quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Gabiroba

Flor da gabirobeira


gabirobaguabirobaguabirovaguavirovagavirova araçá-congonha ou guavira é o fruto produzido pela gabirobeira, um arbusto silvestre que cresce nos campos e pastagens do cerrado brasileiro.
É um fruto arredondado, de coloração verde-amarelada, com polpa esverdeada, suculenta, envolvendo diversas sementes muito parecido com uma goiabinha. Ela pode ser consumida ao natural ou na forma de sucos, doces e sorvetes e ainda serve para fazer um apreciado licor.
wikipedia.org


Gabiroba: O Fruto da Gabirobeira



É a fruta da memória da infância interiorana do sudeste do Brasil, quando procurar gabiroba no mato era excitante aventura para a criançada. Como observa Camara Cascudo em seu livro "História da Alimentação no Brasil": 'As crianças têm uma vocação descobridora das fruteiras em maturação. Comem mais frutos do que os adultos... Certas frutas parecem privativas da meninice." A gabiroba sabe disso!


Gabiroba, significa em Tupi fruta brilhante.




Sorvete de gabiroba
INGREDIENTES


1 lata de leite condensado
1 caixinha de creme de leite
1 lata de suco de gabiroba
1/2 l de creme de leite fresco

MODO DE PREPARO

Para obter o suco da gabiroba deve - se espremer uma a uma
Bater com um pouco de água no liquidificador e coar
Reserve
Bater no liquidificador o leite condensado, o creme de leite e o suco de gabiroba
À parte, bater o creme de leite fresco conforme instrução da vasilha, até virar chantilly
Misturar com o chantilly com o creme obtido
Colocar em um pote e levar ao congelador por cerca de 6 h
Servir com calda de amor

tudogostoso.uol.com.br

Geleia de gabiroba


INGREDIENTES

500 ml de suco concentrado de guabiroba;

250 gr de açúcar.

MODO DE PREPARO
Coloquei um pano fino sobre uma peneira que se apoiava na panela, ali espremi as frutinhas já lavadas, até conseguir tirar os 500 ml. Juntei ao açúcar e levei ao fogo brando, mexendo sempre e retirando a "espuma" que surge. Em torno de 20 a 30 min estava pronto. O teste do pratinho tá valendo pra ver o ponto eu coloco o prato no congelador e pingo a geléia, ... se ela virar uma "gelatina" rapidinho, é pq tá pronto !! 
Eu fiz um teste pq não conhecia nenhuma receita com guabiroba, tirei por base as receitas mais rústicas de geléia.
cybercook.terra.com.br



Pãozinho Nó de Gabiroba


Para o Pão
2 tabletes de fermento para pão (ou 2 colheres de sopa/cheias de fermento granulado para pão)
1 copo  de leite morno (requeijão)
1 copo  de óleo
5 ovos
1 pitada de sal
6 colheres (sopa) de açúcar
1 kg de farinha de trigo, aproximadamente.

Modo de Fazer:
Em uma panela, coloque o leite e o açúcar. Ferva por, aproximadamente uns minutos. Guarde essa calda fria para passar sobre os pãezinhos.

Em um pote alto de plástico (eu uso aquela de aquecer água no microondas), coloque o leite morno, o fermento, metade da quantidade de açúcar pedida na receita e ½ xícara de farinha de trigo. Misture bem e deixe crescer até o fermento subir bem.

Despeje numa bacia, acrescente o óleo, o sal e os ovos. Misture bem. Vá acrescentando farinha aos poucos, até soltar das mãos e ficar com a consistência boa para manusear.
Sove a massa com as mãos até que fique lisa. Deixe-a descansar por 20 minutos. Após descansar, enrole cordões com pedaços da massa (como um nhoque). Passe uma ponta por dentro da outra, formando um nó. Coloque em uma assadeira retangular, untada e polvilhada. Deixe dobrar de volume. Pincele com 1 gema os pãezinhos. Leve ao forno pré-aquecido temperatura média/alta, por uns 20 minutos. Quando estiverem assados, retire-os da assadeira e ainda quente, panhe-os com a calda e salpique coco ralado. Dá 20 unidades aproximadamente.

Para a Calda
1 xícara  de leite 
1 xícara de açúcar 
100 g de coco ralado

Após os pãezinhos assados, banhe-os pela calda de leite e depois pelo coco ralado.
nacozinhadamargo.blogspot.com.br

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Azeitona Preta/Jamelão


O fruto dos Deuses...

Conheci alguém...muito, muito especial e querido que amava comer esta fruta, bem geladinha...


Flores do Jamelão




O jamelão, jambolão, jalão, joão-bolão, manjelão, azeitona-preta, baga-de-freira, brinco-de-viúva ou guapê ...é o fruto da planta de mesmo nome da família Myrtaceae. A espécie é nativa da Índia.
Pé de jamelão

                   







Segundo a tradição hindu, o deus Rama alimentou-se somente desta fruta na floresta por 14 anos durante o seu exílio de Ayodhya. Devido a isto, muitos hindus denominam o jamelão como o "fruto dos deuses", especialmente em Gujarat, na Índia, onde é conhecido localmente como jamboon.
Krishna e outros protagonistas da mitologia hindu foram descritos como tendo a pele da cor do jamelão.

 



Inesquecivelmente saborosa


Jamelão - são  árvores que podem chegar até dez metros de altura. Possuem frutos pequenos e arroxeados quando maduros. A coloração dos frutos provoca manchas nas mãos, tecidos, calçados e pinturas de veículos, tornando a planta pouco indicada para o preenchimento de espaços públicos.
O fruto possui uma semente única e grande, quando comparada com o tamanho do fruto, envolta por uma polpa carnosa. Apesar de sabor um pouco adstringente, é agradável ao paladar. Na Índia, além de ser consumido in natura, é usado na confecção de doces e tortas.
Na Região Nordeste do Brasil, é conhecida como "azeitona-preta". Nessa região, a planta adaptou-se tão bem que se tornou espécie subespontânea, sendo chamada de "brinco-de-viúva". Também é comum no litoral paranaense, onde recebe o nome de "guapê".
Apesar de as árvores desta espécie serem abundantemente usadas em arborização urbana, os jamelões são pouco comercializados, em decorrência de sua alta perecibilidade. Os jamelões costumam deixar as calçadas manchadas de roxo devido à queda dos frutos maduros.
Fonte - wikipedia.org

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Pato no Tucupi




O mais famoso dos pratos paraenses é o pato no tucupi. É facilmente encontrado nos cardápios de restaurantes regionais em Belém, e servido durante a festa do Círio de Nazaré. Além dos ingredientes que dão nome à iguaria, o preparo também exige folhas de jambu e gotas de pimenta-de-cheiro.

Ingredientes

  • 2 patos médios (+ ou – 3 kg cada)
  • 6 litros de tucupi
  • 6 maços de jambu
  • 1 maço de alfavaca
  • 1 maço de chicória
  • 7 cabeças de alho
  • 21 pimentas de cheiro
  • Sal a gosto
  • 5 limões
  • 1/2 litro de vinagre de vinho branco ou vinho branco

Modo de preparo

Lavar os patos em água corrente. Em um recipiente preparar a “vinha d’alho” com o suco dos limões, 3 cabeças de alho socadas, o vinagre de vinho branco, 1 pimenta de cheiro, sal e água a gosto.
Temperar os patos na “vinha d’alho” e deixar descansar de um dia para o outro na geladeira. Assar os patos em forno médio por aproximadamente 90 minutos. Em uma panela colocar para ferver o tucupi com 3 pimentas de cheiro, 2 cabeças de alho, alfavaca, chicória e sal a gosto.
Após os patos esfriarem, cortá-los em pedaços. Em uma panela colocar 2 litros do tucupi já temperado e ferver os patos em pedaços, até ficarem bem macios. Desossar e tirar a pele dos patos já macios.

Modo de Preparo do Jambu

Catar o jambu, separando as folhas com os talos mais tenros. Lavar em água corrente. Em panela com água fervente e sal a gosto escaldar levemente o jambu. Escorrer e reservar.

Modo de Servir

Em um alguidar de barro colocar os pedaços de pato e cobri-los com o jambu e o restante do tucupi que não foi usado para amaciar os patos. O molho de pimenta de cheiro: as pimentas que restarem devem ser amassadas com sal a gosto e um dente de alho socado, completando com um pouco de tucupi quente. O pato no tucupi é servido com arroz branco, farinha d’água de mandioca e molho de pimenta. Normalmente usa-se prato fundo e colher de sopa.
brasilsabor.com.br-Paulo Martins


segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

O rei na mesa paraense...


Pato no tucupi


O mais famoso dos pratos paraenses é o pato no tucupi. A ave, um dos primeiros animais domesticados pelos índios, é presença certa na ceia servida de domingo durante o Círio de Nazaré. A receita, além do pato e do tucupi, tem também em seus ingredientes folhas de uma planta rasteira chamada jambu que, quando mastigadas, causam tremor e uma leve dormência nos lábios. Para aromatizar o prato, pede-se ainda algumas gotas de pimenta-de-cheiro.
Para preparar o pato no tucupi, a ave deve ser assada, cortada em pedaços, e fervida no tucupi temperado com alho, chicória e alfavaca até alcançar uma textura macia. Antes de servi-lo, folhas de jambu pré-cozidas, de preferência no vapor, são acrescentadas à panela. O acompanhamento para a receita varia entre um arroz branco e um pirão feito com tucupi e farinha de mandioca.

O tucupi

O tucupi é o sumo extraído da mandioca depois de ralada e prensada. O líquido de cor amarelada é venenoso quando cru. Para eliminá-lo, é preciso que o tucupi seja fervido por horas a fio. Um bom tucupi é avaliado pelo aroma dos temperos nele acrescidos. Se alguns preferem temperá-lo apenas com alfavaca, chicória e pimenta-de-cheiro, outros também juntam alho. Sua qualidade é incrementada quando fervido várias vezes, durante as quais são retirados os sedimentos e impurezas. Outro ponto a ser avaliado é o teor de acidez, que varia entre um tucupi e outro.
brasilsabor.com.br

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Maniçoba





A maniçoba é uma espécie de feijoada paraense em que folhas de mandioca - conhecidas pelo nome de maniva - são usadas no lugar do feijão. Depois de lavadas, a maniva é moída e cozida em água abundante por dias até perder o ácido cianídrico presente nas folhas. Depois de adicionar um pedaço de paio, um pé de porco, uma costelinha, surge a maniçoba. A iguaria costuma vir acompanhada de arroz branco, farinha de mandioca, e molho de tucupi com pimenta-de-cheiro.

Ingredientes

  • 2 paneiros com maniva (folhas de mandioca)
  • 2 quilos de toucinho branco
  • 2 quilos de toucinho defumado
  • 2 quilos de pé de porco salgado
  • 2 quilos de orelha de porco salgada
  • 2 quilos de língua de porco salgada
  • 2 quilos de rabo de porco salgado
  • 2 quilos de lombo de porco salgado
  • 2 quilos de costela de porco salgada
  • 1,5 quilo de paio
  • 1,5 quilo de chouriço
  • 1,5 quilo de lingüiça de porco
  • 4 quilos de bucho de boi
  • 4 quilos de charque

Modo de preparo

Pique as folhas de mandioca (maniva) sem os talos e moa muito bem em uma máquina de moer carne, até dar 6 quilos.
Num panelão com bastante água, leve a maniva moída ao fogo brando e deixe ferver durante 72 horas. Mexa de vez em quando, dando pelo menos três boas mexidas por período: manhã, tarde e noite. Isto é feito para que as folhas não grudem na panela. Coloque sempre água, pois a massa não pode ficar seca. Quando for dormir, complete a água de novo e deixe o fogo mais o baixo possível.
Passadas as 72 horas, acrescente o toucinho branco (sem cortar) e o toucinho defumado (também inteiro). Deixe ferver por mais 24 horas, sempre em fogo brando, completando a água e dando, no mínimo, três boas mexidas por período.
Com a maniva continuando a ferver na tarde do quarto dia, à parte, ponha as carnes salgadas e o charque de molho para tirar o excesso de sal. Ficam de fora apenas o paio, o chouriço, a lingüiça e o bucho de boi.
No quinto dia, corte em pedaços do tamanho de servir o bucho de boi e escalde muito bem para tirar todo o cheiro. Corte também em tamanho de servir as carnes salgadas, lave bem e afervente. Junte tudo e ponha no panelão em que a maniva continua fervendo por mais 48 horas, desligando o fogo quando for dormir.
No sexto dia, corte em rodelas o paio, o chouriço e a lingüiça e ponha para ferver.
No sétimo dia, a maniçoba já esta pronta e fica como se fosse uma feijoada.
A cor da maniva, que no inicio do cozimento é verde bem vivo, vai se transformando até ficar um verde muito escuro, quase preto.
Sirva com arroz branco, farinha d’água de mandioca e uma pimenta de cheiro.
Rendimento: 35 pessoas
Observação: Por levar 7 dias de preparo, a receita costuma ser feita em grandes porções.
brasilsabor.com.br-

Maniçoba de Paulo Martins


sábado, 2 de fevereiro de 2013

A rainha na mesa paraense...


Maniçoba


Se o pato no tucupi é o rei na mesa paraense, a maniçoba é a rainha. A maniçoba é uma espécie de feijoada paraense em que folhas de mandioca – conhecidas pelo nome de maniva – são usadas no lugar do feijão. Depois de lavadas, a maniva é moída e cozida em água abundante por pelo menos três dias. Somente assim as folhas perdem o ácido cianídrico, um veneno que pode levar à morte por intoxicação.
Os índios foram os primeiros a domesticarem a mandioca, aprendendo a eliminar o seu veneno mortal e a utilizá-la em diversas preparações. Com a chegada dos portugueses, a maniva cozida pelos índios foi incrementada com o sabor de um paiozinho, um pé de porco, uma costelinha, transformando-se na maniçoba.
Para preparar a chamada “feijoada paraense”, inicialmente a maniva é lavada. Em seguida, as folhas são moídas de duas a três vezes. Bastante água é colocada num caldeirão junto com a maniva. A mistura deve cozinhar de sete a oito dias, sem pausas, até que alcance uma coloração verde-enegrecida. No quarto dia, acrescenta-se pedaços suínos e bovinos como charque, lombo defumado, paio, lingüiça, bucho, orelha de porco, costela. Quando pronto, o ideal é servir a maniçoba e seu sabor selvagem em numa gigantesca panela de barro. Num prato fundo, á mesa, coloca-se uma colher de arroz branco. Ao lado, uma concha generosa da maniçoba com seus pertences de boi e porco. Depois, gotas de pimenta-de-cheiro e farinha de mandioca torrada polvilhada por cima de tudo.
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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Pupunha, fruto da pupunheira


Pupunha


A pupunha é o fruto da pupunheira, uma palmeira típica da região amazônica. Se na região sudeste a pupunha costuma ser associada ao palmito, no norte é conhecida por causa de seus frutos saborosos e ricos em proteínas, carboidratos e minerais como cálcio, ferro e fósforo, além do alto teor de vitamina A. Do tronco da palmeira, é obtido o palmito tão popular em restaurantes do sudeste.
O fruto da pupunheira apresenta cores variáveis. Quando maduro, a casca pode ser vermelha, amarela, alaranjada ou mesmo verde. Seu formato é redondo, de tamanho diametral de aproximadamente 7 cm. Sua polpa é amarela-alaranjada, fibrosa, e oleosa.
Em muitos dos hotéis da região norte, encontra-se a pupunha no café da manhã. Ainda quente, ela deve ser descascada, e uma das opções ao degustá-la é com um pouco de manteiga e um fio de melaço. No fim de tarde, a pupunha pode ser usada como ingrediente de bolo. Já em cardápios de restaurantes mais sofisticados, ela pode ser usada em receitas de nhoque ou purê.
brasilsabor.com.br