domingo, 5 de maio de 2013

Focaccia de Tomates Secos e Azeitonas




Focaccia Oliva de Semolina (Zakuskas)

Massa:
2 xícaras de farinha de trigo
1 xícara de semolina de trigo
1 colher de sopa de açúcar
1 colher de sobremesa de sal
1/3 de xícara de azeite de oliva
1 xícara de leite morno
1 colher de sopa de fermento biológico seco

Cobertura:
Azeite, azeitonas verdes ou pretas sem caroço em rodelas, alho fresco picadinho, tomates secos, cebola frita, flor de sal, pimenta calabresa, ou sal grosso.

Colocar todos os ingredientes juntos e sovar (com as mãos ou na MFP) 
Deixar levedar por uns 40 minutos e depois abrir com as mãos mesmo numa assadeira untada com azeite e polvilhada com semolina de trigo 
Espalhar por cima a cobertura escolhida e deixar crescer novamente
Levar ao forno bem quente até dourar.
Retirar do forno, deixar esfriar um pouco (ou não) e salpicar flor de sal, parmesão, manjericão, pimenta calabresa, etc... e mais um pouco de azeite.
Abrir um vinho, cerveja, coca cola, suco...ou seja lá o que for...e comer feliz da sua vida!

Fonte http://www.eternosprazeres.com/2012/09/focaccia-de-tomates-secos-e-azeitonas.html

sábado, 4 de maio de 2013

Ovo

Encontrei esta matéria no Jornal do Comércio e achei super interessante...




O segredo dentro das cascas dos ovos

            

Simplíssimos e ao mesmo tempo sofisticados, os ovos estão numa infinidade de preparos clássicos de várias naturezas culinárias

Publicado em 29/03/2013, às 09h00

Bruno Albertim





É o caso do conteúdo perfeito em embalagem mais que ideal. “Que outro alimento vem embalado pela natureza para ser guardado por semanas, cria um prato principal completo e nutritivo em minutos e custa pouco?”, indaga Harold MaGgee, autor do utilíssimo e delicioso Dicas para cozinhar bem (Ed. Zahar), um compêndio para fazer de qualquer cidadão um cozinheiro melhor para si próprio e para os outros. O autor, naturalmente, se refere ao produto que traz em si a dualidade essencial: barato, corriqueiro, acessível e celebrado em todas classes sociais, o ovo vai da simplicidade à extrema sofisticação.
Se não, vejamos sua versatilidade. O ovo está em várias possibilidades. Muitas delas clássicas: cozido ou mollet, pochê, frito, mexido, gratinado, em forma de omelete, suflês, crepes e massas como o próprio macarrão, cremes e musses, sorvetes, merengues, pães de ló e uma série de temperos e molhos igualmente clássicos. O bernáise, por exemplo: o mais complexo dos molhos franceses, aquele que, segundo Paulo Bocuse, distingue os verdadeiros chefs dos eternos aspirantes, é uma espécie de maionese quente feita com gemas cruas cirurgicamente manipuladas em temperatura sempre controlada.
“A clara, rica em proteínas, pode criar uma estrutura densa ou uma leveza aerada em pratos feitos no forno, as gorduras e proteínas da gema oferecem uma combinação de untuosidade e solidez para bolos, pudins, cremes e molhos. Na culinária japonesa, a própria gema crua do ovo é servida como molho”, diz o autor.
“No Recife, apesar de corriqueiros, os ovos nunca ganham papel de prato principal”, questiona o chef Joca Pontes, um dos maiores talentos de sua geração no País, responsável pelos restaurantes Ponte Nova, Villa e La Vague (todos na cidade) e fã de ovos. Quando morava na França, onde se formou pela Escola Superior de Culinária de Paris, ele costumava sair para restaurantes onde os ovos estavam na coluna dos pratos principais. 
“O ovo, por si só, é um prato. A gente come todo dia e não dá valor”, insiste ele, que gosta particularmente do ovo cocote: dois ou três ovos, uns pedaços de foie gras, uma pitada de sal, creme de leite fresco por cima e forno para gratinar. “A ideia é que a gema fique mole. Não pode deixar muito tempo, não pode mudar de cor. É só a clara ficar dura. Em forno alto, apenas uns oito minutos”, ensina.
Outra receita tão simples e sofisticada como o próprio ovo – e que dele não poderia prescindir – é a de crepes. “Para cada três ovos, cerca de 250 gramas de farinha de trigo peneirada (mais 1/2 litro de leite, 1/2 colher de sopa de manteiga derretida e uma pitada de sal). Batido tudo no liquidificador, basta deixar a massa descansar uns 20 minutos em refrigerador para a textura ficar homogênea e temos a massa básica para quaisquer tipos de crepes – sejam eles doces ou salgados.
jconline.ne10.uol.com.br

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Pau-Brasil




Flores da árvore Pau-Brasil


São Lourenço da Mata é a capital nacional do Pau-Brasil. Pertinho do Recife, a apenas 18 quilômetros de distância, o município carrega no nome a herança dos tempos do descobrimento, quando a Mata Atlântica era exuberante na região.
São Lourenço da Mata foi um dos principais centros de comercialização de uma grande riqueza de nossas florestas: o Pau-Brasil. “Aqui havia a maior incidência de Pau-Brasil e de uma qualidade tão superior, que regulava o preço no comércio europeu", explica Ana Cristina Roldão, presidente da Fundação Nacional do Pau-Brasil.
Algumas árvores foram encontradas em um pedaço remanescente da Mata Atlântica, onde hoje está instalada a Estação Ecológica de Tapacurá, da Universidade Federal Rural de Pernambuco. Era o ínicio do desafio de salvar um símbolo do país, que estava a um passo da extinção.
Um bosque com 50 mil mudas da espécie foi plantado e os índios o chamavam de ibirapitanga, que em tupi guarani quer dizer, madeira vermelha.

O Pau-Brasil pode atingir 30 metros de altura e é por causa desta árvore que somos chamados de brasileiros. O cerne, a parte que fica dentro do tronco, é de um vermelho intenso, cor de brasa, daí o nome: Brasil.
Folhas miúdas, tronco cheio de espinhos, flores amarelas que nascem em cachos. A espécie pertence à família das leguminosas, é parente do feijão e possui vagens onde ficam as sementes. "Todo brasileiro tem que, pelo menos, conhecer, se não plantar um Pau-Brasil, pelo menos, conhecer e reverenciar porque se hoje nós temos um país com esse tamanho continental foi também por causa da busca pelo Pau-Brasil", diz Ana Roldão.
Parte da fama do Pau-Brasil, o mundo da música já conhece. Uma das qualidades mais nobres da madeira é dar voz aos instrumentos musicais, função descoberta na Europa, no século XVIII, que revolucionou o timbre e o volume dos instrumentos de corda a partir da fabricação dos arcos com a madeira brasileira.
"Quando eu vejo algum músico tocando com instrumento que eu fabriquei, isso é muito gratificante. Prazer máximo", diz o luthier João Batista de Lima.
g1.globo.com
Fotos-faunafloraextincao.blogspot.com.br

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Festival Brasil Sabor-2013


Festival Brasil Sabor - 02 a 19 de maio de 2013



O evento
O Brasil apresenta o Brasil.
O Brasil Sabor já faz parte do calendário de eventos grastronômicos do país. Este ano, o evento acontecerá entre 2 e 19 de maio, mas em algumas regiões essa data poderá se estender até o dia 30 de maio.Confira o período de realização em sua cidade e veja como nossos artistas da culinária combinaram ingredientes da própria terra, criando verdadeiras maravilhas.


Como funciona

A mecânica do Festival é simples e deliciosa. Cada restaurante participante prepara um prato a partir da "comida do lugar", que é o jeito único de se fazer gastronomia a partir dos ingredientes encontrados na própria região. O preço dos pratos do Festival são diferenciados e você pode consultar a lista de participantes e os horários de funcionamento aqui mesmo no site. Convide família e amigos e sinta o verdadeiro sabor do Brasil.
Fonte - http://www.brasilsabor.com.br/festival/evento.html

 

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Mousse de goiaba com calda de requeijão



Ingredientes:

Geleia de goiaba:

2 xícara (chá) de goiabada em pedaços
1 xícara (chá) de água

Mousse:

1 xícara (chá) de creme de leite
1 xícara (café) de água
1 pacote de gelatina incolor
3 claras em neve

Calda de requeijão:
1 xícara (chá) de creme de leite
2 xícaras (chá) de requeijão cremoso
Demais ingredientes:
Fatias de goiaba vermelha para decorar


MODO DE FAZER


Geleia de goiaba: em uma panela, em fogo baixo, coloque a goiabada e a água e deixe cozinhar até diluir e ficar pastosa. Deixe esfriar.

Mousse: em um recipiente, misture a geleia de goiaba com o creme de leite. Acrescente a gelatina incolor dissolvida na água. Adicione metade das claras em neve e mexa bem. Por fim, coloque o restante das claras em neve e mexa suavemente. Despeje a mistura e leve ao refrigerador por 4 horas. Retire do refrigerador, decore com as fatias de goiaba e sirva com a calda de requeijão.

Calda de requeijão: leve o creme de leite ao fogo para aquecer. Acrescentar o requeijão no creme de leite e deixe cozinhar, mexendo às vezes, até que fique homogêneo. Pode servir a calda morna ou fria.

Receita Edu Guedes




terça-feira, 30 de abril de 2013

30 de Abril - Dia Nacional da Mulher

Olá,

Além do dia 08 de março, comemorado internacionalmente, nós também temos este dia para comemorar esta GRAÇA, que é ser MULHER ! ! !




As Mulheres do topo da árvore



As Melhores Mulheres pertencem aos homens mais atrevidos.


Mulheres são como maçãs em árvores.
As melhores estão no topo.
Os homens não querem alcançar essas boas, 
porque eles têm medo de cair e se machucar. 
Preferem pegar as maçãs podres que ficam no chão,
que não são boas como as do topo,
mas são fáceis de se conseguir.

Assim as maçãs no topo pensam que algo está errado com elas,
quando na verdade, ELES estão errados...

Elas têm que esperar um pouco para o homem certo chegar, 
aquele que é valente o bastante para escalar até o topo da árvore.


(Supostamente escrito por Machado de Assis)
fascinanteliteratura.blogspot.com.br

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Nhoque Italiano

nhoque-italiano-edu-guedes
     Nhoque  Italiano

Ingredientes

Nhoque
    500 g de batata roxa
    100 g de parmesão ralado
    100 g de farinha de trigo
    Sal, à gosto
    Molho
    1 kg de tomates maduros
    1 cebola média picada
    2 dentes de alho picados
    1 folha de louro

Modo de Fazer

Nhoque: cozinhe a batata sem a casca, retire da panela e amasse. Misture a batata com o queijo, o sal e deixe esfriar. Depois de frio, coloque a farinha aos poucos misturando devagar até desgrudar da mão. Modele e corte em cubos. Em uma panela, coloque água suficiente para cobrir, deixe ferver e coloque os nhoques para cozinhar por cerca de 2 minutos ou até boiar. Retire e reserve.

Molho de tomate: lave bem os tomates. Com uma faca, faça um corte em “X” na base de cada tomate cru. Coloque os tomates em uma panela com água fervendo por 30 segundos. Em outra tigela, coloque água e gelo. Com uma escumadeira, retire os tomates da panela e mergulhe-os na tigela com água e gelo. Pelo “X” feito nos tomates, puxe a pele como se fossem quatro folhas. O choque térmico faz com que a pele se desprenda facilmente. Para extrair as sementes, corte os tomates na metade, horizontalmente, e, com o dedo indicador, retire-as com o suco que as envolve. Não enxágüe os tomates, pois a água pode até tirar as últimas sementes, mas leva junto parte do sabor. Corte os tomates em cubinhos. Em uma panela grande, coloque o azeite e leve ao fogo baixo para aquecer. Quando estiver quente, junte a cebola e refogue por 2 minutos, mexendo sempre, ou até que fique transparente. Acrescente o alho picado e refogue por mais 1 minuto, sem parar de mexer. Em seguida, coloque todo o tomate picado na panela e misture bem. Acrescente a água quente e a folha de louro ao molho. Mexa bem e tempere com sal e pimenta-do-reino. Tampe a panela e deixe o molho cozinhar por cerca de 1 hora em fogo médio. Mexa de vez em quando, para não grudar, e verifique a água. Adicione um pouquinho de água quente, caso seja necessário. Desligue o fogo.

Fonte-http://receitas.eduguedes.com.br