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terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Bela Cozinha – As Receitas

Olá, como vai você?
"Bela Gil vai além das dicas culinárias e convida os leitores a uma reflexão sobre mudanças simples que fazem a diferença.


Contrariando o mito de que comida saudável é sem graça, Bela Gil mostra que é possível se alimentar de forma equilibrada, privilegiando ingredientes naturais, sem perder o sabor. Bela cozinha – as receitas ensina a fazer 50 pratos deliciosos, alguns apresentados em seu programa no GNT e outros selecionados especialmente para esta edição.  As receitas são divididas em categorias: sopas e mingaus; legumes e folhas verdes; petiscos; dia a dia; molhos e sobremesas. Independente das suas preferências, você encontrará algo para satisfazer seu apetite. 
Todas as receitas são acompanhadas por um comentário, no qual Bela detalha as propriedades dos ingredientes. Algumas são exclusivas para este livro, como bolinho de arroz integral, falafel e canja de galinha caipira. Além do preparo de cada prato, você descobrirá que a couve é rica em antoxidantes e ajuda na desintoxicação do organismo, que o feijão-fradinho é muito rico em ferro e cálcio e, assim, poderá incorporá-los a outras receitas, tornando sua dieta rica em nutrientes.
Além das informações de rendimento e tempo médio de preparo, você encontrará ícones que sinalizam se a receita é vegana, vegetariana ou sem glúten. No entanto, Bela defende o equilíbrio, e não deixa de fora receitas com carnes e até mesmo frituras, como tempurá de legumes. “Acredito que todo tipo de comida feita em harmonia com a natureza tem seu valor e lugar na dieta. Critério, respeito e consciência são a chave para uma boa alimentação”, explica a autora.
As sobremesas são um exemplo de que a vida pode ser doce sem açúcar refinado ou adoçantes. Faça bolos com farinha integral, musse de chocolate com melado de cana, cookies integrais. “Uma vez que a pessoa ganha consciência alimentar, pode fazer qualquer receita, porque sempre vai achar um jeito de adaptá-la à sua própria necessidade”.
Mais do que um livro de receitas, Bela Cozinha convida à reflexão sobre nossos hábitos alimentares e traz dicas sobre como pequenas mudanças podem fazer uma grande diferença.



Sobre a autora
Bela Gil descobriu a prática de yoga na adolescência e passou a se interessar pelos benefícios físicos e mentais da culinária saudável. Aos 18 anos se mudou para Nova York. Tendo que cozinhar e querendo manter uma vida saudável, Bela resolveu se aprofundar no mundo da culinária e nutrição. Estudou Culinária Natural no Gourmet Institute e formou-se em Nutrição e Ciência dos Alimentos pela Hunter College. De volta ao Brasil, tornou-se apresentadora do programa “Bela Cozinha” exibido as terças-feiras, às 22h, no GNT, que está em sua segunda temporada."
Ficha Técnica
Título: Bela cozinha – as receitas
Autor: Bela Gil
Gênero:Gastronomia
Páginas:  176
Formato:18,9 x 24,6 cm
Preço: R$ 49,90
ISBN: 978-85-250-5803-4
Editora:Globo Estilo

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Marmita Chic e Saudável, de André Boccato

Olá, como vai você?

"Livro reúne receitas saborosas e saudáveis para quem gosta de levar a comida de casa para o trabalho."



"A cada dia, mais e mais pessoas se tornam adeptas das marmitas. O que antes era considerado até mesmo uma forma de economizar dinheiro, hoje se tornou também uma arma poderosa na luta pela vida saudável e pela boa forma. Pensando nisso, o autor André Boccato reuniu no livro Marmita Chic e Saudável as mais diversas receitas para conciliar a correria com o comer bem.
Para quem já cozinha, a publicação da Editora Senac São Paulo é um bom incentivo e um guia com ótimas e saborosas opções para as refeições fora de casa. Para quem quer aprender a preparar a sua própria refeição, esta obra é essencial, com receitas divididas em saladas, acompanhamentos, arroz e risotos, aves, carnes, peixes, massas e sobremesas.
Além de saudável, levar marmita ao trabalho também virou moda. Porém, para estar dentro dessa moda, é ideal seguir algumas recomendações que André Boccato traz no livro. Primeiro, faça o planejamento das refeições e compre os ingredientes semanalmente. De preferência, cozinhe os pratos de uma só vez, acondicionando-os em embalagens para congelamento. Assim, peixes, carnes e aves podem ser armazenados em porções que recebam o molho na hora de comer.
A marmita facilita o controle da ingestão diária de sal, açúcares e gorduras, os grandes vilões da alimentação. Justamente por isso, deve-se também balancear proteínas, fibras e carboidratos.
O interessante é ter diversos recipientes e sacolas térmicas, pois muitas vezes não dá tempo de limpar, guardar e reembalar para o dia seguinte. Além disso, o ponto fundamental para levar marmita é saber se existe um forno micro-ondas no ambiente de trabalho ou alguma outra forma para aquecer a comida. “Afinal, comida quente é indispensável”, destacou o autor.
Outra recomendação importante é separar bem a salada e a sobremesa do kit marmita. Com tudo pronto, é só devorar no próprio recipiente ou mesmo no prato. Caso prefira o prato, André Boccato dá a dica: “tenha um prato lindo, um bom jogo americano, talheres chiques e um bom copo para suco ou água. Eis uma refeição elegante. Afinal, a gente também come com os olhos”.
Para finalizar, o Marmita Chic e Saudável traz um cardápio em branco, para que o leitor possa montar o seu de acordo com as suas preferências e se delicie com a sua marmita!

André Boccato

André Boccato é fotógrafo, jornalista, chef de cozinha experimental e editor especializado em gastronomia.  Foi diretor do Museu de Imagem e do Som (MIS) e curador de gastronomia para Bienal do Livro de São Paulo. É o curador do evento Cozinhando com Palavras, apresentado na Bienal Internacional do Livro de São Paulo, na Feira do Livro de Frankfurt e na edição da Festa Literário de Paraty (Flip) de 2014. Também é autor de dezenas de títulos de gastronomia e colecionador de menus da belle époque francesa. "

Ficha Técnica
Marmita Chic e Saudável
Autor: André Boccato
Editora: Editora Senac São Paulo
Preço: R$ 149,90
Número de páginas: 141
Serviço
Acompanhe o Senac São Paulo nas redes sociais: www.sp.senac.br/redessociais
Site: www.editorasenacsp.com.br
Twitter:  http://twitter.com/editorasenacsp

Fonte - http://wikilicias.com.br/2014/11/30/marmita-chic-e-saudavel/

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Diário da Cozinheira, de Carla Pernambuco e Receita de Suspiro de Limeña

Olá, como vai você?

9º livro de Carla Pernambuco, o Diário da cozinheira – viagens, memórias e receitas é um caderno de bordo gastronômico cheio de receitas, boas histórias e memórias de lugares como Turquia, Inglaterra, França, Rússia, Holanda, Nova York e várias cidades latino-americanas. Ed. LEYA, 224 págs., R$ 59,90


  (Foto:  )
Diário da Cozinheira, de Carla Pernambuco


SUSPIRO DE LIMEÑA
Receita do livro *Diário da cozinheira - viagens, memórias e receitas, da chef Carla Pernambuco

Ingredientes

Doce
½ l de leite integral;
500 g de doce de leite;
4 gemas de ovo.

Calda
½ xícara de vinho do Porto;
1 ½ xícara de açúcar.

Montagem
Canela em pó

Suspiro de Limeña (Foto: Divulgação)

Modo de fazer

1 Misture o leite e o doce de leite em uma panela e leve ao fogo baixo. Misture bem, até obter um creme homogêneo.
2 Passe as gemas por peneira e, num bowl pequeno, bata-as com um garfo, adicionando aproximadamente uma concha de doce de leite.
3 Volte tudo à panela e continue a cozinhar (sempre em fogo baixo) até engrossar ligeiramente (aproximadamente 10 minutos, mexendo sem parar). Reserve para deixar esfriar.
4 Coloque numa compoteira ou em  tacinhas individuais.

Calda
1 Para a calda, misture o açúcar e o vinho do Porto numa panela e leve ao fogo.
2 Cozinhe até espessar e ficar em ponto de fio mole, ou seja, a calda deve formar um fio quando derramada de uma colher.

Merengue
1 Bata as claras até formarem picos moles. Continue batendo e junte a calda ainda quente, derramando lentamente. Use este merengue para decorar o doce. Polvilhe com canela em pó.

Foto: Divulgação
Fonte-http://revistacasaejardim.globo.com/Casa-e-Comida/Receitas/Doces/noticia/2014/08/suspiro-de-limena.html

  

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Chá: Rituais e Benefícios, de Christine Dattner

Livro Cha rituais e beneficios   Livro – Chá: rituais e benefícios
Livro – Chá: Rituais e Benefícios


Faça as malas. O livro que separamos para você é praticamente uma viagem ao mundo dos chás. A obra Chá: rituais e benefícios, da autora Christine Dattner, traz 158 páginas de puro conhecimento histórico sobre as ervas e infusões. Além de fotografias belíssimas, receitas e até uma lista com as melhores casas dedicadas a bebida no Brasil. Precisa de mais?

Lançado pela Editora Senac, o livro traz dez capítulos que introduzem ao leitor a cultura do chá em países como China, Japão, Argentina, Brasil e até Estados Unidos. Ele também dá conta de explicar tudo o que há de técnico sobre a bebida. Desde regiões produtoras, diversidades e modos de tomar, até cerimônias regionais, tradições e utensílios históricos.


O leitor ainda tem acesso a diversas, bem ilustradas e explicadas receitas para fazer em casa. Tem para todos os gostos. Há pratos que levam o chá como ingrediente, sobremesas e até dicas para harmonizar a bebida.

Acha que acabou? Além de apontar os melhores locais para se degustar um bom chá no Brasil, a autora ainda dá conta de listar e explicar melhor todos os benefícios que a bebida traz para nosso corpo.

A leitura também cai muito bem na companhia de uma xícara quente do seu chá preferido. Se interessou? 

Por: Lucas Tavares
Fonte - http://www.mexidodeideias.com.br/index.php/curiosidades/livro-cha-rituais-e-beneficios/#more-21488

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Cozinha de Origem, de Thiago Castanho

Livro de Thiago Castanho é um guia afetivo da cozinha brasileira.

Está chegando às prateleiras Cozinha de Origem, primeiro livro de Thiago Castanho, dos restaurantes Remanso do Peixe e Remanso do Bosque em Belém.
Integrante de uma geração de chefs que está transformando a cozinha brasileira com base na valorização dos produtos regionais, da ligação com produtores e da reinvenção das tradições, Thiago fez um livro que tem a graça de misturar suas histórias e receitas “de perspectiva amazônica” às histórias e receitas de cozinheiros que ele admira. A obra acaba sendo um guia afetivo dos restaurantes comandados por essa nova geração.


Batata-doce. Com manteiga de garrafa.

As receitas vão do croquete de bochecha de boi de Janaina e Jefferson Rueda ao tiramisú de bacuri de Felipe Castanho. Tem feijoada, barreado, moqueca. E farofas, arrozes, paçocas, pimentas, manteigas – de aviú, cumaru, cacau.

O chef teve o cuidado de indicar substitutos para cada ingrediente regional – e acrescentar dicas para o melhor desempenho na execução das receitas.

Escrito em parceria com a jornalista Luciana Bianchi, Cozinha de Origem traz também um glossário de ingredientes típicos, que vai do açaí ao urucum – passando pela pratiqueira, uma classe de peixes que inclui 18 espécies muito consumidas no Pará. Além disso, há também uma lista de endereços de lojas e mercados espalhados pelo País em que se pode encontrar os produtos regionais citados nas receitas.

14 de maio de 2014| 22h05|
Batata-doce. Com manteiga de garrafa. FOTOS: Divulgação
Por Patrícia Ferraz
Cozinha de Origem
Autores: Thiago Castanho e Luciana Bianchi
Editora: Publifolha (256 págs.; R$ 59,90)
Fonte - http://blogs.estadao.com.br/paladar/livro-thiago-castanho-guia-afetivo-da-cozinha-brasileira/

sexta-feira, 2 de maio de 2014

D.O.M. - Redescobrindo Ingredientes Brasileiros, de Alex Atala


Capa do livro D.O.M. - Redescobrindo Ingredientes Brasileiros - Edição em português / Imagem: Reprodução


Este é o primeiro livro internacional de Alex Atala: foi traduzido em quatro idiomas - português, inglês, holandês e alemão, e publicado no Brasil pela Editora Melhoramentos.

Nele, Atala leva os leitores a uma viagem pelos verdadeiros sabores do Brasil, incluindo investigação profunda, realizada no coração da floresta amazônica.

Com prefácio do chef francês Alain Ducasse – três estrelas no respeitado guia Michelin –, Atala conta em 320 páginas a história de 40 ingredientes brasileiros, por meio de receitas, e apresenta a realidade dos povos e o estilo de vida no Brasil, assim como a gastronomia que encontra nos pratos típicos das regiões.

O livro também traz particularidades do restaurante D.O.M., sexto melhor do mundo na lista anual da revista inglesa Restaurant, e mostra ingredientes nacionais que o chef utiliza em sua cozinha. Também conta como é a relação dele com os produtores e mostra os esforços para encontrar soluções sustentáveis de alimentação.

Quando abriu o D.O.M. – do latim Deo Optimo Maximo (Deus é ótimo e o máximo, ótimo em sua sabedoria e máximo em sua bondade) – em São Paulo, em 1999, Alex Atala tomou uma decisão que iria mudar a história da moderna cozinha brasileira.

Formado pela Escola de Hotelaria de Namur, na Bélgica, e com passagens por restaurantes europeus, Atala percebeu que não era capaz de fazer comida francesa ou belga tão bem quanto um chef local. Não pela falta de habilidade, mas porque não tinha memória cultural dessa culinária. Ao voltar ao Brasil, então, decidiu mudar a forma como a gastronomia era tratada em seu país e explorar ingredientes típicos e ainda pouco conhecidos, como açaí, pupunha e cupuaçu. Ele desejava criar um restaurante requintado para capturar sabores, cores, texturas e até mesmo cheiros da comida brasileira.
No entanto, para o desenvolvimento de menus com forte presença de ingredientes nativos era necessário investir em tempo e pesquisas – algumas delas diretamente na floresta amazônica.

Em D.O.M. – Redescobrindo Ingredientes Brasileiros, Alex Atala narra viagens pessoais pelas cidades e aldeias, cita a floresta, os rios e as praias vibrantes e culturalmente diversas do Brasil. Por meio de suas receitas e uma rigorosa seleção fotográfica, com imagens de paisagens feitas por Edu Simões, e de pratos e ingredientes por Sérgio Coimbra, o leitor é levado a uma odisseia culinária que destaca produtos de renome mundial, como castanha e cacau, e outros até enigmáticos, como as formigas e a priprioca.

Sobre o livro:

Editora Melhoramentos
320 páginas
Preço sugerido: R$ 149,00
- See more at: http://basilico.uol.com.br//5300-artigos-O-LIVRO-D.O.M.#sthash.cB7FPP22.dpuf

domingo, 27 de abril de 2014

Noma - Time and Place in Nordic Cuisine

Livro: Noma
:Noma – Tempo Eespaço na Cozinha Nórdica


Nas famosas listas da Restaurant, o restaurante dinamarquês Noma apareceu em primeiro lugar entre 2010 e 2012. Em 2013, ficou em segundo. O nome é a união de duas palavras que significam "comida nórdica". O chef atende pelo nome de René Redzepi, que também publicou um livro em 2010 pela editora Phaidon com mais de 90 receitas e 200 fotos de pratos, ingredientes e paisagens. É a nossa dica nesta semana, em que o preto & branco são assunto por aqui – olha a capa, alvíssima.

René é hoje um dos chefs mais influentes do mundo, consagrado por reunir em seu restaurante a comida e modo de vida de seu país e de sua região, com simplicidade e aconchego, em um ambiente menos luxuoso, ao contrário de como costumam ser os restaurantes que aparecem na lista.

O restaurante não emprega garçons: a comida é servida por 30 cozinheiros, o que significa uma média de um cozinheiro por cliente. São eles mesmos quem colhem nas redondezas as ervas e legumes utilizados nas preparações. Redzepi só utiliza ingredientes nórdicos. Você provavelmente não vai se animar a fazer as receitas do Noma – tempo e espaço na cozinha nórdica, mas com certeza vai gastar um bom tempo se inspirando com as belíssimas imagens.

Foto: Livia Miglioli

Serviço: Noma – tempo e espaço na cozinha nórdica custa R$ 219,60 na Saraiva Megastore.
Fonte - http://panelinha.ig.com.br/site_novo/meuBlog/pitadas--2161

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Pitadas da Rita, de Rita Lobo


Pitadas da Rita
Receitas Musicais


Acaba de sair o quinto livro de Rita Lobo. Pitadas é uma combinação de receitas, dicas, truques – e indicações de trilha sonora, já que a publicação tem também o nome do programa que a chef apresenta na Rádio Eldorado, Pitadas da Rita.

Adicionar legenda
É o primeiro livro dela que sai pelo selo Panelinha na Companhia das Letras – à frente do selo, ela já lançou obras de outros autores, mas não de sua autoria.



Com belas fotos e bom gosto na produção e na diagramação, Pitadas não é um livro comum. Ele divide as comidas por cores, quatro cores ao todo. As receitas do capítulo azul convidam a viajar, como explica a autora: vão do brunch nova-iorquino ao arroz marroquino. O verde traz receitas enxutas, profusão de ervas e folhas. As amarelas são ensolaradas, para compartilhar com a família, carne de panela, bolo gelado de abacaxi. E no capítulo vermelho estão as preparações intensas e os truques para transformar pratos do dia em comida especial.

A divisão é ousada. Ao folhear o livro você vai encontrar sobremesas antes do prato principal e outras surpresas do gênero, mas não se aflija: as receitas aparecem no índice bem direitinho – drinques, petiscos, acompanhamentos, molhos que fazem a salada, pratos, sobremesas…

Boa parte das receitas traz uma pitada da chef – que há quase duas décadas testa pratos e comanda o site Panelinha. Pode ser um jeito de arrumar a mesa, o segredo para salvar o molho empelotado, dicas para aproveitar as sobras. E tem as pitadas musicais – harmonização de músicas e pratos, inspiradas no que Rita faz na Rádio. As dicas musicais são do gerente artístico da Eldorado, Régis Salvarani. Para acompanhar a carne louca, Rehab, de Amy Winehouse; o feijão caseiro vai com Conto de Areia, de Clara Nunes.


Com ou sem trilha sonora, a ideia, diz Rita Lobo, é inspirar sua próxima refeição. Você pode começar pela receita da foto, purê de abóbora com ricota e curry, que você pode ver aqui:

Purê de abóbora com ricota e curry


Ingredientes
500g de abóbora japonesa descascada e cortada em cubos
2 colheres (sopa) de creme de ricota (comprado pronto)
1/2 colher (chá) de curry em pó
Noz-moscada ralada na hora 1 colher (sopa) de azeite
Sal e pimenta-do-reino moída na hora a gosto
Cebolinha francesa a gosto

Preparo
1. Numa panela com cesto, cozinhe a abóbora no vapor por cerca de 20 minutos. Quando estiver macia, desligue o fogo.

2. Enquanto a abóbora cozinha, lave e seque bem a cebolinha francesa, dois ou três talinhos. Pique fino e reserve.

3. Passe a abóbora quente por um espremedor de batatas e coloque em uma panela. Tempere com sal, pimenta-do-reino e noz-moscada. Junte o creme de ricota, o azeite e o curry. Leve ao fogo para aquecer, mexendo sempre.

4. Sirva numa tigela e salpique com cebolinha.

Trilha sonora: Don’t Cha Wanna Ride, Joss Stone

Pitadas da Rita
Autor: Rita Lobo
Editora: Panelinha (312 págs., R$ 89,90)
Por Patrícia Ferraz
FOTOS: Reprodução
Fonte-http://blogs.estadao.com.br/paladar/receitas-musicais/

segunda-feira, 3 de março de 2014

As Deliciosas Férias de Beatriz, de Carla Pernambuco



A obra traz as viagens de Beatriz, inspirada em Carla Pernambuco, pelo sul do Brasil / Imagem: Divulgação

A chef Carla Pernambuco lança no próximo dia 10 seu mais novo livro As deliciosas férias de Beatriz, na Livraria da Vila do Shopping Pátio Higienópolis.

Estrelada pela menina gaúcha Beatriz, de oito anos, a obra conta as viagens da garota pelo sul do Brasil e mostra a coleção de receitas que ela leva em seu diário, e que inclui pratos típicos como arroz carreteiro e sobremesas como as panquecas de doce de leite.

 

Ricamente ilustrado, o livro conta com o traço do artista plástico Dado Motta / Imagem: Divulgação

A obra também traz outras receitas de Carla Pernambuco, incluindo o nhoque estrelinha de polenta, torta de morango, casquinha de siri, grütze de uva com iogurte, cuca de banana e escondidinho de mandioca e barreado.

Lançado pela LeYa Brasil, As deliciosas férias de Beatriz tem colaboração do professor de comunicação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul Pablo Fabián, que assina os textos, e do artista plástico Dado Motta, responsável pelas ilustrações.

O evento de lançamento conta também com uma sessão de contação de histórias, das 16h às 17h, e com a demonstração de algumas das receitas do livro pela chef Carla Pernambuco.

Lançamento do livro As deliciosas férias de Beatriz
Dia 10 de março, sábado, das 15h às 18h
Livraria da Vila, Shopping Pátio Higienópolis, Av. Higienópolis, 618, Higienópolis, São Paulo
Telefone: (11) 3660-0230
www.livrariadavila.com.br
- See more at: http://basilico.uol.com.br/3759-artigos-O-NOVO-LIVRO-DE-CARLA-PERNAMBUCO#sthash.ijiYVMfA.dpuf

domingo, 2 de fevereiro de 2014

"Eu Sou do Camarão Ensopadinho com Chuchu", de Roberta Sudbrack

Chef Roberta Sudbrack conta bastidores de receitas em novo livro

Capa do livro "Eu sou do camarão ensopadinho com chuchu", da chef Roberta Sudbrack (ed. Tapioca)



A chef Roberta Sudbrack mostra os bastidores da criação de receitas em seu mais novo livro, "Eu Sou do Camarão Ensopadinho com Chuchu" (ed. Tapioca, preço sugerido R$ 79).

Com a colaboração de nomes de peso como os jornalistas Carlos Alberto Dória e Cora Rónai, o escritor Ignácio de Loyola Brandão e a diretora Bia Lessa, o livro foi parcialmente ilustrado com fotos da própria chef, tiradas pelo celular e publicadas anteriormente no Instagram de seu restaurante. 

Sudbrack tem vários fatos curiosos na carreira: já comandou a cozinha do Palácio da Alvorada durante os dois mandatos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e também foi responsável pela alimentação dos atletas brasileiros durante os Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, com um menu que incluiu picadinho, pudim de leite e brigadeiro. 

Atualmente, ela está  está em décimo lugar na lista dos 50 melhores restaurantes da América Latina e 81º lugar na lista mundial dos melhores restaurantes do mundo, compilada anualmente pela revista britânica "Restaurant".

O livro traz 25 receitas, como o ravióli de chantilly de batatas e botarga, o aspargo branco em caramelo e o camarão com chuchu que dá título à obra -que vem a ser também um trecho de "Disseram que Voltei Americanizada", canção clássica de Carmem Miranda.

Ao mostrar como os pratos são feitos, a chef também conta segredos de preparação e mostra seu trabalho com ingredientes nacionais geralmente desprezados pela alta cozinha, caso do próprio chuchu e do quiabo.
Fonte - http://comidasebebidas.uol.com.br/

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Culinária Regional e Cultura Caipira



Novo livro do jornalista que inovou a tevê brasileira com a proposta de cozinhar ao ar livre nas pequenas e médias cidades

O jornalista Fernando Kassab lança hoje o livro Prato Fácil: 10 anos. Uma coletânea com receitas culinárias e causos focalizados em 300 cidades dos estados de São Paulo e Minas Gerais, a obra celebra os dez anos de exibição do quadro semanal Prato Fácil - concebido e apresentado por Kassab - no Jornal da EPTV 1ª edição. A emissora é afiliada da Rede Globo nas regiões paulistas de Campinas, Ribeirão Preto e São Carlos e na mineira Varginha.

Transmitido pela primeira vez no mês de fevereiro de 2003, Prato Fácil trouxe um formato pioneiro ao jornalismo gastronômico e uma inovação à tevê brasileira. No quadro, Kassab, um especialista em culinária regional, cozinha ao ar livre e degusta receitas junto a populares e convidados. Para gravar a atração, invariavelmente numa cidade da área de cobertura da EPTV, a equipe da emissora já percorreu desde a estreia mais de 350 mil quilômetros.

De acordo com o jornalista, as 300 receitas do livro Prato Fácil: 10 anos são simples de fazer e de custo acessível. “Foram preparadas em praças, feiras livres, sob árvores frondosas e, muitas vezes, ao sabor dos humores do clima” ressalta Kassab. Ele acrescenta que a relação de pratos que compõe o livro foi elaborada no ano de 2009, quando a EPTV completou trinta anos no ar e o quadro Prato Fácil percorreu todos os municípios da área de cobertura como parte das comemorações.

“A ideia do programa, e agora do livro, é sempre fazer com que as pessoas, mesmo as que não tenham qualquer intimidade com a arte de cozinhar, sintam prazer em preparar pratos saborosos baseados em ingredientes fáceis de encontrar”, reforça Kassab. Segundo o jornalista, a escolha das receitas reunidas na obra levou em conta, sobretudo, aspectos históricos, tradições regionais e a identidade gastronômica dos municípios visitados.

“Todas as receitas são especiais. Com algumas, porém, tenho uma relação amorosa, próxima. Passei minha infância no Sul de Minas e em Ribeirão Preto e a minha ligação com a cultura do caipira é muito forte”, revela Kassab.

O jornalista conta ainda que o quadro Prato Fácil começou a ser concebido durante uma viagem a trabalho feita aos Estados Unidos em 1999. Na companhia do repórter cinematográfico José Ferreira Filho, Kassab assistia ao programa Arizona Grill, no qual o protagonista cozinhava ao ar livre com apoio de apenas uma câmera, mas sem a presença de público. Fascinado com o desempenho do apresentador americano, o jornalista trocou ideia com Ferreira sobre a possibilidade de realizar uma proposta semelhante na tevê regional. Concordaram que seria viável.

De volta ao Brasil, Kassab concebeu o formato de sua atração com a direção de jornalismo da EPTV. O programa estreou quatro anos depois, após a realização de estudos que demandaram adaptações de conteúdo e conceito, segundo o perfil do público presente nas áreas cobertas pela emissora.

Nos dias de hoje, Prato Fácil atinge em torno de 10 milhões de espectadores e recebe diariamente centenas de sugestões e dicas dos telespectadores.
Fonte:BIA – Bureau de Ideias Associadas, Imprensa e Com. Est.
Fonte- http://www.revistain.com.br/noticia_online/culinaria/8153_culinaria_regional_e_cultura_caipira.html
Publicada em : 16/12/2013



sábado, 19 de outubro de 2013

Pois Sou Um Bom Cozinheiro, de Vinícius de Moraes




Para os fãs de Vinícius de Moraes, este sábado (19), não é só mais um dia comum da semana que se passa. Nesta data, o poeta e compositor brasileiro, morto em 1980, completaria 100 anos.

Em homenagem ao centenário e à paixão [pouco conhecida] que o cantor tinha pela comida, a editora Companhia das Letras lançou no dia 6 de outubro o livro Pois Sou Um Bom Cozinheiro, idealizado pela filha de Vinícius, Luciana de Moraes.

A atração pela boa mesa e o talento ao fogão podem surpreender os maiores fãs. O livro traz um compilado de preferências gastronômicas e receitas que faziam Vinícius ir para a cozinha, como o tradicional franguinho na cerveja. E mais: o livro revela que a relação do compositor com a comida vinha desde pequeno.

Edith Gonçalves, companheira de Luciana — morta em 2011 — por 23 anos assumiu o projeto do livro ao lado da chef e produtora gastronômica Daniela Narciso, que pesquisaram a fundo textos, poemas, letras e até correspondências para recriar um lado pouco conhecido de Vinícius.

Buscaram histórias de filhos, amigos e parceiros, como Toquinho, Carlos Lyra a cantora Miúcha e Laetitia Cruz de Moraes Vasconcellos, irmã mais nova de Vinícius, atualmente com 97 anos.

Cada parte do livro fornece receitas que fizeram parte da vida do poeta desde sua infância no Rio de Janeiro, as cozinhas que frequentou e os bares e restaurantes em que mantinha cadeira cativa e pedida suas doses de uísque sem restrições.

Histórias apetitosas estão distribuídas ao longo das páginas de Pois Sou um Bom Cozinheiro. Um dos casos do livro revela o apreço do poeta pela exploração de novas técnicas no preparo dos alimentos, como, descascar cenouras usando palha de aço.

Se o poeta acreditava que, para se viver um grande amor era preciso concentração, o mesmo devotava quando cozinhava e saboreava a comida à mesa.


Livro: Pois Sou Um Bom Cozinheiro

Organizadoras: Daniela Narciso e Edith Gonçalves

Editora: Companhia das Letras

Preço: R$ 90

Páginas: 296 páginas

Fonte - http://entretenimento.r7.com/receitas-e-dietas/noticias/livro-traz-receitas-e-tecnicas-de-vinicius-de-moraes-na-cozinha-20131019.html?question=0
Foto - http://www.ciadoslivros.com.br/pois-sou-um-bom-cozinheiro-651180-p195436

domingo, 8 de setembro de 2013

Bom Pra Cachorro - Gastronomia Canina, de Roberta Sudbrack

Livro Gastronomia Canina Bom Pra Cachorro Roberta Sudbrack.


Sinopse

Uma homenagem da conceituada chef Roberta Sudbrack a seu amigo Júnior, um golden retriever dourado que um dia adoeceu e precisou de cuidados especiais. Orientada por profissionais especializados, a autora desenvolveu receitas balanceadas que despertassem o apetite de seu cão. O livro também reúne 18 dessas receitas, que incluem adaptações para quem quiser degustar as iguarias caninas. 


Fonte - http://www.editorasenacsp.com.br/portal/produto.do?appAction=vwProdutoDetalhe&idProduto=20176

domingo, 18 de agosto de 2013

Bolo Luiz Felipe da Fazenda Não Me Deixes

http://blog.tribunadonorte.com.br/aoponto/files/2012/02/rachel-de-quieroz.jpg


A escritora Rachel de Queiroz (1910/2003) dizia que a cozinha do sertão era como sua literatura: forte e generosa.  A primeira mulher a ocupar uma cadeira na Academia Brasileira de Letras, que escreveu alguns dos romances fundamentais da literatura nacional, “O Quinze” e “Memorial de Maria Moura” , além de crônicas e contos maravilhosos — inclusive de ficção científica! — também era completamente apaixonada pela cozinha. Era uma gastrônoma de mão cheia.
Parte do receituário produzido por ela e familiares em sua fazenda situada em Quixadá, no sertão cearense — onde a escritora passou muitos anos de sua vida — está no livro “O Não Me Deixes: Suas Histórias e Sua cozinha”, que ela escreveu em parceria com a irmã Maria Luíza, mas só foi lançado depois de sua morte. Nele, Rachel dá uma aula de culinária simples, rústica, “sem todas aquelas técnicas de molhos e reduções “, como ela própria escreveu.

A obra também conta um pouco sobre memórias do sertão. A edição mais recente saiu pela José Olympio Editora,  tem projeto gráfico e ilustração de capa do gravurista e pintor paraibano Ciro Fernandes. Custa R$ 27,00.

Em 2010, ano do centenário de Rachel de Queiroz, esse mesmo livro inspirou um Circuito Gastronômico em Fortaleza-CE. Foram 12 restaurantes servindo um prato baseado nessas receitas. Coisa bonita não é?

Mas nem só de sertão vivia a cozinha de Rachel de Queiroz. Ela era fã da cozinha lusitana e dizem que seu Bacalhau virado era famoso até no além mar…

No rol das curiosidades, a escritora teve a insólita tentativa de criar patos em sua fazenda!essa história foi contada em uma reportagem da Revista Gula, de 2010. Edição em que o chef Carlos Ribeiro testa algumas receitas do livro, entre as quais o Bolo Luiz Felipe, que publico abaixo.

Citei Carlos Ribeiro por que muitos potiguares devem conhecê-lo de seu restaurante em São Paulo (Na Cozinha) e de sua participação no Festival de Martins de 2009, quando o chef lançou até um cordel de receitas.

Mas, voltando…

Para começar a semana útil, trago  a receita do Bolo Luiz Felipe. Trata-se de  “um ícone da fartura e do status social no Nordeste”, disse o chef Carlos Ribeiro.

Rachel de Queiroz comentou sobre o Luiz Felipe: “… Para fazê-lo é preciso ter inspiração e, principalmente, boa mão para doces. Existem outras receitas do bolo com o mesmo nome em diferentes regiões, mas o nosso do Ceará, o do Não me Deixes, é esse”.






BOLO LUIZ FELIPE (DA FAZENDA NÃO ME DEIXES)

10 ovos (só 4 claras)
5 xícaras de açúcar
2 ½ xícaras de farinha de trigo
1 pires (cheio) de queijo ralado (queijo de coalho, ou melhor ainda, queijo do reino)
2 xícaras de manteiga
1 copo de leite puro de coco (extraído do coco fresco)

PREPARO:

Com o açúcar, faze-se a calda em ponto de pasta. Batem-se as gemas bem batidas; batem-se as claras em separado.
Quando a calda estiver no ponto e ainda fervendo, tira-se do fogo e acrescenta-se as gemas, lentamente, mexendo forte.
Em seguida acrescentam-se as claras, depois o leite de coco, a manteiga, o queijo e, por último, a farinha de trigo, lentamente mexendo com força
Põe-se numa forma com muita manteiga, polvilhada com farinha de trigo, e leva-se ao forno quente por cerca de 45 minutos. Quando pronto, deixar o bolo esfriar no forno.


Fonte -http://blog.tribunadonorte.com.br/aoponto/para-comecar-a-semana-bolo-luiz-felipe-da-fazenda-nao-me-deixes/49914
Foto - http://www.reidosbolosnh.com.br/site/ver-bolos/

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Panelinha Receitas que Funcionam, de Rita Lobo

Quer ganhar um livro?



Sinopse

Panelinha é o site que Rita Lobo criou no ano de 2000 para ensinar a preparar pratos saudáveis, revelando truques e manhas, de modo que qualquer pessoa consiga fazer. Para o livro, foram reunidas sugestões para variadas situações e ocasiões do cotidiano: jantares práticos, saladas elaboradas, massas rápidas, grãos para o dia a dia, comida de criança, pratos variados com peixes, aves e carnes, sobremesas saudáveis, bolos fofíssimos, pães integrais, tudo para facilitar a vida das pessoas que acreditam na boa alimentação como a base da vida.


Fonte - http://www.editorasenacsp.com.br/portal/produto.do?appAction=vwProdutoDetalhe&idProduto=21417

quarta-feira, 27 de março de 2013

As Minhas Receitas de Bacalhau, de Vitor Sobral

As minhas receitas de bacalhau | 500 receitas



Sinopse

Conhecido por sua forma de modernizar os pratos mais tradicionais da gastronomia portuguesa, o chef Vítor Sobral foi convidado pelo Norge  Conselho Norueguês da Pesca, para dar um toque da sua imaginação à preparação de saborosas receitas de bacalhau, o fiel amigo da cozinha portuguesa.
Reinventando os clássicos, renova-se a tradição e introduzem-se novos ingredientes, conservando-se temperos e sabores bem portugueses.
São quinhentas receitas de bacalhau, inspiradas em sua recente viagem ao norte da Noruega, em plena costa Ártica, onde pescou o seu primeiro bacalhau e teve a oportunidade de ver como é o processo, na origem, e de sentir nas mãos um peixe tão fresco.


Fonte - http://www.editorasenacsp.com.br/portal/produto.do?appAction=vwProdutoDetalhe&idProduto=21668

quarta-feira, 6 de março de 2013

Cozinha de Estar, de Rita Lobo

Biblioteca: Cozinha de Estar


Rita Lobo acaba de lançar mais um livro! Cozinha de Estar: Receitas práticas para receber (editora Paralela). Todas as receitas foram testadas, provadas e fotografadas na casa de Rita — e o resultado é um livro leve, lindo, cheio de dicas e boas ideias para quem gosta de receber bem.

“Tentei colocar no papel tudo que sei para transformar o ato de cozinhar e receber num momento delicioso. Sem cerimônia, informal, mas com aquele toque de glamour que a gente adora”, conta Rita.

Bom presente também para quem sofre com o papel de anfitrião, já que as receitas e dicas são tão simples que deixam todos mais confiantes e cheios de vontade de planejar já uma festinha em casa!

Serviço: Cozinha de Estar (editora Paralela)

Fonte - http://panelinha.ig.com.br/site_novo/meuBlog/pitadas--1279

sábado, 23 de fevereiro de 2013

A Mesa Voadora, de Luís Fernando Verissimo






Diga-lhe o que gostas de comer, que tipo de relacionamento tem com maîtres, garçons e chefs ou como se porta num buffet que ele dirá se tu és ou não um bom-gourmet! Ninguém melhor que Luiz Fernando Veríssimo para desvelar a alma de um comensal e suas agruras com o dia-a-dia. 

Em A MESA VOADORA , ele nos oferece um cardápio variado e irresistível: histórias sobre iguarias de dar água na boca e todos os preceitos para saboreá-las com propriedade.

Sim, Verissimo é especialista no assunto. Delicia-se com minestrones, carnes malpassadas, tortas sofisticadas e com aqueles momentos de extremo prazer, quando, por exemplo, a gema de um ovo frito desprende-se da clara e, viscosa, quente, se desmancha sobre os grãos de arroz.

A MESA VOADORA traz uma seleção de 47 crônicas recheadas com dicas bem-humoradas de quem transita com a mesma desenvoltura por sofisticados bistrôs de Paris ou pastelarias de beira de estrada. Com o domínio que tem sobre a "gastronomia" e suas variantes, o autor surpreende ao revelar que a única parte de qualquer receita de comida que o interessa é a última, aquela que começa depois do "leve à mesa". "Só entro em cozinha para abrir a geladeira", confessa o gourmet.

Mas para a nossa sorte, depois de comer tanto e tão bem, Verissimo ainda escreve, deliciosamente, sobre suas memórias gustativas. Em Às Sopas, por exemplo, ele faz uma verdadeira declaração de amor à iguaria e aponta as várias razões para reverenciarmos os minestrones, consomês e caldos: "(...) A sopa nos dá, como nenhum outro tipo de comida, a oportunidade de demonstrar nosso prazer à mesa. Os chineses, inclusive, consideram falta de educação tomar uma sopa em silêncio. Deve-se sorvê-la, ruidosamente, indicando para quem quiser ouvir, mesmo da rua, que ela está ótima e que a vida, tirando algumas passagens de extremo mau gosto, vale a pena ser saboreada (...)", observa o autor.

Já em O buffet, o humorista traça seu plano estratégico para desfrutar com propriedade o serviço de uma festa. E seguindo as preciosas dicas, o leitor vai estar saboreando o prato quente enquanto outros convidados, menos empreendedores , ainda nem chegaram perto dos tomates. Mas, alerta Verissimo: "Não se desmobilize, no entanto. Lembre-se de que ainda falta a batalha dos doces...".

Sentar à mesa em companhia desse mestre do humor é garantia de boa diversão! Bom -apetite!


Fonte - http://www.objetiva.com.br/livro_ficha.php?id=434


O come e não engorda

Ninguém é mais admirado ou invejado do que o come e não engorda. Você o conhece. É o que come o dobro do que nós comemos e tem metade da circunferência e ainda se queixa: 
- Não adianta. Não consigo engordar.
O come e não engorda é meu ídolo. Só não lhe peço autógrafo por inibição. Meu sonho é emagrecer e depois nunca mais engordar, por mais que tente. Quando eu diminuir, quero ser um come e não engorda.
Não se deve confundir o come e não engorda com o enfastiado. Este pertence a outra espécie. Não é humano. Pode até ser melhor do que nós, um aperfeiçoamento, mas não é humano. Afinal, o que une a humanidade é o seu apetite comum. Não é por nada que partilhar da comida com o próximo tem sido um símbolo de concórdia desde as primeiras cavernas. Até hoje as conferências de paz se fazem em volta de uma mesa onde a comida, se não está presente, está implícita. Desconfie do enfastiado. Ele será um agente de outra galáxia ou um poço de perversões, ou as duas coisas. De qualquer maneira, mantenha-o longe das crianças. Quando encontrar alguém na frente de um prato cheio só emparelhando as ervilhas com a ponta da faca, notifique os órgãos de segurança. É um enfastiado e pode ser perigoso. Sempre achei que as pessoas que comem como um passarinho deviam ser caçadas a bodoque. O seu fastio, inclusive, é um escárnio aos que querem comer e não podem.
Já o come e não engorda compartilha do nosso apetite, só não compartilha das conseguências. Ele repete a massa e não tem remorso. Pede mais chantily e sua voz não treme. Molha o pão no café com leite! E ainda se queixa:
- Há 15 anos tenho o mesmo peso.
O come e não engorda só parou de mamar no peito porque proibiram sua mãe de ficar junto no quartel. Quando o come e não engorda nasceu, uma estrela misteriosa apareceu no Guide Michelin de restaurantes para aquele ano. O come e não engorda caminha sobre a sauce bernaise e não afunda. Multiplica os filés de paixe à meunière e os pães de queijo. Por onde o come e não engorda passa, as ovelhas se atiram para trás e pedem “me assa!”. O come e não engorda tem o segredo da Vida e da Morte e, suspeita-se, o telefone da Bruna Lombardi. E ainda se queixa:
 - Tenho que tomar quatro milk-shakes entre as refeições. Dieta.
Dieta! E você ali, de olho arregalado."



O Buffet


Um dos martírios da vida social moderna é o buffet. Ele nasceu com boas intenções, como resposta à necessidade de alimentar da maneira mais prática o maior número de pessoas com o máximo de elegância possível. Isto é, sem que a festa pareça um rififi no refeitório. É difícil servir 300 ou 400 pessoas nas suas mesas e ao mesmo tempo, à francesa, a não ser que haja quase tantos garçons quanto convidados. A solução, já que a comida não pode ir às pessoas, e as pessoas irem à comida. Outra vantagem do buffet é que, com todos os pratos concentrados sobre uma única e bem ornamentada mesa, ele dá a correta impressão de abundância. Que é, afinal, o que nos leva a festas. Todo buffet é uma alegoria à fartura. Há cascatas de camarões, leitões esquartejados e remontados sobre pedestais de farofa, everestes de maionese, continentes de saladas e de frios. Uma vez, juro, vi um faisão empalhado no centro da mesa, na pose de quem se preparava para decolar deste insensato mundo. Só o que o mantinha na terra era a sua própria carne, em fatias, a seus pés. Diante de um buffet você deve se debater entre dois sentimentos: a vontade de comer tudo e o remorso por estragar a arquitetura. Depois, é claro, de agradecer à providência por pertencer aos 30% da população que comem e à minoria ainda menor que é convidada a buffets. Pois o buffet também é a apoteose da boca-livre.
Os críticos mais moderados do buffet o comparam a uma linha de montagem, e fazem uma injustiça. A linha de montagem é mais organizada. Ao redor de uma mesa de buffet o ser humano reverte ao seu protótipo mais primitivo: a fera diante do alimento. A patine de civilização se quebra, como o exterior caramelado do presunto, e é cada um por si e pelo seu estômago. Já vi velhos amigos duelarem a empurrões diante de um rosbife, e marido e mulher chegarem aos tapas na disputa do último camarão. Porque a verdade é que o buffet não dá certo. Ele pressupõe um desprendimento com relação à comida que ninguém tem. Embora alguns finjam que têm.
- Vou esperar que os selvagens se sirvam e depois vou até lá - diz ele, sorrindo com desprezo para a horda em volta da mesa.
- Eu, se fosse você, não esperava. 0 bolo de peixe já estava pela metade - avisa alguém.
- Epa - diz ele, e mergulha no meio da horda, usando os cotovelos para abrir caminho.
Mas o buffet é irreversível e o negócio é aprender a conviver com ele. Existem algumas regras de conduta que nos ajudam a sair de um buffet, mesmo o mais concorrido, razoavelmente bem alimentados e sem danos, fora alguns rasgões na roupa. Aprendi com a experiência e tenho as marcas de garfo na mão para provar. Tome nota.
Antes de mais nada, não obedeça a ordens. É comum o anfitrião sugerir, bem-humorado, alguma espécie de hierarquia no acesso ao buffet. Primeiro, as mesas deste lado ou daquele, primeiro os mais velhos, as autoridades, os mutilados de guerra etc. Ignore-o. Seja o primeiro a saltar da mesa, mesmo fora de ordem. O máximo que pode acontecer é você receber olhares feios. 0 que importa isto diante de uma cascata de camarões ainda intocada e da oportunidade de escolher os melhores tomates? Nunca desmereça as vantagens de chegar primeiro.
Estude o terreno - o planejamento é importantíssimo. Ao entrar na festa, examine cuidadosamente o buffet. Resista à tentação de começar a botar camarões no bolso. Isto e apenas um reconhecimento.
Decore a localização dos pratos mais importantes.
Geralmente, há 17 tipos diferentes de salada de batata. Concentre-se numa para não perder tempo depois.
Faça uma anotação mental do melhor acesso à lagosta, se houver. Lembre-se de que dois ou três pedaços de lagosta valem uma travessa de peito de peru em qualquer mercado de valores do mundo. Decida-se por uma estratégia de ataque. Se preciso, estude uma ação diversionista. Na hora de avançar, dirija-se resolutamente para os embutidos e, à última hora, desvie rapidamente para a lagosta, confundindo o inimigo.
Macetes - Com o tempo, você os desenvolverá sozinho. Cada um tem seu estilo. Alguns lembretes, no entanto. Se possível, sirva-se com dois pratos, com o pretexto de que está servindo a sua mulherzinha, ou o seu maridinho, também. Se você realmente está com sua mulher ou seu marido, melhor. Ela ou ele pode fazer o mesmo e dizer que está servindo você. O trabalho em equipe é importante desde que se combine previamente quem ficará com todos os camarões. Atenção: Jamais use a colherzinha que está junto ao pote para servir o caviar se houver uma colher de sopa à mão.
Seja impiedoso - Está bem, ninguém quer ser imoral, mas estamos falando de comida! Se a pessoa à sua frente não se mexe e impede seu acesso aos mexilhões, que desaparecem rapidamente, use o cabo do garfo discretamente entre a última e a penúltima costela. Se não der certo, use a ponta do garfo.
Espalhe o boato de que o leitão no centro é de plástico e só está ali como enfeite. Finja que vai verificar e apalpe todo o leitão com as mãos. Diga coisas como: "Ninguém se mova, acho que caiu uma mosca na vitela tonê. " Pegue todo o prato, dando a entender que vai despejá-lo pela janela. Espirre, distraidamente, em cima dos cogumelos.
Use coação - Geralmente, há um garçom servindo o prato quente. Provavelmente estrogonofe. É comum o garçom carregar no arroz para poupar o estrogonofe. Ao apresentar seu prato, encare-o e diga, com o olhar: "Eu conheço a sua laia, patife. Se me sonegar o estrogonofe, enfiarei a sua cabeça no molho vinagrete até que você morra!". Despeça-se dele dando a entender que voltará em breve e ai dele se disser qualquer coisa como "você por aqui de novo?". No caso de você e outro convidado espetarem o último pedaço de matambre ao mesmo tempo, sorria enquanto lhe aplica um pontapé. É incrível o que se consegue com um sorriso.
Você conseguiu e já está saboreando o prato quente enquanto outros, menos empreendedores, ainda nem chegaram perto dos tomates. Não se desmobilize, no entanto. Lembre-se de que ainda falta a batalha dos doces...


terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Frutas Brasil Frutas











  • Depois dos sucesso alcançado pelo livro Frutas no Brasil, a Editora Empresa das Artes reedita o obra e lança Frutas Brasil Frutas. Recheada de jóias da flora brasileira, fonte abundante de sabores, aromas e vitaminas, a nova publicação apresenta curiosidades e desvenda o rico e saboroso universo das frutas brasileiras por meio de 700 fotos de 197 frutas, nativas e aclimatadas. O livro traz imagens acompanhadas de um texto e os devidos referenciais científicos e culturais de cada espécie.
  • Editora: Empresa das Artes
  • Autor: SILVESTRE SILVA & HELENA TASSARA




terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Ervas Culinárias, de Marie-Pierre Moine e Jeff Cox

Ervas Culinárias


Sinopse

A chef Marie-Pierre Moine e o jardineiro Jeff Cox apresentam informações essenciais para a produção caseira de mais de 50 hortaliças. Eles ensinam como escolher, cultivar, cuidar e armazenar ervas aromáticas que são essenciais para transformar refeições básicas em pratos especiais. Além de receitas deliciosas de azeites, vinagres, patês, molhos, sopas, licores e chás, há um catálogo de ervas que traz as especificidades de cada uma e explica como usá-las adequadamente na cozinha.


Fonte - http://livraria.folha.com.br