quarta-feira, 18 de junho de 2014

Festival do Japão



capa Face



A 17º edição do FESTIVAL DO JAPÃO acontece nos dias 04, 05 e 06 de julho de 2014 no Imigrantes Exhibition & Convention Center (ex-Centro de Exposição Imigrantes – Rod. dos Imigrantes, km 1,5), em São Paulo.

Neste ano, o maior e melhor festival da cultura japonesa do mundo terá o tema “A ORIGEM DA FELICIDADE”. A busca da felicidade é um dos temas centrais do Budismo, cuja filosofia encoraja a humanidade a praticar a compaixão, a gentileza e o respeito a todos os seres.

No Relatório Mundial de Felicidade, pesquisa promovida pela Organização das Nações Unidas (ONU), o povo brasileiro é mais feliz, ou pelo menos se sente melhor sobre os rumos da sua vida, do que o povo japonês. Segundo o levantamento, o Brasil, com todos seus problemas econômicos e sociais, ocupa atualmente a 24º posição do ranking, enquanto o Japão ocupa a 43ª posição.

Neste ano, em que todos os brasileiros sentem a felicidade de sediar a Copa da Mundo, o FESTIVAL DO JAPÃO vai estimular uma reflexão sobre a origem da felicidade, esse sentimento único e verdadeiro do ser humano.

DESTAQUE

PRAÇA DE GASTRONOMIA

A culinária típica das 47 províncias que formam o Japão está presente no evento. É a oportunidade de apreciar pratos que não constam dos cardápios habituais dos restaurantes japoneses de São Paulo, pois são pratos regionais, de características familiares.


SERVIÇO:

17º FESTIVAL DO JAPÃO

Data: 04, 05 e 06 de julho de 2014

04/07 – 12 às 21 horas

05/07 – 10 às 21 horas

06/07 – 10 às 18 horas

Ingressos: R$ 10 (*antecipado) e R$ 12 (*bilheteria)



Local: Imigrantes Exhibition & Convention Center (ex-Centro de Exposição Imigrantes)

Rodovia dos Imigrantes, km 1,5, São Paulo

SITE: www.festivaldojapao.com



Realização: Federação das Associações de Províncias do Japão no Brasil – KENREN

Tel: (11) 3277-6108 / 3277-8569

E-mail: secretaria@festivaldojapao.com

Fonte - http://www.festivaldojapao.com/fj2014/

terça-feira, 17 de junho de 2014

Bolinho de Arroz com Salsicha

Bolinho de arroz com salsicha
Bolinho de arroz com salsicha: chame os amigos para torcer!


Ingredientes

· 4 xícaras de arroz bem cozido
· 1 ovo
· 1 gema
· 1 colher (sopa) de farinha de trigo
· 1/4 de xícara de queijo parmesão ralado
· 3 salsichas para hot-dog cortadas em cubinhos
· 1 xícara de farinha de rosca
· 3 xícaras de óleo para fritar

Modo de preparo

Em uma tigela grande, misture o arroz, o ovo, a gema, a farinha e o queijo até obter uma massa homogênea. Com uma colher, retire uma pequena porção de massa e achate ligeiramente entre as mãos untadas com óleo. No centro, coloque um cubinho de salsicha e feche, formando um bolinho. Repita a operação até terminar toda a massa. Passe os bolinhos na farinha de rosca e reserve. Em uma panela, aqueça bem o óleo e, em fogo médio, frite aos poucos os bolinhos até dourarem. Deixe escorrer sobre papel absorvente e sirva enfeitado com bandeirinhas.


Selo - Receita testada e aprovada
Conteúdo CLAUDIA
Foto: Reprodução CLAUDIA
Tipo de prato: Entrada
Preparo: Médio (de 30 a 45 minutos)
Dificuldade: Fácil
Categoria: Docinho e salgadinho
Fonte - http://mdemulher.abril.com.br/culinaria/receitas/receita-de-bolinho-arroz-salsicha-784650.shtml

segunda-feira, 16 de junho de 2014

A Lenda do Bem Casado

foto-04

Os bem-casados representam a união e compromisso do casal e prometem uma vida de felicidade. Segundo a tradição, para garantir uma união feliz, deve-se oferecer um bem-casado a cada convidado.

O Bem-Casado representa duas partes (massas de pão-de-ló) que se unem e são seladas pela cumplicidade e respeito mútuo (recheio de baba de moça). Para se ter muita sorte nesta união, deverá ser distribuído um bem-casado a cada convidado.
Diz a lenda que todos que saborearem um bem-casado estarão abençoados com a mesma sorte e felicidade.
Antes de dar a primeira mordida, faça o seu pedido!

foto-03

Lenda ou não, o bem-casado é uma das tradições mais deliciosas e chiques que existem, e são oferecidos nos mais diversos momentos:
Casamentos: Para dar sorte ao casal e aos convidados;
Nascimento: Dar as boas vindas ao bebê desejando-lhe vida feliz e saúde;
Empresas: Prosperidade e fortuna;
Debutante: Para compartilhar a juventude eterna;
Aniversários: Para comemorar os anos bem-vividos;
Bodas: Para compartilhar a união feliz e o amor eterno.

A Lenda do Bem-Casado


Fonte  e Fotos - http://www.oficinadoacucar.com.br/a-lenda-do-bem-casado/

Cumaru, muito além do banho de cheiro

P
Cumaru

O nome científico da espécie já é uma boa pista do uso principal do cumaru. Em latim, Dipteryx odorata faz referência ao formato das flores (Dipteryx= duas asas) e à forte fragrância (odorata=perfumado, aromático) que exala das sementes e da madeira. Desde o século 19, perfumistas e fábricas de tabaco internacionais adicionam notas de cumaru a perfumes sofisticados, charutos e fumo para cachimbo, para obter um toque de baunilha meio acanelado. Também é muito antiga a venda de preparados com cumaru, no mercado do Ver-o-Peso, em Belém (PA), para os tradicionais banhos de cheiro.

Mas o potencial dessa árvore de 30 metros de altura, nativa da Amazônia e do norte do Cerrado e Pantanal, não se restringe ao sentido do olfato. O cumaru ainda dá o ar de sua graça em bolos e doces da cozinha paraense; bombons finos ou em sobremesas preparadas por chefs-confeiteiros badalados, fazendo a festa do paladar. Até cerveja de cumaru existe, fabricada pela Cervejaria Amazon Beer, do Pará, com uma distribuição que começa a ganhar outras regiões do Brasil. Segundo Caio Guimarães, responsável pela produção, a cerveja ganha um aroma de especiarias com o acréscimo de seu ingrediente amazônico.

Tanto os aromatizantes como as experiências gustativas são feitos com as sementes, extraídas de dentro de um fruto pouco maior do que um ovo, com polpa bem firme e casca pardacenta. Cada fruto tem apenas uma semente e são necessárias cerca de 60 sementes para completar um quilo. Quando prensadas, as sementes produzem um óleo fixo “muito forte e muito caro”, diz o químico Luiz Roberto de Morais, da Amazon Oil, de Ananindeua (PA). Os óleos fixos são aqueles que não desaparecem quando em contato com o ar, permanecem líquidos ou pastosos. São diferentes dos óleos essenciais, bem mais voláteis.

Camaruzeiro


O tal óleo fixo aromático corresponde a cerca de 30 a 40% das sementes. Depois de purificado, é vendido em vidrinhos de 100 ml que custam cerca de R$ 160,00. “A produção é 100% extrativista e esse preço se deve ao custo, que é alto mesmo”, complementa Morais. “Em compensação é só usar uma gota e já é suficiente para aromatizar o ambiente ou para fabricar o perfume, o cosmético”.

Na região Norte, os coletores de cumaru competem com os fabricantes de barcos, interessados na excelente durabilidade da madeira de cumaru para fazer as cabines de suas embarcações. Com alto teor de sílica e alta densidade, essa madeira resiste bem ao calor, ao sol e à chuva. E o cheiro – agradável aos passageiros – ainda afasta cupins e outros insetos-praga. Tem gente, inclusive, que usa pedacinhos de madeira ou sementes de cumaru dentro dos armários e nas estantes de livros, para afastar traças e evitar mofo.

Mais? Pois tem mais, sim: uma substância presente no óleo de cumaru – a cumarina – age contra varizes, hemorroidas, úlceras nas pernas e flebites. Vários medicamentos comerciais para prevenção e tratamento de varizes, disponíveis no mercado, são compostos de cumarina com troxerrutina. Conforme estudos clínicos realizados em 2011 pelo pesquisador Cid José Sitrângulo Jr., da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM-USP), a combinação dessas duas substâncias é considerada eficaz e segura em pacientes com insuficiência venosa crônica ou IVC (que dá origem às varizes).

O mesmo óleo de cumaru contém também isoflavonas, conforme caracterização feita pela química Mirian V. Lourenço, da unidade de Biotecnologia da Universidade de Ribeirão Preto (Unaerp). As isoflavonas, explica ela, “são compostos orgânicos naturais, de origem vegetal, muito semelhantes aos hormônios femininos (como o estrogênio) usados para reposição hormonal, na fase de menopausa”. O estudo ainda está muito no início, mas há potencial para se desenvolver algo semelhante às isoflavonas de soja, hoje usadas pelas mulheres em lugar de hormônios sintéticos.

Constatadas as mil e uma utilidades do cumaru, falta apenas promover a adoção em massa dessas árvores nas roças e nos quintais de todo o país, visto que a demanda é crescente e o plantio comercial sempre é uma alternativa mais racional. Pesquisadores da Embrapa e cooperados de comunidades amazônicas – como a Avive, de Silves (AM) – editaram cartilhas e manuais para ensinar a plantar e colher o polivalente aromático. Basta seguir as instruções. Alguns textos até avisam que a semente germina bem mesmo se armazenada por 4 anos! Deve ser uma das razões pelas quais a espécie também é chamada de cumaru-ferro!

Liana John - 12/09/2013 às 16:50
Foto: Amazon Oil (cascas e sementes de cumaru – Dipteryx odorata)
Fonte - http://planetasustentavel.abril.com.br/blog/biodiversa/cumaru-muito-alem-do-banho-de-cheiro/

domingo, 15 de junho de 2014

Sour Cream, Crème Fraîche e Buttermilk

Sour cream, crème fraîche e buttermilk (Foto: Elisa Correa / Editora Globo)


Sour cream
1 Misture 250 ml de creme de leite fresco com 1 colher (sopa) de suco de limão espremido na hora. Deixe a mistura por 1 hora em temperatura ambiente, coberta comum pano de prato úmido.
2 Leve à geladeira por 5 horas (até verificar que está mais firme). Para utilizar, descarte com cuidado o soro que se acumulou no fundo e nas beiradas.

Crème fraîche
1 Em uma panela, junte 500 ml de creme de leite fresco com 250 ml de sour cream (receita acima) e misture até ficar homogêneo. Deixe em fogo baixo por 3 minutos, em temperatura de mamadeira (de 40°C a 50°C). Não deixe ferver.
2 Transfira para uma vasilha e cubra com tampa ou prato. Coloque um palito de dente entre o prato e a vasilha para entrar um pouco de ar. Deixe repousar por 6 horas, até a mistura engrossar e ficar levemente ácida.
3 Mexa com batedor de arame e leve à geladeira (em vasilha coberta com papel filme) por pelo menos 4 horas antes de usar.

Buttermilk (dois métodos)
Método a
1 Misture 50 ml de leite semidesnatado com 100 ml de iogurte desnatado até ficar homogêneo.

Método b
1 Num recipiente de vidro ou louça, misture 250 ml de leite semidesnatado com 1 colher (sopa) de suco de limão espremido na hora (pode ser substituído por vinagre ou cremor de tártaro). Deixe descansar por 10 minutos, até talhar.

Receitas de Carlos Siffert, da Escola Wilma Kövesi de Cozinha
Foto: Elisa Correa / Editora Globo
Fonte - http://revistacasaejardim.globo.com/Casa-e-Comida/Receitas/Acompanhamentos/noticia/2014/05/sour-cream-creme-fraiche-e-buttermilk.html

sábado, 14 de junho de 2014

Pacová, para comer e para perfumar

Pacová em Flor

"Até hoje não sei de onde vem a expressão “não me encha os pacovás”, mas ouvi tanto quando criança que resolvi ver no dicionário se pacová era sinônimo de paciência. Um tipo de cardamomo brasileiro, era a descrição do verbete. Cardamomo, a especiaria indiana muito aromática, só vim a conhecer mais tarde. E, ainda assim, antes de ver um fruto seco do nosso pacová, que descobri em bancas de ervas medicinais não tem muito tempo. Já a planta, em flor e com frutos frescos, conheci há alguns dias.


No bosque. Carlos Gomes cata pacová já enegrecido e seco, no ponto para ser usado, em um bosque úmido em Piracaia, interior de São Paulo.

Em tupi-guarani, pacová quer dizer folha enrolada, daí a profusão de plantas com esse mesmo nome popular, incluindo a banana-da-terra, um tipo de alpínia e outro filodendro comum nos viveiros. Mas o pacová de que falo é aquele do dicionário, parente do cardamomo, cujas sementes são repletas de óleos essenciais. Na China, há um tipo parecido que, defumado, é usado em pratos salgados.

Ela está presente em quase toda a América tropical, às vezes cultivada como planta ornamental. Como resiste a algum tempo de seca e até a frio intenso, é encontrada no Brasil inteiro, preferencialmente dentro de bosques em terrenos úmidos e sombreados.

O que fiz há alguns dias foi ir atrás dos frutos em seu ambiente natural. Quem me guiou foi Carlos Gomes, que nasceu em Piracaia, interior de São Paulo, e conhece todos os matos e plantas medicinais. Andamos mais de uma hora por trilha até chegar ao local onde havia pacovás com mais de metro de altura e folhas parecidas com a de alpínias, galangas ou lírios-do-brejo. Numa mesma planta havia cachos de flores rosa forte e frutos, alguns ainda vermelhos como grãos de café, outros mais velhos, púrpura como jabuticabas, e uns poucos enegrecidos e secos, prontos para usar.

Em flor. A flor do pacová é rosa clara e na mesma planta há frutos ainda imaturos, avermelhados, e já no ponto, bem escuros

A maioria dos frutos, no entanto, Carlos já havia colhido na maturação coletiva da Semana Santa. Em sua varanda, há várias pencas de pacovás de cabeça pra baixo secando presas ao madeirame do telhado.

Algumas pessoas da cidade ainda usam as sementes como medicamento para dor de estômago e má digestão, como em todo o Brasil, mas conhecer a planta quase ninguém conhece e Carlos se orgulha de saber o dia certo de ir colher.

Segundo ele, a planta guarda um mistério, pois a maioria dos frutos amadurece na Semana Santa, caia ela em março ou abril. E nessa mesma época as flores estarão desabrochando para dar vida a novos pacovás, que levarão um ano para amadurecer.

Na cidade, que se saiba, ninguém usa pacová como condimento. Eu conhecia o sabor e o perfume dos cardamomos comprados nas lojas de plantas medicinais e já havia usado em receitas no lugar do cardamomo. Mas agora, com vários frutos em mãos, colhidos no pé, parece que são ainda mais parecidos com o cardamomo – as plantas são parentes, ambas zigimberáceas como o gengibre. Certamente na composição de um e de outro vários componentes do óleo essencial coincidem.

A casca arroxeada também é usada como medicamento e produz um chá avermelhado quando o fruto está maduro e foi recém-colhido. Em volta das sementes, os arilos alaranjados são fiapentos e tornam-se um pouco viscosos quando mastigados. Não são gostosos, mas são comestíveis, podem colorir e perfumar arroz e os jacus adoram. Já as sementes também não são gostosas para comer, como não são o anis-estrelado ou um dente de alho, mas na comida, em pequena quantidade, dão sabor e aroma. E mastigadas elas produzem uma ótima sensação refrescante, deixando o hálito perfumado.

Se nunca provou, procure em casas de produtos fitoterápicos. Experimente uma semente e logo sentirá o sabor pronunciado, não só lembrando o cardamomo, mas também algo cítrico e mentolado.


Dentro. Os fiapos cor de laranja podem colorir e perfumar arroz. A semente dá sabor e aroma à comida e, mastigada, deixa o hálito perfumado. A casca dá um chá vermelho se o fruto está maduro.

Na cozinha. Assim como o cardamomo, o pacová pode ser usado para aromatizar o café, moendo um pouco das sementes junto dos grãos. Ou para compor mistura de especiarias – triturado com pimenta-do-reino, cravo e canela, por exemplo, para usar em carnes, frangos e vegetais. Para pratos doces, basta socar no pilão um pouco das sementes com açúcar, peneirar e usar em chás aromáticos, bolos, biscoitos de especiarias e docinhos como este de fécula de mandioca, que tem seu lado cítrico incrementado pelo capim-santo."

Doce de goma de mandioca com capim-santo e cardamomo

Ingredientes
1 xícara de leite de coco
Sementes de 2 frutos de pacová socadas
10 folhas de capim-santo picadas
1 xícara de açúcar
1 xícara de polvilho doce (fécula ou goma seca da mandioca)
1/2 xícara de coco ralado

Preparo
1. Bata no liquidificador o leite de coco com as sementes de pacová e as folhas de capim-santo até que tudo fique bem triturado. Passe a mistura por um pano e esprema bem para separar os grãos e fiapos e obter um líquido verde.
2. Volte o líquido verde para o liquidificador e adicione o açúcar e o polvilho.
3. Bata até homogeneizar os ingredientes. Espere meia hora e bata de novo.
4. Distribua a mistura por forminhas de empadas de alumínio pequenas ou de cupcakes de silicone – coloque a massa só até a metade da altura da forminha. Não precisa untar nenhuma delas.
5. Cozinhe em uma panela a vapor por cerca de 20 minutos. Ponha um pano entre a panela e a tampa, para absorver a umidade e não molhar o doce.
6. Quando o líquido ficar translúcido e a superfície não grudar nos dedos é porque está pronto.
7. Desenforme os docinhos ainda quentes. Para soltá-los da forma, passe uma faca na lateral e puxe.
8. Passe os docinhos por coco fresco, espere esfriar e sirva. Se preferir, espere esfriar, corte em pedaços e passe por açúcar – eles ficam como balas de goma.

Por Redação Paladar
NHAC!
Por Neide Rigo
Receita de: Neide Rigo
Rendimento: cerca de 30 docinhos
FOTO: Neide Rigo/Estadão

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Sementes do Brasil

Olá, como vai?
Estas receitas que estão aqui são da Neka, divulgadas no programa Fome de Quê uma série apresentada pela chef e nutricionista Neka Menna Barreto.
Se você ainda não assistiu, assista. É simplesmente imperdível. Amo a forma afetiva que ela trata a comida, sobretudo os seus convidados.
Parabéns Neka, você faz a diferença!

Esta é a Neka - No programa Fome de Quê

Castanhas-Apimentadas-discovery-mulher
Castanhas Apimentadas

Ingredientes

1 xicara de amendoim cru
1 xicara de amêndoas
1 xicara de castanha de caju
1 xicara de castanha do pará
1 xicara de nozes peca
1 colher de chá de sal grosso
2 colheres de sopa de açúcar
1 colher de café de erva doce
1 colher de café de semente de mostarda
1 colher de chá de coentro em grãos
1 colher de chá de cominho
1 colher de chá de açafrão da terra
1/2 colher de café de pimenta-caiena
1 colher de chá de pimenta-calabresa
1 colher de chá de canela em pó
1 fio de azeite

Preparo

Em um bowl grande, misture todas as castanhas. Coloque em um bowl pequeno o açúcar mascavo e o sal grosso e em outro bowl a mistura de especiarias. Passe as especiarias em um pilão para amassar as sementes e grãos. Em uma frigideira, coloque o fio de azeite e a mistura de sal grosso e açúcar. Leve ao fogo ate o açúcar ser caramelizado.

Adicione as especiarias, coloque um pouco de agua (o suficiente para virar um caldo) e adicione as castanhas. Misture e deixe evaporar um pouco do liquido. Espalhe as castanhas sob uma forma com uma folha de silicone e leve ao forno (140 graus) por 20 minutos.

Disco-De-Sementes-discovery-mulher
Disco de Sementes

Ingredientes

1 xicara de amêndoas
1 xicara de nozes pecan
1 xicara de castanha-de-caju
1 xicara de castanha-do-pará
1 xicara de ameixa preta sem caroço
4 tâmaras
10 damascos
12 figos secos
1/2 fava de cumaru
1/2 xicara de água
80 gramas de farinha de arroz
2 ovos

Preparo

Coloque todas as castanhas em um bowl. Retire a semente das ameixas e das tâmaras e pique grosseiramente, juntamente com os damascos e os figos. Adicione a mistura de castanhas, com a fava de cumaru ralada. Misture. Em outro bowl, coloque a agua e a farinha de arroz.

Misture ate formar uma pasta e adicione a mistura das castanhas, juntamente com os ovos. Unte uma forma redonda com óleo de coco e espalhe o gergelim torrado. Coloque a mistura do disco de sementes e prense ate ficar uniforme. Enfeite com amaranto e leve ao forno por 30 minutos a 160 graus.

Pesto-De-Baru-discovery-mulher
Pesto de Baru

Ingredientes

1 xicara de folhas de manjericão
4 dentes de alho
1/2 pimenta dedo de moca
1/2 xicara de castanhas de baru
1 xicara de azeite de oliva
1 pitada de sal grosso

Preparo

Lave as folhas de manjericão e coloque no centro de um pedaço de voil. Junte as pontas do tecido (deve formar uma “trouxinha”) e mergulhe o tecido em uma panela com agua fervente. Mantenha por 10 segundos na agua fervente e então, mergulhe o tecido em um bowl com agua e gelo. Torça e liquidifique com o restante dos ingredientes.

Fonte - http://discoverymulher.uol.com.br/a-mesa-2/fome-de-que/receitas-da-neka-sementes-do-brasil/