quinta-feira, 29 de março de 2012

Curitiba-PR

Aniversário da cidade - 29 de março.

bandeira Paraná
Bandeira do Paraná
A qualidade de vida oferecida pela capital paranaense faz de Curitiba um destino repleto de facilidades e atrações para os turistas. O bem-estar dos moradores é convertido em excelentes serviços para os visitantes, que encontram hotéis confortáveis, bons restaurantes, intensa agenda cultural e mobilidade de sobra para conhecer os cartões-postais, sempre emoldurados por bosques e praças. A sinalização eficiente e os meios de transportes modernos garantem circular por belas e inusitadas construções, como o Teatro Ópera de Arame, o Jardim Botânico e o Museu Oscar Niemeyer, além dos parques, como o Barigüi, ponto de encontro de famílias e atletas nos finais de semana.

Rua XV de Novembro: Ponto de encontro de moradores e turistas -
Rua XV de Novembro: Ponto de encontro de moradores e turistas - Foto: Christian Knepper (Embratur)
Restaurantes de Santa Felicidade capricham nos rodízios repletos de massa, frango e polenta frita
Apesar dos aspectos futuristas que envolvem a capital paranaense, Curitiba guarda muitas características de cidades do interior - influência das imigrantes europeus, que ainda hoje mantém suas raízes.

Dos italianos foram herdadas as animadas cantinas do bairro de Santa Felicidade que capricham nos rodízios repletos de massa, frango e polenta frita. Já os poloneses marcam presença com as pequenas docerias; enquanto os ucranianos enchem de charme a feirinha de artesanato com seus ovos pintados à mão. Uma circulada pelo calçadão da rua XV de Novembro - ou Rua das Flores - permite ver de perto o mix de culturas. Por lá estão o comércio, os artistas de rua, os cinemas e os teatros, além das cafeterias com mesas ar livre onde todos os sotaques se encontram.

Nem tudo, porém, é perfeito na capital - chuva e baixas temperaturas fazem parte da paisagem curitibana em qualquer época do ano. Entretanto, vale a pena deixar os detalhes climáticos de lado nos meses de março e dezembro, especialmente. No primeiro semestre, o destaque do calendário é o Festival de Teatro, que atrai diretores e atores conceituados de todo o país, além de exibir peças em diversos pontos da cidade. Já no final do ano, o Natal Encantado oferece um emocionante espetáculo na iluminada fachada do Palácio Avenida - um programão para crianças e adultos.
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Salvador-BA

Aniversario da cidade - 29 de março

bandeira Bahia
Bandeira da Bahia
A mistura de raças, culturas e credos, que recebeu doses generosas de alegria e sincretismo, conferiu a Salvador um astral único e arretado que atrai brasileiros e estrangeiros o ano inteiro. É no verão, entretanto, que a capital baiana ganha ainda mais brilho, com as festas populares que arrastam multidões atrás de imagens religiosas e, claro, dos trios elétricos. De dezembro até o Carnaval, são muitos os homenageados – do Senhor do Bonfim ao Rei Momo. Fiéis e foliões agradecem!

Lavagem do Bonfim: Baianas se enfeitam para a grande festa<br>
Lavagem do Bonfim: Baianas se enfeitam para a grande festa
Foto: Rita Barreto - Bahiatursa
Primeira capital do Brasil, Salvador reúne o presente e o passado em perfeita harmonia e, levando-se em conta a topografia da cidade - dividida em Alta e Baixa – fica fácil mapeá-la e vislumbrar os atrativos escancarados em cada esquina.

É na parte alta que fica o colorido Pelourinho, bairro histórico e tombado pela Unesco como Patrimônio da Humanidade. Em suas ruas e vielas estão centenas de casarões dos séculos 17 e 18 que abrigam de museus a terreiros de candomblé, além de templos católicos que atraem estudiosos do mundo todo – é o caso da igreja de São Francisco, considerada a obra barroca mais rica do país.

Rio Vermelho reúne as baianas e os acarajés mais famosos da cidade
Para chegar à parte baixa de cidade é preciso entrar, literalmente, em um dos cartões-postais de Salvador: o Elevador Lacerda, que faz a ligação entre os dois pontos. Uma vez à beira-mar, explorar as praias é fundamental. Entre as urbanas, Pontal da Barra é a mais democrática e movimentada.

Afastadas do Centro, Itapuã, Stella Maris e Flamengo têm águas limpas e ambientes tranquilos. No meio do caminho, o bairro do Rio Vermelho reúne os boêmios e os fãs dos mais famosos acarajés de Salvador, preparados pelas baianas Dinha e Regina.

No quesito gastronomia, aliás, as ofertas vão muito além do bolinho recheado com vatapá e camarão seco. As receitas típicas, que mesclam com perfeição ingredientes indígenas, africanos e portugueses, levam à mesa delícias como bobó, moqueca e caruru, sempre perfumados pelo azeite-de-dendê.
No verão e o calor de 40 graus, Salvador é o destino ideal para os turistas que adoram praias quentes. Atraídos pela beleza natural, atrações religiosas, culturais, gastronômicas, e muito mais que a capital baiana oferece, Salvador é o destino preferido dos turistas de todo o Brasil.
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Pelourinho é o principal ponto turístico do centro histórico da cidade baiana, que conta com igrejas e sobrados coloniais e coloridos. A Igreja de São Francisco desperta a atenção do visitante, com seus quilos de ouro que enfeitam a igrejinha. Há dezenas e dezenas de capelas no centro baiano. Há também o Centro Cultural Solar do Ferrão, que agrega coleções de artes sacra, africana e popular, e a Fundação Casa de Jorge Amado, onde você pode conhecer mais sobre a vida do autor de Tieta do Agreste.
E o carnaval de Salvador é atração para milhares de turistas, que podem conferir trios elétricos nas ruas da cidade, ao som de artistas famosos.

quarta-feira, 28 de março de 2012

Torta de Amendoim com Nutella

Torta de amendoim com Nutella®
Torta de amendoim com Nutella®: sabor que você não vai esquecer!




Ingredientes


. 150 g de flocos de aveia
. 150 g de pasta de amendoim (Amendocrem®)
. 2 colheres (sopa) de margarina
. 2 latas de leite condensado
. 4 ovos
. 2 latas de leite
. 250 g de pasta de amêndoas (Nutella®)
. 200 g de chocolate ao leite derretido

Modo de preparo

1. Prepare a massa: em uma tigela, misture a aveia, a pasta de amendoim e a margarina, até formar uma massa.

2. Forre o fundo de uma forma de 24 cm com fundo removível.

3. Faça o recheio: no liquidificador, bata o leite condensado, os ovos, o leite, a pasta de amêndoas e o chocolate derretido.

4. Despeje sobre a massa e asse no forno, preaquecido, a 200 °C durante aproximadamente 50 minutos. Deixe esfriar bem para servir

Fonte - mdemulher.abril.com.br
Foto: Ormuzd Alves
Tipo de prato: Sobremesa
Preparo: Médio (de 30 a 45 minutos)
Rendimento: 12 porções
Dificuldade: Médio
Categoria: Torta doce
Calorias: 554 por porção




Curiosidade:  Hoje, comemora-se :


  1. Dia do Revisor
  2. Dia do Diagramador

terça-feira, 27 de março de 2012

Rachel também era gastrônoma...



A COZINHA SÓBRIA DE RACHEL 
DE QUEIROZ

Livro póstumo revela a paixão da escritora pela cozinha elementar do sertão

Rachel de Queiroz ficou conhecida pela literatura produzida a partir da fome. O quinze, seu romance mais notório, descreve a hecatombe provocada pela grande seca no sertão nordestino de 1915. Uma tragédia vivida pela própria escritora. Num dos momentos mais marcantes, um dos personagens envenena-se, tamanho desespero, ao comer mandioca crua, raiz que só perde seu letal ácido cianídrico processada pelo fogo para transformá-la, comumente, em farinha. Mas a escritora responsável pela renovação do regionalismo na literatura brasileira não era, como Josué de Castro, essencialmente uma cronista da escassez. Apaixonada pela cozinha do mesmo Sertão que nem sempre alimentava, Rachel de Queiroz (1910 - 2003), pouco antes de morrer, escreveu um belo e apaixonado tratado sobre a culinária sertaneja.

Rachel também era gastrônoma. E reclamava da pouca atenção dedicada pela intelectualidade brasileira à cozinha. “Uma literatura de que os grandes nomes do Brasil pouco cuidaram foi a que diz respeito à culinária, com exceção - e que exceção! - de Gilberto Freyre. Gilberto nobilitou o tema. Fugindo à clássica cozinha portuguesa adaptada e, principalmente, à obrigatória cozinha baiana. Verdade que ele tratava da maior rival da cozinha baiana, a de Pernambuco. E nesse Pernambuco incluam as cozinhas adjacentes, subindo até o Ceará”, discorre Rachel na apresentação do póstumo Não me deixes - suas histórias e sua cozinha, lançado pela Editora Arx. No livro com o nome da fazenda da família onde passou os primeiros anos, a imortal ensina receitas e apresenta a cozinha nordestina.

Pelas palavras de Rachel de Queiroz, a cozinha do sertão é como sua literatura: forte e generosa. É ainda uma cozinha simples, rústica, ancestral e, mais do que tudo, elementar. Sem recursos para os molhos exigentes de caras reduções de ingredientes, valoriza cada artigo de seu repertório na integridade. Uma cozinha pronta para seduzir pela sobriedade. “A carne cozida ou assada no espeto, acompanhada pelo pirão ou pela própria farinha, ainda é o alimento predileto do caboclo. Acrescente-se o feijão, base alimentícia para as populações pobres de todo o Brasil. Só não sei se o feijão foi trazido pelos portugueses ou se já era conhecido pelos índios. Devem existir estudos a respeito disso”, escreveu ela, lembrando que a alimentação básica sertaneja ainda traz muito da dieta primitiva indígena. Remete à carne moqueada dos índios respaldada por farinha, a guarnição que levava tudo à boca. Até as frutas.

“É dessa cozinha que pretendemos nos ocupar, trazendo seus pratos tradicionais que apresentam o aproveitamento do estilo português com os poucos recursos de que dispomos”, continuou Raquel, lembrando que também a cozinha sertaneja é, ao lado das influências indígena e africana, uma grande tropicalização da cozinha portuguesa. A cozinha do colonizador e dono da palavra final sobre o quê e como cozinhar nas casas.

Quando se fala em cozinha elementar, não se quer dizer resultados parcos. Ao contrário. É uma cozinha de poucos elementos. Que precisa, sobremaneira, valorizá-los. Rachel de Queiroz, no volume, escreve com paixão a respeito, lista e ensina receitas suculentas à base doglossário culinário sertanejo: a farinha, o feijão, o milho, o bode e o carneiro, o peru de festa, os patos, as caças, os peixes de rio e os doces de tacho. Além de bebidas nativas como a cajuína, um fermentado delicado de caju.

Digna de estante gourmet, a publicação explica a confecção de pratos cujos nomes trazem em si a invocação de festa: feijoada de peru; galinha de cabidela, “cheia”, recheada com seus miúdos, ou “à portuguesa”, com toucinho; pato com arroz, baião-de-dois, buchada...

Algumas fórmulas listadas são pouco ou nada práticas. Impensáveis para a rotina urbana de pouco espaço e tempo de dedicação à cozinha. Rachel de Queiroz chega mesmo a dar a fórmula de um autêntico queijo de coalho, integrante fundamental de seu paladar afetivo. “Quem conseguia ser o encarregado de apertar o queijo no cincho era sempre o vencedor de uma espécie de batalha campal entre irmãos e primos. Esse vitorioso adquiria o direito de comer as deliciosas aparas laterais do queijo que, confesso, ainda recordo com água na boca”, lembrou ela, ao lado de outros praparos da cozinha da fazenda Não me deixes que entraram irreversivelmente para seu afeto gustativo. Alguém ainda se habilita a fazer seu próprio queijo?

  Fonte - http://www2.uol.com.br/JC/sites/saborjc2007/rachel.html

Por Bruno Albertim

Foto: Alexandre Belém/JC Imagem





QUEIJO DE COALHO

Fórmula recolhida na fazenda “Não me deixes”

Para um pote grande de leite, de boca bem larga, com capacidade para cerca de cinqüenta litros, uma xícara de soro com coalho. Deixa coalhar até marejar o soro em cima. Quando chorar, quebra-se a coalhada rapidamente, cobre-se e deixa-se dez minutos repousando.

Então, com uma cuinha, vai-se colhendo o soro, com cuidado, sem apertar muito a coalhada. Apanha-se o soro até dar meia lata de querosene (mais ou menos dez litros). Leva-se o soro ao fogo, mexendo sempre para não queimar. Quando subir a fervura, começa-se a apanhar a espuma, que depois vai ser posta num saco, onde ficará até o dia seguinte, e então leva uma mão cheia de sal. Assim é feita a nata salgada.

Voltando ao queijo. Quando acabar a espuma, despeja-se o soro fervendo de uma vez na coalhada, que deve ter sido quebrada de novo, rapidamente.

Cobre-se a coalhada e deixa cozinhar por quinze minutos. Então, em cima do bloco de coalhada cozida, joga-se uma xícara de sal e começa-se a rasgar devagarinho, picando em bolinhas do tamanho de um ovo de pomba. Depois de rasgada, cobre-se a vai-se arrumar a prensa.

A coalhada deve ir para a prensa ainda morna. Não bote fria. Vai-se apertando devagar a prensa, duas pessoas, uma de cada lado, até ficar o briquete preso, sem dançar sobre o cincho. Vira-se à tardinha.

No dia seguinte, tira-se, aparam-se as beiradas e bota-se o queijo na tábua. Com oito dias, se estiver sujo, pode-se banhar no soro quente.

Importante: Quando a coalhada cozinha demais, o queijo resseca e até esfarinha. Se ele começar a rachar é porque o leite está muito forte, deve-se por então um pouco de água no leite. O queijo de mamãe levava, mais ou menos, trinta litros de leite (são necessários dez litros de leite para fazer um quilo de queijo.

Fonte - http://www2.uol.com.br/JC/sites/saborjc2007/rachel-queijo.html




segunda-feira, 26 de março de 2012

Porto Alegre-RS


Aniversário da cidade - 26 de março.

bandeira Rio Grande do Sul
Bandeira do Rio Grande do Norte
A capital de estado mais ao sul do Brasil tem um nome sugestivo. Só as palavras 'Porto' e 'Alegre' passam a quem não conhece uma grande tranquilidade e dão a ideia de um lugar calmo e feliz. Apesar de ter 1,5 milhão de habitantes, ainda conserva os ares e as tradições de uma cidade pequena, não faltando quem queira passear pelos parques domingo de manhã, preparar um bom churrasco ou se deliciar num chimarrão com o vizinho.

Parque da Redenção: Ponto de encontro de moradores e turistas -
Parque da Redenção: Ponto de encontro de moradores e turistas - Foto: Ricardo Stricher
Na hora das compras, todos os caminhos levam ao Mercado Público Municipal

Em Porto Alegre, a fala quase cantada dos gaúchos é capaz de encantar quem não está acostumado ou quem adora ouvir os sotaques dos quatro cantos do Brasil. Com um ar europeu e clima mais ainda, na cidade hoje se proliferam os cafés - ótimos lugares para você descansar das andanças pelo Centro.

A cidade do grande poeta Mario Quintana (que hoje tem uma Casa de Cultura em sua homenagem) e do pai da dor-de-cotovelo - Lupicínio Rodrigues - é famosa por seu Centro, onde há três importantes núcleos histórico-culturais. No da Praça da Alfândega, estão o Museu de Artes do Rio Grande do Sul, o Memorial do Rio Grande do Sul, o Clube do Comércio etc.
   
No núcleo da Praça da Matriz estão a Catedral Metropolitana (que além de ter uma das maiores cúpulas do mundo, tem três painéis na fachada executados na oficina do Vaticano), o monumento a Júlio de Castilhos (presidente do estado do RS no final do século 19), a Biblioteca Pública, a sede do governo estadual e a Assembléia Legislativa, dentre outros.  Um dos melhores lugares para espetáculos da cidade é o Teatro São Pedro, que merece uma visita detalhada. Nas proximidades estão o Museu Júlio de Castilhos, com peças das culturas gaúcha, indígena, missioneira e o Solar dos Câmara, um espaço cultural com centro de documentação, pesquisa e biblioteca.

E no terceiro núcleo, o das praças XV e Montevidéu, estão o Largo Glênio Peres, o charmoso chalé da Praça XV, a Fonte Talavera de la Reina, a Prefeitura e o Mercado Público Municipal, um ótimo lugar para fazer compras. Só de imaginar Porto Alegre e seu Centro Histórico, já dá a maior vontade de conhecer. E o melhor é que é tudo pertinho, você pode ir a pé. Se preferir, há passeios gratuitos, que acontecem aos sábados, especialmente para levar os visitantes a esses três núcleos. É o Viva o Centro a Pé, um projeto orientado por especialistas em História e Arquitetura.

A característica de cidade pequena está presente em Porto Alegre também no contato com a natureza. Ao chegar na cidade, você logo vai ouvir falar no famoso 'Brique da Redenção'. Antes que você tente adivinhar o que seria o 'brique', explicamos: O Parque Farroupilha, a mais antiga e a principal área de lazer da capital, é conhecido como 'Redenção' pelos porto-alegrenses. Aos domingos, vira ponto de encontro para os moradores na tradicional feira, uma espécie de Mercado de Pulgas - que é o brique. Coisas para fazer no parque não faltam: você pode andar de pedalinho, levar seu filho ao parque de diversões e ao minizoológico. Aproveite, também, para visitar o Auditório Araújo Viana.

Pessoas bonitas estão em todos os cantos de Porto Alegre, mas se você procura o point, vá ao Parque Moinhos de Vento (ou Parcão, para os moradores da cidade). Situado numa das áreas nobres de Porto Alegre, tem lago, minicascata, réplica de um moinho de vento e pista para caminhadas. E ao redor há bares, cinemas, lojas e academias, o que faz do lugar um ponto de encontro dia e noite.
   
Ligando o centro da cidade à zona sul está o Parque Marinha do Brasil - e quase unido a ele, o Parque Maurício Sirotsky Sobrinho - um complexo turístico junto ao rio Guaíba, perfeito para apreciar o pôr do sol. E que tal um passeio de barco pelas águas do Guaíba? O visual é maravilhoso e a viagem, com certeza, inesquecível. As saídas são do Portão Central do Cais do Porto ou do ancoradouro da Usina do Gasômetro.

Para quem tem pouco tempo na capital, a dica é embarcar na Linha Turismo. Os ônibus de dois andares fazem dois roteiros que dão uma ideia geral da cidade. Mais turística, a linha Tradicional percorre o Centro Histórico, parques e arredores do Guaíba até a Fundação Iberê Camargo. Este roteiro permite que o passageiro embarque e desembarque em cinco pontos do trajeto para conhecer em mais detalhes os lugares e serviços dos bairros percorridos. O city tour Zona Sul é um trajeto sem paradas, e as principais atrações são as paisagens naturais da cidade. Os destaques são a praia de Ipanema, algumas propriedades da rota turística Caminhos Rurais de Porto Alegre e o Santuário Nossa Senhora Mãe de Deus, que do alto do Morro da Pedra Redonda permite uma vista de 360 graus da cidade. O serviço funciona de terça a domingo.

Ir a Porto Alegre e não experimentar um verdadeiro churrasco gaúcho é como ir a Roma e não ver o Papa. Para você que não mora na região sul, não pense que o churrasco que você está acostumado a comer é o tradicional gaúcho. De acordo com os moradores, a melhor carne é a costela de gado, mas o churrasco pode ser feito até com carne de ovelha.

Já consumida pelos índios tupis-guaranis, a erva mate chegou a ser condenada pelos jesuítas. Hoje é um hábito do gaúcho. Mesmo em Porto Alegre, é comum ver pelas ruas homens com cuias, bombas e garrafas térmicas com águas quentes para degustar a erva-mate sem açúcar - o tradicional chimarrão. Para conhecer um pouco mais dessa cultura, vá ao Mercado Público. Nas bancas você encontra expostos os diversos tipos de erva e os utensílios para prepará-la.

domingo, 25 de março de 2012

sábado, 24 de março de 2012