Getty Images
Leite : Vaca
Origem : A região de Lombardy de Itália
Formato : Um queijo creme macio, vegetariano; descrito entretanto como um queijo de coalho processado semelhante ao iogurte; ácido vegetal natural da semente de tamarindo ou de outras frutas cítricas é usado na sua produção.
Cor : Amarelo e dourado
Gosto e Textura : Doce e manteigoso com um leve gosto de creme batido com uma textura sedosa, macia; facil de esparramar;
Conteúdo gordura : 75%
Vinhos : Licorosos em geral, como o Porto ou Sherry.
Dicas para servir : O ingrediente principal para Tiramisu, sobremesa de renome de Itália Do norte; também é usado amplamente como uma cobertura para bolos, tortas, etc.; delicioso quando acompanhado com bagas frescas como as amoras, morangos e framboesas; tente uma porção em cima de massas de café da manhã, saladas de frutas, chocolate quente ou café.
Flor de Sal, o “Ouro Branco” da Gastronomia
Olá, como vai?
Hoje, vamos conhecer um pouco mais sobre este ingrediente gourmet da gastronomia.
" A Flor de sal é um tipo de sal coletado na camada superior
das salinas. Ele é retirado antes que se deposite no fundo, e forme o nosso
conhecido sal comum. É nada mais do que a primeira camada do sal, a mais fina,
que cristaliza na superfície por causa da evaporação. Sua extração não é tão
simples, e é preciso ser feita manualmente, com um auxilio de pinça especial.
C om textura crocante, aspecto granulado, e superfície
irregular, a flor de sal começou a ser extraída na era cristã pelos celtas. Os
franceses são os responsáveis pela disseminação de seu uso nos tempos modernos.
Além de ter uma extração trabalhosa, para cada 80 quilos de sal comum são
retirados 3 quilos de flor de sal das salinas, e por isso possui um preço
maior.
Hoje, vamos conhecer um pouco mais sobre este ingrediente gourmet da gastronomia.
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Flor de sal
O grande diferencial da flor de sal para o sal comum é o
fato de ela ser retirada das camadas superficiais das salinas, e não passar por
nenhum processamento. Logo após sua extração, ela fica exposta ao sol para
secar, e depois é envasada. Por ser um produto 100% natural, possui mais
nutriente (magnésio, iodo e potássio) que o sal comum.
A flor de sal é extremamente valorizada, é iguaria essencial
para os chefs de cozinha, e por isso é conhecida na França como “Ouro Branco”.
Por ser diferenciada, possui também um uso que difere do sal comum. A flor de
sal deve ser usada apenas na finalização de um prato, pois se levada ao fogo,
perderá seu sabor marcante e principalmente sua textura crocante. Muito mais
concentrado que o sal comum, a flor de sal deve ser usada com moderação.
Indicada para Brusquettas, Crostinis, Focaccias e na finalização de pratos e
antepastos."
Fonte - http://www.petitgastro.com.br/flor-de-sal-o-ouro-branco-da-cozinha-em-todos-os-sentidos/
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Ameixa-da-caatinga
...seu fruto é altamente doce na polpa logo abaixo da casca mas, muito azedo na polpa próximo ao caroço. É uma semente altamente fértil. Ultimamente tem sido ameaçado pelo desmatamento e por falta de conhecimento. A casca da madeira é usada como desinflamatório interno e externo do corpo.
projetodeltaverde.blogspot.com.br

Foi-se o tempo em que a Caatinga era considerada um deserto ermo, infértil, isento de vida e de beleza. Qualquer pessoa que ouse bater os pés contra os seus solos secos, enfrentando com curiosidade e coragem o ar empoeirado do semi-árido nordestino, ali encontrará uma das regiões de maior diversidade de flora e fauna existentes.
Árvores interessantíssimas como o juazeiro e o umbuzeiro, além de inúmeras Cactáceas – como a palma, o xiquexique, o mandacaru, o jacheiro, entre tantas outras – são apenas alguns exemplos dessa diversidade. Armazenando a água em suas gordas folhas ou nas raízes tuberosas, essas plantas são responsáveis pela manutenção do verde e das poucas cores da paisagem do agreste.
Dentre as espécies típicas do bioma da Caatinga, distingui-se com graça a ameixa-da-caatinga, também conhecida como ameixa-de-espinho.
Apesar de estar presente em todo o sertão nordestino, não sendo restrita à zona delimitada pelo Raso da Catarina, ali ela é mais abundante do que em qualquer lugar em que costuma ser encontrada.
Abundante, entretanto, é modo de dizer, pois até no Raso a ameixa-da-caatinga já pode ser considerada à beira da extinção.
Em meio a espinhos grandes e fortes, espalhados pelos galhos finos do arbusto que chega a atingir os 3 m de altura, escondem-se as ameixas-da-caatinga, bem defendidas contra aqueles que as queiram consumir ou destruir. Têm o que defender, afinal! Trata-se de um fruto adocicado, amarelo, de sabor acidamente agradável, e polpa suculenta que encerra uma única amêndoa branca como semente. Um bom alimento para os sertanejos que ali vivem, sobrevivendo tenazmente à habitual falta de água.
Do vasto espaço originalmente classificado como Caatinga, hoje apenas 2% encontram-se protegidos legalmente. Uma das áreas de proteção ali existentes é a Reserva Ecológica do Raso da Catarina, criada em 1984, com 100 mil hectares preservados. Entretanto, apesar do controle e da fiscalização, boa parte da riqueza natural da região tem sido perdida pela ocorrência de queimadas e pela presença de caçadores ilegais.
Como vítima desse processo, não figuram apenas as plantas como a ameixa-da-caatinga. Sob sério risco de extinção, encontra-se um dos mais graciosos consumidores dessa frutinha: a arara azul de lear (Anodorhynchus leari), um pássaro altamente prezado, nativo e restrito daquela região, também conhecido como ararinha azul. Sua população, que já chegou à assustadoramente pequena quantidade de 60 indivíduos, hoje em dia, graças ao esforço de pesquisadores envolvidos em um importante projeto de preservação, já ultrapassa as 300 aves.
Da mesma maneira, resta-nos lutar pela preservação da ameixa-da-caatinga e de tantas outras plantas da Caatinga que sequer conhecemos, antes que se acabem. Estas, embora nunca tenham chegado a viver situação tão drástica quanto à da ararinha azul, certamente merecem receber proteção e cuidados semelhantes.
Fonte: Livro Frutas Brasil Frutas
domingo, 2 de setembro de 2012
Tâmara

Tâmara
Originária do Oriente Médio, a tâmara tem um grande valor nutritivo, principalmente, de ferro e proteína, segundo Roberta Silva. De sabor doce e suave, ela pode ser consumida crua ou seca. Quando seca, concentra mais açúcar, alertou a nutricionista. No Brasil, segundo Silvestre Silva, ela é produzida na região de Petrolina, em Pernambuco, e Juazeiro, na Bahia. Porém, a importação ainda é grande.
Foto: Edson Lopes Jr. / Terra
sábado, 1 de setembro de 2012
Ispinho e Fulô
Os mais de 70 poemas reunidos neste volume são apresentados por um depoimento do próprio poeta, onde reafirma seus compromissos com as questões nordestinas como a distribuição de renda e a reforma agrária. Neste livro, o caboclo nordestino assim como sua paisagem são descritos na já conhecida poesia de cordel de Patativa.


Esta obra é o mais novo lançamento da coleção de literatura popular.
Lançando originalmente em 1988, Patativa do Assaré, um dos mais importantes poetas brasileiros, retoma o tema do agreste nordestino.
www.travessa.com.b


Esta obra é o mais novo lançamento da coleção de literatura popular.
Lançando originalmente em 1988, Patativa do Assaré, um dos mais importantes poetas brasileiros, retoma o tema do agreste nordestino.
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